{"id":96077,"date":"2016-08-31T14:10:59","date_gmt":"2016-08-31T17:10:59","guid":{"rendered":"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=96077"},"modified":"2016-09-01T00:03:59","modified_gmt":"2016-09-01T03:03:59","slug":"primeira-mulher-presidente-do-brasil-dilma-rousseff-e-afastada-definitivamente-do-cargo-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=96077","title":{"rendered":"Primeira mulher presidente do Brasil, Dilma Rousseff \u00e9 afastada definitivamente do cargo"},"content":{"rendered":"<p>Em 1\u00b0 de janeiro de 2011, ao assumir o mandato como primeira presidente mulher do Brasil no Congresso Nacional, Dilma Rousseff citou em seu discurso os versos de Guimar\u00e3es Rosa: &#8220;A vida \u00e9 assim: esquenta e esfria, aperta e da\u00ed afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente \u00e9 coragem&#8221;.<\/p>\n<p>Cinco anos e meio depois, ela voltou ao mesmo cen\u00e1rio em que foi empossada para enfrentar o julgamento do impeachment que a afastou em definitivo do cargo, mais de dois anos antes do fim de seu segundo mandato. Ex-ministra do governo Lula e presa pol\u00edtica durante a ditadura militar, Dilma Vana Rousseff nasceu em 14 de dezembro de 1947. Filha do imigrante b\u00falgaro Pedro Rousseff e da professora Dilma Jane da Silva, nascida em Resende, no Rio de Janeiro, Dilma tem uma filha, Paula, e dois netos, Gabriel e Guilherme.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/dilma_deixa_cargo_1.jpg\" alt=\"\" \/><em>Dilma durante sess\u00e3o de julgamento do impeachment (Marcelo Camargo\/Ag\u00eancia Brasil)<\/em><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p><strong>Ditadura militar<\/strong><\/p>\n<p>Dilma Rousseff iniciou os estudos no tradicional col\u00e9gio de freiras Nossa Senhora de Sion (atual Santa Dorot\u00e9ia) e fez o ensino m\u00e9dio no Col\u00e9gio Estadual Central, ambos na capital mineira. <\/p>\n<p>No ensino m\u00e9dio, em 1964, ela conheceu o primeiro marido, Claudio Galeno, com quem se casou em 1967, ano em que entrou no curso de Ci\u00eancias Econ\u00f4micas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e aderiu ao Comando de Liberta\u00e7\u00e3o Nacional, organiza\u00e7\u00e3o que combatia a ditadura e que se fundiu com a Vanguarda Popular Revolucion\u00e1ria (VPR), formando a VAR-Palmares.  A VAR-Palmares fez algumas a\u00e7\u00f5es armadas contra a ditadura, mas Dilma, que atuava em estrat\u00e9gia e planejamento, n\u00e3o participou de nenhuma delas. Nas campanhas eleitorais, essa passagem de sua vida era muito explorada.<\/p>\n<p>No ano seguinte, ela e o marido passaram a ser perseguidos pelo regime em Minas Gerais, entraram na clandestinidade e acabaram se separando. Na clandestinidade, como mandavam os manuais de seguran\u00e7a, Dilma usou v\u00e1rios codinomes. Chamou-se Luiza, Wanda, Marina, Estela, Maria e L\u00facia. Galeno foi para o ex\u00edlio.<\/p>\n<p>Em 1969, Dilma conheceu o advogado ga\u00facho Carlos Franklin Paix\u00e3o de Ara\u00fajo, com quem se casou e teve a \u00fanica filha. Juntos, eles foram perseguidos pela ditadura. Condenada por subvers\u00e3o, Dilma passou quase tr\u00eas anos \u2013 de 1970 a 1972 \u2013 no Pres\u00eddio Tiradentes, na capital paulista.