Casal que morava em Teófilo Otoni chefiava o tráfico na região metropolitana de Belo Horizonte

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Anglo Queimadas

Segundo a Polícia Civil, eles atuavam há 20 anos no mercado ilegal de entorpecentes e comandavam um grupo de pelo menos 15 pessoas

(Foto: Osvaldo Ramos / O Tempo)

Um casal que chefiava uma quadrilha envolvida com o tráfico de drogas em Matozinhos, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, foi preso no Mato Grosso do Sul em uma operação da Polícia Civil de Minas Gerais em conjunto com a Polícia Federal. Diogo Silva Ribeiro, de 31 anos, e Lílian Lopes de Oliveira, de 36, atuavam no mercado ilegal de entorpecentes há cerca de 20 anos e também são investigados por uma série de outros crimes como lavagem de dinheiro, corrupção de menores, comércio ilegal de armas de fogo e homicídios. O casal morava em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, de onde comandava o comércio criminoso.

Segundo o delegado da Polícia Civil de Matozinhos Luiz Bezerra, a investigação que culminou na Operação João de Barro teve início há cerca de quatro meses. Para chegar até os envolvidos, os policiais usaram informações conseguidas em depoimentos de usuários apreendidos, que indicaram nomes de alguns dos integrantes da quadrilha.

Na última quarta-feira (28), a corporação desencadeou a operação na cidade da Grande BH e conseguiu capturar sete dos 15 envolvidos na organização criminosa. Com eles, foram localizados cerca de 1,5 quilo de crack, três quilos de maconha e R$ 22 mil, além de uma balança de precisão utilizada para pesar a droga.

(Foto: Osvaldo Ramos / O Tempo)

O casal no entanto, só foi localizado em Ponta Porã, no estado do Mato Grosso do Sul. Para prendê-los, a Polícia Civil pediu a ajuda da Polícia Federal. Diogo e Lílian foram encontrados em um hotel e alegaram que estavam na cidade a passeio, mas os policiais acreditam que eles estivessem em fuga. A polícia descobriu ainda que o homem já tinha um mandado de prisão em aberto e que chegou a fugir duas vezes de presídios na Grande BH.

Após desembarcarem no Hangar da Polícia Civil, na Pampulha, Lílian e Diogo foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) e passaram por exames de corpo de delito. Em seguida, a dupla foi encaminhada ao Centro de Remanejamento do Sistema Prisional (Ceresp) Centro-Sul.

(Estado de Minas / O Tempo / Aconteceu no Vale)

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