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Proprietário de bar é preso por estupro de vulnerável em Salinas, no Norte de Minas

Um comerciante de 63 anos foi preso nesta quarta-feira (17/05/2017) suspeito de estupro de vulnerável em Salinas, no Norte de Minas. De acordo com a investigação da Polícia Civil, as vítimas têm 10 e 13 anos e eram abordadas pelo autor próximo à escola onde estudavam, no Bairro Maracanã.

Segundo o delegado José Eduardo Santos, responsável pela investigação, familiares de uma das vítimas descobriam o caso e procuraram a polícia. O autor, segundo a PC, possui um bar próximo à escola e chegou a oferecer doces e pequenos valores para se relacionar com as vítimas. “Ele oferecia pouco dinheiro, entre R$ 5 e R$ 20, para as vítimas. Ele foi ouvido, confirmou que deu doces às meninas, mas nega que tenha tido algum tipo de relação com as vítimas”.

Durante a prisão a polícia encontrou no telefone do comerciante, registros de várias ligações para o telefone de uma das vítimas. Foi apreendido ainda um comprovante de recarga de crédito para o telefone celular em nome de uma das menores.

A Polícia Civil acredita que devido à proximidade do estabelecimento comercial do autor com a escola, seja possível que outras crianças também tenham sido vítimas. “Demos o cumprimento ao mandado de prisão temporária e logo vamos finalizar o inquérito sobre estes dois casos, onde em ficou confirmada a conjunção carnal pelo menos uma vez. Agora, nada impede que outras vítimas possam procurar a polícia para relatar outros abusos, caso tenham ocorrido”.

O delegado lamenta o número de registros deste tipo de ocorrência na região, mas teme ainda que o número de casos de abusos sejam ainda maiores devido ao medo que as vítimas têm em revelar sobre os abusos sofridos.

“Infelizmente, a gente coíbe, mas ainda ocorrem estes crimes. Então, aconselho aos pais se aproximarem dos filhos, conversarem e se abrirem para que eles possam revelar caso sejam vítimas deste tipo de crime. Já atendemos algumas ocorrências em que as vítimas afirmam não ter contado nem aos pais por causa do mede de serem reprimidas”, alerta.

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(Fonte: G1 Grande Minas)

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