Será o Bancryp a solução para receber pagamentos em criptomoedas?

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Está se preparando para entrar em atividade o Bancryp, um banco que lida especificamente com pagamentos realizados com criptomoedas (Bitcoins, LTC, ETH, XRP, entre outras) – sendo assim chamado de criptobanco. Ele também permite que seus clientes realizem transferências, obtenham empréstimos, e paguem contas usando o saldo disponível em moeda digital.

Por enquanto, a solução está disponível apenas para convidados – você pode fazer o seu cadastro no site da empresa. Mas, será que essa solução é confiável? E como você, micro e pequeno empreendedor, pode receber pagamentos com essas novidade? É isso o que vamos discutir a seguir.

Como receber pagamentos com o Bancryp

Em primeiro lugar, é preciso que você entenda que o seu cliente precisa ser cliente Bancryp para que a transação de pagamento seja realizada. E há mais de uma forma de fazer isso: via aplicativo ou via maquininha de cartão – sendo que você também precisa ser cliente para usar esta segunda opção.

Via aplicativo, o seu cliente poderá pagar pelos seus produtos ou serviços escaneando um QR Code (o token Xbanc) gerado pelo app do Bancryp.

Você receberá o valor da venda em reais na sua conta ou também em criptomoeda – a empresa promete integração com sistemas do PayPal, Stripe, PagSeguro, Mercado Pago, entre outros.

Via maquininha de cartão, o seu cliente poderá usar o Bancryp Move, uma pulseira que permite fazer pagamentos usando tecnologia NFC para validar o pagamento – basta aproximar o bracelete para confirmar a venda, da mesma forma que acontece com a solução Santander Pass.

Outra opção é usar o cartão de chip fornecido pelo banco para seus clientes e pagar usando o saldo disponível na conta corrente.

A maquininha funciona conectada diretamente na entrada de áudio do celular do vendedor, uma solução mais rápida e prática do que o Bluetooth, e presente em um número maior de celulares.

Bancryp é o primeiro criptobanco brasileiro (Foto: Divulgação)

Saldo pode ser recebido em reais

Independente da forma de pagamento, o valor pago pela venda pode ser creditado em reais em sua conta mesmo que o cliente pague em criptomoeda  – inicialmente, serão aceitas as criptomoedas Bitcoin e Ethereum. E isso é uma vantagem para você, caso não tenha muita experiência em lidar com moedas digitais.

O site do banco informa que cobra uma taxa de 0,5% para retirada do saldo se esta for solicitada 20 dias após a venda; ou 1% para retirada após 2 dias. Porém, estes são os únicos custos divulgados até o momento, e é importante verificar se há cobrança pela maquininha, pela conversão de moedas, entre outros.

Aplicativo conta com serviços diversos

Além de realizar pagamentos, o aplicativo Bancryp deixa você efetuar transferências entre diversos tipos de criptomoedas e em reais (a conversão é feita automaticamente), e também pagar boletos bancários e fazer recarga de celular. É possível ainda discutir empréstimos, consórcios e linhas de créditos na Blockchain.

Outras funcionalidades são a possibilidade de integrar o app com os principais softwares de PDV, um Api para integração e recebimento de pagamentos vindos de vendas online (e-commerce), emissão de relatórios de vendas, e ferramentas de marketing para fidelização. O app deve estar disponível a partir de outubro, tanto na Google Play (aparelhos Android) quanto na App Store (iOS/Apple).

Bancryp é seguro e confiável?

É importante que você entenda que esse tipo de solução só pode estar disponível no mercado após ter passado por uma série de fiscalizações e ser aprovado por órgãos nacionais e internacionais. O Bancryp conta com certificação PCI-DSS, cinco níveis de segurança em suas contas, departamento de compliance, e Multisig Wallet.

E tanto a sua maquininha quanto a pulseira não guardam dados do seu cliente ou da venda. Quanto ao suporte, a empresa oferece suporte online 24 horas por dia durante todos os sete dias da semana. No entanto, tudo só ficará mais claro quando o banco entrar 100% em funcionamento.

Acesse o site www.bancryp.com e saiba mais sobre o primeiro criptobanco brasileiro.



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(Fonte: Blog Transações Móveis / Por Luciana Damasceno)

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