Ao ser vaiado por professores, deputado mineiro diz que pedirá demissão de doutrinadores e erotizadores de crianças em sala de aula

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A Comissão de Educação da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) acumula 18 requerimentos para aprovação, uma fila causada por brigas ideológicas dos membros. A comissão é presidida pela deputada estadual Beatriz Cerqueira (PT) e tem como um dos integrantes o deputado Coronel Sandro (PSL).


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Ambos começaram a se desentender logo após a eleição, quando a Beatriz fez uma representação contra Sandro no Ministério Público devido a uma declaração dada por ele em uma entrevista. De lá para cá, o embate continuou.

Na primeira reunião da comissão, ao considerar que foi interrompido ao encaminhar um requerimento, o deputado disse para a petista ficar “caladinha” enquanto ele falava.

Nessa quarta-feira (27), a comissão ficou lotada de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, convidados por Sandro. Nesta quinta-feira (28), ficou cheia de professores, mobilizados pelo sindicato.

Como membro mais velho da comissão, Sandro tem o direito de abrir os trabalhos na ausência da presidente. Ele aproveitou para se antecipar a Beatriz, iniciou as atividades na comissão às 15h e fechou imediatamente, sem tempo de tolerância, alegando falta de quórum (número suficiente de deputados).

Ao ir ao plenário, foi vaiado pelos educadores e deu a resposta que gerou polêmica. Assista:

Beatriz afirmou que o objetivo do PSL e do Novo é travar o trabalho da comissão. Os impasses devem ser resolvidos pelos líderes e pelos membros da Mesa Diretora.

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(Fonte: Itatiaia)

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