<\/p>\n<p><strong>Tortura<\/strong><\/p>\n<p>No discurso dessa segunda-feira (29) em que foi ao Senado apresentar sua defesa no processo de impeachment, Dilma lembrou a persegui\u00e7\u00e3o, a pris\u00e3o e a tortura sofrida durante o regime militar, epis\u00f3dios que sempre citou ao longa da vida p\u00fablica. &#8220;Na luta contra a ditadura, recebi no meu corpo as marcas da tortura. Amarguei por anos o sofrimento da pris\u00e3o. Vi companheiros e companheiras sendo violentados, e at\u00e9 assassinados&#8221;, disse.<\/p>\n<p>A jornalista Rose Nogueira, de 70 anos, foi companheira de pris\u00e3o de Dilma. Presa em novembro de 1969, separada do filho rec\u00e9m-nascido e torturada, Rose foi levada ao Pres\u00eddio Tiradentes, em S\u00e3o Paulo, onde conheceu Dilma. As duas dividiram a cela com mais 50 presas pol\u00edticas.<\/p>\n<p>\u201cDilma chegou com mais duas mo\u00e7as. Ela era mais jovem que eu e logo marcou presen\u00e7a porque estudava muito. Era muito disciplinada e participava de todas as organiza\u00e7\u00f5es coletivas. Era o \u00fanico jeito de suportar aquilo ali. \u00c9ramos todas muito machucadas, inclusive com lembran\u00e7as. Dilma chamava a aten\u00e7\u00e3o por isso\u201d, lembrou a jornalista.<\/p>\n<p>\u201cPassei s\u00f3 alguns meses com ela. Sa\u00ed e fiquei em liberdade vigiada por dois anos e pouco. Dilma ficou tr\u00eas anos presa, mas tudo o que a gente discutia, sobretudo pol\u00edtica, tudo para ela era o Brasil primeiro. &#8216;Isso \u00e9 bom para o Brasil?&#8217;, perguntava.\u201d<\/p>\n<p><strong>Vida pol\u00edtica<\/strong><\/p>\n<p>Livre da pris\u00e3o, Dilma mudou-se para Porto Alegre em 1973. Fez novo vestibular e retomou os estudos na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e, em 1975, come\u00e7ou a trabalhar como estagi\u00e1ria na Funda\u00e7\u00e3o de Economia e Estat\u00edstica do governo ga\u00facho. No ano seguinte, deu \u00e0 luz a filha Paula Rousseff Ara\u00fajo.<\/p>\n<p>Com o marido Carlos Ara\u00fajo, participou da funda\u00e7\u00e3o do PDT no Rio Grande do Sul e trabalhou na assessoria da bancada estadual do partido entre 1980 e 1985. Em 1986, o ent\u00e3o prefeito de Porto Alegre, Alceu Collares, escolheu Dilma para a Secretaria da Fazenda.<\/p>\n<p>Dilma tamb\u00e9m foi diretora-geral da C\u00e2mara Municipal de Porto Alegre, quando participou da campanha de Leonel Brizola pelo PDT ao Pal\u00e1cio do Planalto em 1989 \u2013 ano da primeira elei\u00e7\u00e3o presidencial direta ap\u00f3s a ditadura militar. No segundo turno, foi \u00e0s ruas defender o ent\u00e3o candidato do PT, Luiz In\u00e1cio Lula da Silva, que foi derrotado pelo representante do PRN, Fernando Collor.<\/p>\n<p>No in\u00edcio da d\u00e9cada de 1990, Dilma retornou \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o de Economia e Estat\u00edstica do Rio Grande do Sul, como presidente da institui\u00e7\u00e3o. Em 1993, com a elei\u00e7\u00e3o de Alceu Collares para o governo ga\u00facho tornou-se secret\u00e1ria de Energia, Minas e Comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 1998, iniciou curso de doutorado em Economia na Universidade Estadual de Campinas, mas, j\u00e1 envolvida na campanha sucess\u00f3ria no Rio Grande do Sul, n\u00e3o chegou a defender tese. A alian\u00e7a entre PDT e PT elegeu Ol\u00edvio Dutra governador e Dilma ocupou, mais uma vez, a Secretaria de Energia, Minas e Comunica\u00e7\u00e3o do estado. Dois anos depois, filiou-se ao PT.