{"id":91644,"date":"2016-07-09T19:15:17","date_gmt":"2016-07-09T22:15:17","guid":{"rendered":"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=91644"},"modified":"2016-07-09T19:15:17","modified_gmt":"2016-07-09T22:15:17","slug":"adolescentes-e-a-internet-como-navegar-na-rede-com-seguranca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=91644","title":{"rendered":"Adolescentes e a internet: como navegar na rede com seguran\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p>A tecnologia que conecta pessoas por meio da internet e suas redes sociais pode causar dor de cabe\u00e7a aos pais, professores e pedagogos. Epis\u00f3dios envolvendo\u00a0<em>bullying<\/em>\u00a0virtual, difama\u00e7\u00e3o e a vingan\u00e7a er\u00f3tica, conhecida como\u00a0<em>sexting<\/em>, tem ganhado espa\u00e7o entre os jovens e adolescentes.<\/p>\n<p>De acordo com o psic\u00f3logo e pesquisador da Universidade Federal da Bahia Rodrigo Nejm, diretor de Educa\u00e7\u00e3o da Organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o Governamental (ONG) SaferNet, o vazamento de conte\u00fado \u00edntimo tem superado, em volume, casos registrados em compara\u00e7\u00e3o aos epis\u00f3dios de\u00a0<em>cyberbullying<\/em>, nos \u00faltimos dois anos.<\/p>\n<p>\u201cO fato \u00e9 que os adolescentes se apropriam da internet com uma sensa\u00e7\u00e3o de poder e anonimato, com que aquilo est\u00e1 fazendo est\u00e1 protegido, que n\u00e3o tem consequ\u00eancias. \u00c9 muito enigm\u00e1tico, pois mesmo que conhe\u00e7am o perigo, na hora da brincadeira, do namoro, se exp\u00f5em muito mais a essas situa\u00e7\u00f5es na rede\u201d.<\/p>\n<p>A ONG registrou, no ano passado, 322 atendimentos em seu canal de ajuda sobre situa\u00e7\u00f5es envolvendo o chamado\u00a0<em>sexting<\/em>, quando jovens e adolescentes trocam imagens de si mesmos (com pouca roupa ou nus) e mensagens de texto er\u00f3ticas.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao\u00a0<em>ciberbullying<\/em>, a SaferNet registrou 265 pedidos de ajuda. Em 2014, a SaferNet computou 224 atendimentos por\u00a0<em>sexting<\/em>\u00a0e 177 por<em>ciberbullying<\/em>. Para o especialista, os n\u00fameros s\u00e3o pequenos diante da realidade, mas expressam um \u201cterm\u00f4metro\u201d da atual realidade do pa\u00eds.<\/p>\n<p>A facilidade de acesso \u00e0 internet, a sensa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a provocada pelo uso do celular pessoal, a erotiza\u00e7\u00e3o precoce e a falta de instru\u00e7\u00e3o sobre educa\u00e7\u00e3o sexual est\u00e3o entre os fatores apontados pelo psic\u00f3logo para o aumento dos casos de\u00a0<em>sexting<\/em>.<\/p>\n<p>\u201cCrian\u00e7as acessam a internet pelo celular, essa sensa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a fez com que as pessoas se sentissem mais \u00e0 vontade para compartilhar conte\u00fado \u00edntimo. Atualmente j\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 mais o obst\u00e1culo da\u00a0<em>lan house<\/em>\u00a0ou o computador que era compartilhado por v\u00e1rias pessoas em casa. Al\u00e9m disso, h\u00e1 uma cultura de superexposi\u00e7\u00e3o e erotiza\u00e7\u00e3o precoce da inf\u00e2ncia que estimula ainda mais essa situa\u00e7\u00e3o. O tabu sexual ainda \u00e9 muito grande e nessa fase de experimenta\u00e7\u00e3o, o adolescente est\u00e1 &#8216;fazendo e acontecendo&#8217; na internet com o calor do momento\u201d, analisa Rodrigo Nejm.<\/p>\n<p>Dados do Comit\u00ea Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) apontam que 81,5 milh\u00f5es de brasileiros com mais de 10 anos de idade acessam a internet pelo celular. O n\u00famero representa 47% dessa parcela da popula\u00e7\u00e3o, de acordo com as entrevistas feitas em 19,2 mil domic\u00edlios entre outubro de 2014 e mar\u00e7o de 2015.