IX Seminário Visões do Vale terá discussões sobre direitos humanos e cidadania

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O seminário será realizado de 4 a 5 de novembro em Belo Horizonte.


A nona edição do Seminário Visões do Vale será realizada pelo Programa Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha nos dias 04 e 05 de novembro, no Auditório 03 da Faculdade de Ciências Econômicas (FACE) da UFMG – Campus Pampulha, em Belo Horizonte.

Neste ano, o Seminário terá como tema “Vale do Jequitinhonha: Direitos Humanos e Promoção da Cidadania”. A programação inclui atividades como conferências, mesas redondas, apresentações culturais e de artigos científicos relacionados ao Vale do Jequitinhonha.

No dia 04 de novembro, a abertura do Seminário acontecerá às 9h e será seguida da conferência que tem como tema “Direitos Humanos no Brasil: efetividade e violação”. A conferencista convidada é a Dra. Nívia Monica da Silva, representante da Promotoria Estadual de Minas Gerais – Coordenadoria de Direitos Humanos.

A conferência terá como debatedor o professor Márcio Simeone, da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH) da UFMG e como coordenadora a professora Benigna Maria de Oliveira, Pró-Reitora de Extensão da UFMG. Às 11h15 será realizado o lançamento de livros e às 11h30, a apresentação cultural do Sarau Kizumba.

Durante a tarde, às 14h será apresentada a mesa redonda: Violência(S) contra a mulher, contando com a participação de Aline Senna Carmona, da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social de Araçuaí, Auxiliadora Alves Martins, da Comissão Estadual de Mulheres Trabalhadoras da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Minas Gerais (FETAEMG) de Coronel Murta e da professora Marlise Matos, da FAFICH/UFMG. A mesa terá como coordenadora a Pró-Reitora Adjunta de Extensão da UFMG, Cláudia Mayorga. Às 16h30 será exposto o painel de comunicações orais.

Durante o segundo dia do seminário, serão realizadas mais três mesas redondas. Às 08h30, os palestrantes Decanor Nunes, da Caritas de Jequitinhonha, Andrea Zhouri, da FAFICH/UFMG e Flávia Maria Galizone, do Instituto de Ciências Agrárias (ICA) da UFMG apresentarão a mesa: “Violência no Campo: acesso à terra e à água”, coordenada pelo professor João Valdir Alves de Souza, da Faculdade de Educação (FAE) da UFMG.

A mesa: “Violência contra jovens” será apresentada em seguida pelos palestrantes Rodrigo Corrêa, da ONG Oficina de Imagens, por Helena Abramo, coordenadora geral de Políticas Setoriais da Secretaria Nacional de Juventude da Secretaria Geral da Presidência e por Geraldo Leão, da FAE/UFMG. A coordenadora da mesa será Maria das Dores Pimentel Nogueira, coordenadora do Programa Polo de Integração da UFMG no Vale do Jequitinhonha.

Às 14h, Geralda Luiza de Miranda, da FAFICH/UFMG, Armando Pereira Ribeiro, do Fórum Vale Protege e Eduardo Nascimento, assessor de Meio Ambiente da FETAEMG serão membros da mesa redonda: “Frentes de promoção de direitos e de cidadania: desafios e perspectivas”, coordenada por Gilvander. Às 16h será apresentado o Painel de comunicações orais seguido pelo encerramento do Seminário.

Sarau Kizumba animará o IX Seminário Visões do Vale

O grupo foi fundado em 2013 na cidade de Medina – Foto: Divulgação/UFMG

O Sarau Kizumba realizará uma apresentação cultural durante o primeiro dia da nona edição do Seminário Visões do Vale que acontece em Belo Horizonte nos dias 4 e 5 de novembro.

O grupo mineiro de Medina – Vale do Jequitinhonha – fará parte da programação do IX Seminário Visões do Vale se apresentando no dia 04 de novembro, às 11h30, no Auditório 03 da FACE/UFMG com um espetáculo composto por textos e canções de grande importância literária, poética e musical para além da região do Vale.

O grupo foi fundado pelos jovens Wellington Gomes, Genilson Dias, Aurélio Rodrigues, Ricardo Freire, Maxsuel Silva, Aderbal Júnior e João Victor em setembro de 2013.

Segundo Wellington Gomes, o Sarau foi criado “com o intuito de levar ao público a mistura boa da arte circense, a poesia, teatro, a brincadeira, o resgate cultural, a música de qualidade envolvendo a essência da MPB, música regional, cultura local e do Vale do Jequitinhonha”.

Buscando trazer a conscientização por meio da arte, o Sarau Kizumba se renova ao longo do tempo e apresenta nas letras das canções e nos poemas as mensagens em busca de um mundo melhor. Segundo o componente do grupo Wellington Gomes, o Sarau foi inicialmente chamado de “Quizumba”, que significa bagunça, briga e confusão. O grupo decidiu trocar o nome por “Sarau Kizumba” para que soasse como algo novo, uma bagunça boa de ser apreciada.

(Fonte: UFMG)

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