<\/p>\n<p>Em 2002, Dilma foi convidada a participar da equipe de transi\u00e7\u00e3o entre os governos de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) e Lula (2003-2010). <\/p>\n<p>Lula a conheceu no Rio Grande do Sul, como secret\u00e1ria de Minas e Energia do governo de Ol\u00edvio Dutra. No governo Lula, tornou-se ministra de Minas e Energia.<\/p>\n<p>Entre 2003 e 2005, com a cria\u00e7\u00e3o do chamado marco regulat\u00f3rio (leis, regulamentos e normas t\u00e9cnicas), comandou uma ampla reformula\u00e7\u00e3o no setor. Al\u00e9m disso, presidiu o Conselho de Administra\u00e7\u00e3o da Petrobras, introduziu o biodiesel na matriz energ\u00e9tica brasileira e criou o programa Luz para Todos.<\/p>\n<p>Em 2005, Lula escolheu Dilma para a chefia da Casa Civil. Nesse cargo, ela assumiu o comando de programas estrat\u00e9gicos como o PAC, Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento, e Minha Casa, Minha Vida &#8211; chegou a ser chamada de &#8220;m\u00e3e do PAC&#8221;.<\/p>\n<p>Ela tamb\u00e9m coordenou a comiss\u00e3o interministerial encarregada de definir as regras para explora\u00e7\u00e3o das reservas de petr\u00f3leo na camada pr\u00e9-sal e integrou a Junta Or\u00e7ament\u00e1ria do Governo.<\/p>\n<p>O ex-ministro das Cidades e ex-governador ga\u00facho Ol\u00edvio Dutra, de 75 anos, que conheceu Dilma na d\u00e9cada de 70, quando presidia o Sindicato dos Banc\u00e1rios de Porto Alegre, falou sobre a capacidade t\u00e9cnica de Dilma.<\/p>\n<p>\u201cDilma tinha um ac\u00famulo de senso cr\u00edtico, um bom cabedal de informa\u00e7\u00f5es e conhecimento. Lembro bem que, na \u00e9poca, laptop era coisa rara. Ela foi uma das primeiras pessoas a utilizar muito bem essa ferramenta. Tinha um arquivo consider\u00e1vel, uma avalia\u00e7\u00e3o sempre segura\u201d. <\/p>\n<p><strong>C\u00e2ncer <\/strong><\/p>\n<p>Com perfil en\u00e9rgico e gerencial, Dilma abandonou o ar sisudo ao revelar que estava com c\u00e2ncer linf\u00e1tico, em 2009.  Fez sess\u00f5es de quimioterapia, perdeu o cabelo e usou peruca por uns tempos. No final daquele ano, os m\u00e9dicos a declararam curada.<\/p>\n<p><strong>Elei\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>No dia 3 de abril de 2010, Dilma, que nunca havia disputado um cargo eletivo, deixou a equipe ministerial para se candidatar \u00e0 Presid\u00eancia da Rep\u00fablica pelo PT, com apoio de Lula.<\/p>\n<p>No segundo turno das elei\u00e7\u00f5es, em 31 de outubro de 2010, Dilma derrotou o ex-governador de S\u00e3o Paulo Jos\u00e9 Serra (PSDB). Aos 63 anos, Dilma Rousseff foi, ent\u00e3o, eleita presidenta da Rep\u00fablica, com quase 56 milh\u00f5es de votos. A primeira mulher a presidir o Brasil.<\/p>\n<p>Em 2013, foi considerada como a segunda mulher mais poderosa do mundo, atr\u00e1s apenas da chanceler alem\u00e3 Angela Merkel, pela revista Forbes.<\/p>\n<p>A reelei\u00e7\u00e3o, conquistada tamb\u00e9m em segundo turno, veio em 2014. No dia 25 de outubro daquele ano, com 54.501.118 votos (51,64%), Dilma foi reeleita, derrotando o ex-governador de Minas Gerais, A\u00e9cio Neves (PSDB), que teve 51.041.155 votos (48,36%).