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/dicas_internet.jpg\" alt=\"\" \/><em>A tecnologia que conecta pessoas por meio da internet e suas redes sociais pode causar dor de cabe\u00e7a aos pais, professores e pedagogos (Foto: Arquivo\/Ag\u00eancia Brasil)<\/em><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p><strong>Pense antes de compartilhar<\/strong><\/p>\n<p>O psic\u00f3logo \u00e9 enf\u00e1tico: o jovem deve pensar antes de compartilhar imagens ou conte\u00fado. \u201cQuando voc\u00ea for compartilhar, publicar, tente pensar um pouco mais do que [apenas] no momento, porque as consequ\u00eancias s\u00e3o muito importantes\u201d, alerta.<\/p>\n<p>\u201cO que nos surpreende nos &#8216;nativos digitais&#8217; \u00e9 que a gente sup\u00f5e que eles s\u00e3o muito habilitados. Uma coisa \u00e9 o tempo de uso e outra coisa \u00e9 a capacidade cr\u00edtica, de reflex\u00e3o, de fazer escolhas conscientes, e ningu\u00e9m aprende sozinho s\u00f3 porque nasceu nesta era digital. Isso exige uma conversa sobre cidadania com pais, familiares. A gente v\u00ea adolescente expondo coment\u00e1rios racistas, homof\u00f3bicos e se arrependem. Tente a reflex\u00e3o antes do clique\u201d,\u00a0 disse Rodrigo Nejm.<\/p>\n<p>Para a procuradora regional da Rep\u00fablica Neide Cardoso, coordenadora nacional do grupo de trabalho de enfrentamento aos crimes cibern\u00e9ticos do Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF), outro aspecto que desperta preocupa\u00e7\u00e3o das autoridades \u00e9 a exposi\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria de informa\u00e7\u00f5es pessoais dos jovens.<\/p>\n<p>\u201cHoje as pessoas colocam a vida toda nas redes sociais. Ali o aliciador, al\u00e9m de visualizar as fotos, tamb\u00e9m tem informa\u00e7\u00e3o da pessoa \u2013 seja da escola, do local, \u00e0s vezes mostra resid\u00eancia. S\u00e3o imagens que acabam identificando\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Preocupado com aumento da criminalidade incentivado pela inseguran\u00e7a da rede, o MPF criou o Projeto Minist\u00e9rio P\u00fablico pela Educa\u00e7\u00e3o Digital nas Escolas. A iniciativa leva informa\u00e7\u00e3o sobre o uso seguro e respons\u00e1vel da internet para professores da rede p\u00fablica e privada de ensino, e j\u00e1 percorreu 12 capitais brasileiras. De acordo com o \u00f3rg\u00e3o, os principais riscos s\u00e3o o aliciamento online; a difus\u00e3o de imagens pornogr\u00e1ficas de crian\u00e7as ou adolescentes e o<em>\u00a0ciberbullying<\/em>.<\/p>\n<p>Segundo a procuradora, os pais devem sempre acompanhar o que seus filhos est\u00e3o fazendo na internet. \u201cA pr\u00f3pria crian\u00e7a acaba dando algum sinal. Quando o pai est\u00e1 se aproximando, desliga o computador, muda a tela, isso \u00e9 um sinal de que alguma coisa est\u00e1 acontecendo. Sempre acompanhar e orientar a crian\u00e7a nesse aspecto: evitar contato com quem n\u00e3o conhe\u00e7a, evitar se expor com fotos que identifiquem fam\u00edlia, escola\u201d, orienta.<\/p>\n<p>Neide Cardoso orienta ainda que jovens evitem se relacionar com pessoas com quem nunca tiveram contato presencial. \u201c[O adolescente] nunca vai saber se quem est\u00e1 do outro lado \u00e9 uma pessoa da idade dela. Normalmente, o aliciador de menor sabe\u00a0ter\u00a0o mesmo n\u00edvel de conversa de uma crian\u00e7a que ele quer iludir. Assim como adultos sofrem crimes de estelionato na internet, fica muito mais dif\u00edcil para uma crian\u00e7a ou adolescente perceber essa situa\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>A procuradora ressalta que o pai ou respons\u00e1vel pelo adolescente que pratica um ato infracional pode ser responsabilizado por danos morais em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 v\u00edtima.<\/p>\n<p>\u201cOs adolescentes t\u00eam muito a ideia de que n\u00e3o v\u00e3o ser pegos, que pode fazer o que quiser na internet que as autoridades n\u00e3o v\u00e3o conseguir identific\u00e1-los, e n\u00f3s, a partir de qualquer den\u00fancia, temos sempre como identificar o agressor. O que \u00e9 mais dif\u00edcil para n\u00f3s \u00e9 justamente chegar \u00e0 den\u00fancia\u201d.