{"id":76137,"date":"2016-01-06T11:50:21","date_gmt":"2016-01-06T14:50:21","guid":{"rendered":"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=76137"},"modified":"2016-01-06T11:50:21","modified_gmt":"2016-01-06T14:50:21","slug":"peixe-barrigudinho-e-usado-no-combate-aos-criadouros-do-aedes-aegypti","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=76137","title":{"rendered":"Peixe barrigudinho \u00e9 usado no combate aos criadouros do Aedes aegypti"},"content":{"rendered":"<p>Pequenino e faminto, o peixe Poecilia Reticulada \u00e9 mais que um peixinho bonito para aqu\u00e1rios. Tamb\u00e9m conhecido como lebiste ou barrigudinho, ele vem sendo usado h\u00e1 tr\u00eas anos pela Secretaria de Sa\u00fade do munic\u00edpio do Rio de Janeiro na elimina\u00e7\u00e3o de criadouros do mosquito Aedes aegypti. <\/p>\n<p>De r\u00e1pida reprodu\u00e7\u00e3o, os barrigudinhos sobrevivem em locais com pouca oxigena\u00e7\u00e3o e se alimentam de mat\u00e9ria org\u00e2nica, evitando o desenvolvimento das larvas do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.<\/p>\n<p>O coordenador de Vigil\u00e2ncia Ambiental em Sa\u00fade, Marcus Vin\u00edcius Ferreira, informou que, juntamente com uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es e a ajuda da popula\u00e7\u00e3o, o peixinho contribuiu para a importante queda do \u00edndice de infesta\u00e7\u00e3o e casos de dengue na capital fluminense.<\/p>\n<p>\u201cEm qualquer epidemia no passado, o Rio de Janeiro contribu\u00eda com cerca de 55% dos casos do estado. Atualmente, somente os casos da capital contribuem em cerca de 25%. Proporcionalmente, a participa\u00e7\u00e3o do Rio \u00e9 cada vez menor e a popula\u00e7\u00e3o continua crescendo,\u201d afirmou Ferreira.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/peixe_barriguinho.jpg\" alt=\"\" \/><em>Os barrigudinhos sobrevivem em locais com pouca oxigena\u00e7\u00e3o e se alimentam de mat\u00e9ria org\u00e2nica, evitando o desenvolvimento das larvas do mosquito &#8211; Foto: Divulga\u00e7\u00e3o \/ Prefeitura do Rio de Janeiro<\/em><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p>\u201cO peixinho ajuda na elimina\u00e7\u00e3o da prolifera\u00e7\u00e3o do mosquito. Como ele elimina muitas larvas, acaba com uma gera\u00e7\u00e3o de mosquitos. O agente tem certeza do controle nos locais onde est\u00e3o os peixes e podem fazer vistorias com maior qualidade e quantitativo em outros pontos.\u201d Segundo o coordenador, em 2015 foram registrados cerca de 17,7 mil casos de dengue no munic\u00edpio. Em 2012 foram 130 mil.<\/p>\n<p>De acordo com Marcus Vin\u00edcius, alguns desses peixes t\u00eam menos de um cent\u00edmetro e normalmente s\u00e3o confundidos com larvas. Eles s\u00e3o usados principalmente em dep\u00f3sitos, piscinas abandonadas, fontes, charcos e lagos. As inspe\u00e7\u00f5es nesses locais s\u00e3o feitas quinzenalmente. Caso haja necessidade dos peixinhos, a pr\u00f3pria popula\u00e7\u00e3o pode procurar a prefeitura.<\/p>\n<p>Ferreira informou que o peixinho n\u00e3o basta no combate \u00e0 dengue. Acrescentou que a participa\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o na elimina\u00e7\u00e3o do criadouro \u00e9 fundamental. \u201c\u00c9 importante manter a caixa d&#8217;\u00e1gua fechada adequadamente, fazer a limpeza do ralo uma vez por semana.&#8221;<\/p>\n<p>Segundo ele, o percentual de im\u00f3veis pendentes (fechados ou com moradores que n\u00e3o permitem entrada de agentes de sa\u00fade) reduziu nos \u00faltimos anos gra\u00e7as \u00e0 conscientiza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cO percentual era de cerca de 40% e atualmente est\u00e1 abaixo de 20%.\u201d Pedidos de vistoria ou den\u00fancia de focos do Aedes aegypti podem ser feitos \u00e0 Central de Atendimento da Prefeitura (1746). A estimativa \u00e9 que 80% dos criadouros do mosquito est\u00e3o dentro das casas.<\/p>\n<p>Em 2015, foram feitas cerca de 9,6 milh\u00f5es de visitas de inspe\u00e7\u00e3o a im\u00f3veis em toda a cidade, eliminando mais de um milh\u00e3o de dep\u00f3sitos e tratando outros 3,15 milh\u00f5es. Tamb\u00e9m no ano passado, foram feitas mais de 1,1 notifica\u00e7\u00f5es em im\u00f3veis fechados, com 87 publica\u00e7\u00f5es em Di\u00e1rio Oficial do Munic\u00edpio para entrada compuls\u00f3ria. (Ag\u00eancia Brasil)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pequenino e faminto, o peixe Poecilia Reticulada \u00e9 mais que um peixinho bonito para aqu\u00e1rios. Tamb\u00e9m conhecido como lebiste ou barrigudinho, ele vem sendo usado h\u00e1 tr\u00eas anos pela Secretaria de Sa\u00fade do munic\u00edpio do Rio de Janeiro na elimina\u00e7\u00e3o de criadouros do mosquito Aedes aegypti. 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