<\/p>\n<p><strong>Impeachment<\/strong><\/p>\n<p>Dos mais de 30 pedidos de impeachment da presidenta Dilma Rousseff que chegaram \u00e0 C\u00e2mara dos Deputados no ano passado, o ent\u00e3o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acolheu apenas o que foi apresentado pelos juristas H\u00e9lio Bicudo, Miguel Reale Jr e Jana\u00edna Paschoal, no dia 21 de outubro. A presidenta foi acusada de crime de responsabilidade fiscal e de edi\u00e7\u00e3o de decretos sem autoriza\u00e7\u00e3o do Legislativo.<\/p>\n<p>Dilma alega inoc\u00eancia, afirmando que n\u00e3o havia infringido a lei, e diz que \u00e9 v\u00edtima de um golpe liderado por Eduardo Cunha e Michel Temer, seu vice-presidente com quem teve uma rela\u00e7\u00e3o conturbada.<\/p>\n<p>Fernando Collor, primeiro presidente eleito por voto direto ap\u00f3s a ditadura militar, foi o primeiro chefe de governo brasileiro afastado do poder em um processo de impeachment.<\/p>\n<p>Com Dilma Rousseff, \u00e9 a segunda vez que um presidente perde o mandato no mesmo tipo de processo. Aprovado na C\u00e2mara e no Senado, o processo entrou na fase de julgamento na \u00faltima quinta-feira (25). Em maio, ela foi afastada temporariamente da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica ap\u00f3s os senadores acatarem o processo.<\/p>\n<p>Com a sa\u00edda de Dilma, encerra-se um ciclo de 13 anos de governos petistas.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/dilma_deixa_cargo_2.jpg\" alt=\"\" \/><em>Dilma Rousseff recebe os cumprimentos de Ricardo Lewandowski (Marcelo Camargo\/Ag\u00eancia Brasil)<\/em><br \/>\n<\/br><\/p>\n<h4><strong>Senado aprova impeachment<\/strong><\/h4>\n<p>Por 61 a 20, o plen\u00e1rio do Senado acaba de decidir pelo impeachment de Dilma Rousseff. N\u00e3o houve absten\u00e7\u00e3o. A posse de Temer ocorrer\u00e1 ainda hoje. O resultado foi comemorado com aplausos por aliados do presidente interino Michel Temer, que cantaram o Hino Nacional. O resultado foi proclamado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que comandou o julgamento.  <\/p>\n<p>Fernando Collor, primeiro presidente eleito por voto direto ap\u00f3s a ditadura militar, foi o primeiro chefe de governo brasileiro afastado do poder em um processo de impeachment, em 1992. Com Dilma Rousseff, \u00e9 a segunda vez que um presidente perde o mandato no mesmo tipo de processo.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/dilma_deixa_cargo_3.jpg\" alt=\"\" \/><em>Dilma durante sess\u00e3o de julgamento do impeachment (Marcelo Camargo\/Ag\u00eancia Brasil)<\/em><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/08\/dilma_deixa_cargo_4.jpg\" alt=\"\" \/><em>O presidente do STF, Ricardo Lewandowski, o advogando Jos\u00e9 Eduardo Cardozo, o senador A\u00e9cio Neves e a presidenta afastada Dilma Rousseff em sess\u00e3o de julgamento do impeachment, no Senado (Fabio Rodrigues Pozzebom\/Ag\u00eancia Brasil)<\/em><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p><em>(Fonte: Ag\u00eancia Brasil)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 1\u00b0 de janeiro de 2011, ao assumir o mandato como primeira presidente mulher do Brasil no Congresso Nacional, Dilma Rousseff citou em seu discurso os versos de Guimar\u00e3es Rosa: &#8220;A vida \u00e9 assim: esquenta e esfria, aperta e da\u00ed afrouxa, sossega e depois desinquieta. 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