<\/p>\n<p><strong>Como lidar com excesso de internet?<\/strong><\/p>\n<p>Segundo Rodrigo Nejm, o essencial para pais e respons\u00e1veis \u00e9 dosar o uso dessas tecnologias com outras experi\u00eancias.<\/p>\n<p>\u201cQuando o pai adota essa tecnologia como principal instrumento isso \u00e9 grav\u00edssimo para inf\u00e2ncia, porque \u00e9 muito limitado do conjunto de est\u00edmulos que oferece para as habilidades cognitivas e sociais para a crian\u00e7a. Se voc\u00ea priva a crian\u00e7a de objetos cognitivos e comportais, se torna o celular e jogos eletr\u00f4nicos a principal oferta de recursos l\u00fadicos \u00e9 uma forma de assassinar a pluralidade cognitiva daquela crian\u00e7a<\/p>\n<p>Para o psic\u00f3logo, os respons\u00e1veis devem limitar o m\u00e1ximo o contato de crian\u00e7as at\u00e9 4 anos com eletr\u00f4nicos e a internet. Aos mais velhos, o ideal \u00e9 dosar o uso e impor limites para que os jovens usu\u00e1rios tenham outras alternativas de lazer, como esporte, m\u00fasica e cultura.<\/p>\n<p>\u201cQuando a crian\u00e7a s\u00f3 socializa pela internet, de fato, ela vai ser prejudicada. A vida vai muito al\u00e9m da internet. Quando ela passa a ser a \u00fanica atra\u00e7\u00e3o, o uso excessivo, pode ser prejudicial ao desenvolvimento daquela crian\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p>A recomenda\u00e7\u00e3o do especialista \u00e9 que a fam\u00edlia crie momentos para que o uso da tecnologia \u00e9 evitado. Refei\u00e7\u00f5es, hor\u00e1rios de descanso e atividades com amigos e familiares devem ser momentos de \u201cdesplugar\u201d para adolescentes.<\/p>\n<p>\u201cOutro exerc\u00edcio muito saud\u00e1vel \u00e9 tentar ficar um dia sem Internet ou celular. Fazer um di\u00e1rio das experi\u00eancias sem o celular, descrever as sensa\u00e7\u00f5es, o que usou, o que mais sentiu falta, o que sentiu de diferen\u00e7a. Esse simples exerc\u00edcio de parar para pensar no seu uso \u00e9 uma forma de administrar o seu pr\u00f3prio uso e analisar qual a qualidade do meu tempo gasto em compara\u00e7\u00e3o a como tenho usado o meu tempo. Os adolescentes precisam a fazer essa reflex\u00e3o, de como eles manejam o seu pr\u00f3prio tempo\u201d.<\/p>\n<p><strong>A fam\u00edlia<\/strong><\/p>\n<p>Bernardo Dicazuza Valocci,\u00a0de 10 anos, usa diariamente suas redes sociais para se comunicar com amigos sobre jogos\u00a0<em>online<\/em>. A banc\u00e1ria Camilla Dicazuza, m\u00e3e do menino, diz que monitora os diversos grupos de Whatsaap que o filho participa para checar se o conte\u00fado \u00e9 adequado e, principalmente, se os contatos s\u00e3o, de fato, da sua idade.<\/p>\n<p>\u201cO tempo que ele passa \u00e9 algo que realmente tem que ser controlado, se deixar ele passa um dia inteiro assistindo v\u00eddeos no YouTube\u201d. Pelo apego do menino, Camilla conta que usa a tecnologia como moeda de troca para barganhar ou punir as atitudes do pr\u00e9-adolescente.<\/p>\n<p>A jornalista Luzia Tremendani \u00e9 m\u00e3e da adolescente Jasmine Tremendani, de 13 anos, e tamb\u00e9m monitora o conte\u00fado e os amigos dela nas redes. Entre os assuntos favoritos da menina est\u00e1 o candombl\u00e9, religi\u00e3o praticada pela jovem.<\/p>\n<p>\u201cDe vez em quando pego o celular e olho como quem ela est\u00e1 falando no WhatsApp, quais s\u00e3o os assuntos. O que eu vejo est\u00e1 dentro da normalidade da idade ela. N\u00e3o tem nada que fuja do que ela deveria vivenciar na idade dela. \u00c0s vezes ela posta coisas exageradas no Facebook e eu mando ela apagar\u201d, disse.<\/p>\n<p>Segundo Luzia, o apego da jovem \u00e0 tecnologia j\u00e1 criou problemas no col\u00e9gio, por utilizar o celular indevidamente dentro da sala de aula. \u201cTomaram o celular dela e, hoje em dia, ela \u00e9 proibida de levar o telefone para a escola. Eu n\u00e3o deixo que ela leve mais\u201d, afirmou.