Grupo circense de Pedra Azul mantém viva a imagem do Palhaço tradicional

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Por onde passa, a turma do Circo de Solesado arranca sorrisos e aplausos do público presente.

(Foto: Divulgação)

Com brincadeiras de picadeiro, malabarismo, acrobacias em solo, equilisbrismo, pirofagia e contorcionismo, os palhaços da Cia. de Teatro Artvale, já fazem parte da história da Arte Circense do Vale do Jequitinhonha. Mas para chegar até onde chegaram, o caminho não foi fácil!

O Circo de Solesado nasceu em 2009, quando em plena pandemia da Gripe Suína a trupe do Artvale resolveu lançar a campanha “Espirre Alegria”.

O projeto baseava-se em conscientizar os alunos da rede pública de ensino municipal sobre os riscos da doença, bem como as formas de transmissão e as formas e prevenção.

Não demorou muito e os palhaços Espoleta (que já havia feito parte de dois grupos de Arte Circense), Pirulito, Amendoin (que mais tarde virou “Polegar”), Peroba, Perobinha, Patusckada e Melexé, caíram no gosto da criançada.

Com o sucesso da campanha, a turma resolveu investir no espetáculo e no mês de setembro daquele mesmo ano, lançou o “Teatro na Praça”, evento que levou para os espaços públicos toda a alegria da arte circense. De lá para cá já foram muitas as apresentações e espetáculos.

Atualmente, o grupo é formado pelos palhaços Espoleta (que permanece desde a formação inicial), Pururuca, Farofa e Carretel, respectivamente representados por William Nascimento, Natália Ferreira, Mateus Damasceno e Guilherme Tejada, além da participação de Paulo Everton Campos.

Além de espetáculos circenses, a trupe desenvolve trabalhos beneficentes em entidades, associações e escolas.

O nome “Solesado”

Além da alegria dos palhaços, outro fato que chama atenção na Trupe, é o nome Solesado. O nome nasceu da brincadeira de Roberto Cardoso, na época presidente do CEDEDICA – VALE (ONG que apoia a CIA ARTVALE). Inicialmente a turma se reunia na sede do CEDEDICA-VALE para treinar acrobacias em solo.

O Treinamento era feito com saltos sobre cadeiras de plásticos, e os componentes chegavam a saltar 13 cadeiras empilhadas. Em um dia de ensaio, Roberto se deparou com a cena inusitada e batizou a turma de “Circo de Solesado”, em alusão ao Cirque de Soleil .

Apesar de nascer de uma simples brincadeira, a turma levou o nome a sério e aperfeiçoaram as formas de treinamentos.

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