{"id":50811,"date":"2015-01-22T21:06:37","date_gmt":"2015-01-23T00:06:37","guid":{"rendered":"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=50811"},"modified":"2015-01-22T21:21:13","modified_gmt":"2015-01-23T00:21:13","slug":"universidade-mineira-desenvolve-nova-variedade-de-pequi-sem-espinho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=50811","title":{"rendered":"Universidade mineira desenvolve nova variedade de pequi sem espinho"},"content":{"rendered":"<h4><strong><em>Cultivo come\u00e7ou h\u00e1 mais de 10 anos e foi tema de doutorado. Fruto possui 35 vezes mais poupa e n\u00e3o teve o seu sabor alterado.<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>Um fruto t\u00edpico do cerrado e apreciado por muitos, tem uma nova variedade. O pequi sem espinhos \u00e9 resultado de um trabalho desenvolvido na fazenda \u00c1gua Limpa, campo experimental da Universidade Federal de Uberl\u00e2ndia (UFU). Os resultados podem, no futuro, representar para os apreciadores o fim dos espinhos e para os restaurantes uma op\u00e7\u00e3o diferenciada no card\u00e1pio. S\u00e3o cerca de dez plantas cultivadas na fazenda e a produ\u00e7\u00e3o garante um fruto carnudo e saboroso.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/pequi_sem_espinho_1.jpg\" alt=\"\" \/><em>Cultivo come\u00e7ou h\u00e1 mais de 10 anos e foi tema de doutorado &#8211; Foto: Milton Santos\/Divulga\u00e7\u00e3o UFU<\/em><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p>De acordo com o t\u00e9cnico em agropecu\u00e1ria da UFU, Francisco Raimundo, o &#8220;novo&#8221; pequi tem 35 vezes mais poupa que um \u00fanico fruto do cerrado. Segundo ele, o fato de n\u00e3o ter espinhos, n\u00e3o muda o gosto. &#8220;Ele pode ser consumido in natura. A poupa \u00e9 macia, adocicada e de cheiro mais agrad\u00e1vel&#8221;, disse. <\/p>\n<p>Francisco contou que o cultivo j\u00e1 foi tema de doutorado e deu detalhes da pesquisa que come\u00e7ou h\u00e1 12 anos. O alimento foi encontrado no Parque Ind\u00edgena do Xingu, em S\u00e3o Jos\u00e9 do Xingu, no Mato Grosso. Foi ent\u00e3o que pesquisadores da UFU se empenharam em levar o fruto para o Tri\u00e2ngulo Mineiro. &#8220;O pequi que estamos colhendo \u00e9 fruto de um enxerto de um material trazido da planta do Xingu. N\u00f3s trouxemos, enxertamos e plantamos o material aqui&#8221;, disse. <\/p>\n<p>Entusiasmado com a produ\u00e7\u00e3o do pequizeiro, o t\u00e9cnico acrescentou que, al\u00e9m de dar frutos sem espinho, ele tamb\u00e9m \u00e9 rent\u00e1vel. Como ponto negativo, ele pontuou a dificuldade de produzir mais mudas para atender a popula\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que a semente do pequi demora para germinar. &#8220;E um trabalho melindroso. Depois de colhidos os frutos eles tem que ser levados para o laborat\u00f3rio e despolpados para plantio. Uma semente, depois de plantada, pode levar de um a dez meses para germinar&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/pequi_sem_espinho_2.jpg\" alt=\"\" \/><em>Cultivo come\u00e7ou h\u00e1 mais de 10 anos e foi tema de doutorado &#8211; Foto: Milton Santos\/Divulga\u00e7\u00e3o UFU<\/em><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/pequi_sem_espinho_3.jpg\" alt=\"\" \/><em>Cultivo come\u00e7ou h\u00e1 mais de 10 anos e foi tema de doutorado &#8211; Foto: Milton Santos\/Divulga\u00e7\u00e3o UFU<\/em><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/pequi_sem_espinho_4.jpg\" alt=\"\" \/><em>Cultivo come\u00e7ou h\u00e1 mais de 10 anos e foi tema de doutorado &#8211; Foto: Milton Santos\/Divulga\u00e7\u00e3o UFU<\/em><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/pequi_sem_espinho_5.jpg\" alt=\"\" \/><em>Cultivo come\u00e7ou h\u00e1 mais de 10 anos e foi tema de doutorado &#8211; Foto: Milton Santos\/Divulga\u00e7\u00e3o UFU<\/em><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2015\/01\/pequi_sem_espinho_6.jpg\" alt=\"\" \/><em>Cultivo come\u00e7ou h\u00e1 mais de 10 anos e foi tema de doutorado &#8211; Foto: Milton Santos\/Divulga\u00e7\u00e3o UFU<\/em><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p><strong><em>(TV Integra\u00e7\u00e3o)<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cultivo come\u00e7ou h\u00e1 mais de 10 anos e foi tema de doutorado. 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