<\/p>\n<p><strong>Perigos da rede<\/strong><\/p>\n<p>Cada passo dado nas redes sociais \u00e9 monitorado. Atualmente, existem ferramentas que mostram desde os v\u00eddeos assistidos, pesquisas realizadas, sites visitados e produtos utilizados no acesso \u00e0 internet. A tecnologia oferece resultados detalhados, que mostram os termos pesquisados, os hor\u00e1rios e frequ\u00eancia com que os sites foram visitados, al\u00e9m do dispositivo e browser usado.<\/p>\n<p>Segundo Rodrigo Nejm, o adolescente deve fazer uma busca para ver como seus dados pessoais est\u00e3o pulverizados na rede. \u201cTudo que eles fazem nesses aparelhos deixa um rastro digital, e eles t\u00eam que saber como isso funciona para que administrem seus pr\u00f3prios rastros, e entenderem a responsabilidade que \u00e9 a sua pr\u00f3pria exposi\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Para o pesquisador, pais devem instruir seus filhos para que saibam lidar com tecnologia e redes sociais. \u201cA quest\u00e3o toda \u00e9 qual a nossa capacidade cr\u00edtica de lidar, proibir n\u00e3o \u00e9 educar. Tem que educar para exercer a liberdade com responsabilidade. Os pais entram em p\u00e2nico querem bloquear tudo, isso n\u00e3o \u00e9 saud\u00e1vel. A gente tem que educar para liberdade e cidadania\u201d, disse.<\/p>\n<p><strong>Dicas de uso para crian\u00e7as e adolescentes<\/strong><\/p>\n<p>&#8211; O que voc\u00ea compartilha na internet com seus amigos n\u00e3o fica s\u00f3 entre voc\u00eas. Informa\u00e7\u00f5es pessoais nas redes sociais se tornam p\u00fablicas.<\/p>\n<p>&#8211; O que voc\u00ea divulga na rede dificilmente ser\u00e1 removido depois.<\/p>\n<p>&#8211; Os \u201ccadeados\u201d e bloqueios de acesso podem ser \u201cquebrados\u201d por pessoas mal-intencionadas.<\/p>\n<p>&#8211; Evite exibir imagens com pouca roupa ou sensuais, pessoas malintencionadas podem distorcer e usar suas imagens para te intimidar e amea\u00e7ar public\u00e1-las.<\/p>\n<p>&#8211; Evite usar\u00a0<em>webcam<\/em>\u00a0com estranhos. Sua imagem pode ser manipulado e voc\u00ea ser amea\u00e7ado de\u00a0ter\u00a0essa foto montada em situa\u00e7\u00f5es humilhantes e divulgada entre amigos e familiares.<\/p>\n<p>&#8211; Bloqueie o contato dos agressores no celular, chat, e-mail e redes de relacionamento.<\/p>\n<p>&#8211; Jamais aceite convite para encontrar presencialmente um amigo virtual sem autoriza\u00e7\u00e3o. Mesmo que v\u00e1 com seus pais ou adultos respons\u00e1veis, v\u00e1 a local p\u00fablico.<\/p>\n<p>&#8211; Quando um conte\u00fado pornogr\u00e1fico (fotos, v\u00eddeos, hist\u00f3rias escritas) envolvem crian\u00e7as e adolescentes na Internet, isso \u00e9 crime! Voc\u00ea pode denunciar no endere\u00e7o www.denuncie.org.br, ligar para o Disque 100, ir a uma delegacia especializada ou se dirigir ao conselho tutelar mais pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p><strong>Quais as situa\u00e7\u00f5es dif\u00edceis voc\u00ea pode encontrar na internet?<\/strong><\/p>\n<p><em>Ciberbullying \u2013 Bullying<\/em>\u00a0virtual. Assim como o\u00a0<em>bullying<\/em>, o\u00a0<em>ciberbullying<\/em>\u00a0tamb\u00e9m \u00e9 uma forma de viol\u00eancia. Consiste em humilha\u00e7\u00f5es e amea\u00e7as de colegas nas redes sociais ou pelo celular.<\/p>\n<p><em>Sexting<\/em>\u00a0\u2013 \u00c9 quando adolescentes e os jovens trocam imagens de si mesmos (com pouca roupa ou nus) e mensagens de texto er\u00f3ticas, com convites e brincadeiras sensuais entre namorados, pretendentes e amigos. Trata-se de fotos e v\u00eddeos feitos com o uso de tecnologias (c\u00e2meras fotogr\u00e1ficas,\u00a0<em>webcam<\/em>\u00a0etc) e trocados atrav\u00e9s da internet e de seus aparelhos celulares.<\/p>\n<p><em>(Fonte: Ag\u00eancia Brasil\/Cartilha Di\u00e1logo Virtual 2.0)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A tecnologia que conecta pessoas por meio da internet e suas redes sociais pode causar dor de cabe\u00e7a aos pais, professores e pedagogos. 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