{"id":40683,"date":"2014-09-25T22:01:19","date_gmt":"2014-09-26T01:01:19","guid":{"rendered":"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=40683"},"modified":"2014-09-25T22:01:19","modified_gmt":"2014-09-26T01:01:19","slug":"agua-ate-quando-a-teremos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=40683","title":{"rendered":"\u00c1gua: at\u00e9 quando a teremos?"},"content":{"rendered":"<h4><strong><em>Seca motiva reflex\u00e3o sobre temas como escassez, desperd\u00edcio e polui\u00e7\u00e3o. Atua\u00e7\u00e3o dos Comit\u00eas da Bacia Hidrogr\u00e1fica do Rio Doce j\u00e1 apresenta importantes resultados<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>As escassas chuvas ao longo do ano trouxeram \u00e0 tona a discuss\u00e3o a respeito da \u00e1gua no Brasil. Em algumas regi\u00f5es do pa\u00eds j\u00e1 se fala em falta de \u00e1gua. Os reservat\u00f3rios das usinas hidrel\u00e9tricas tamb\u00e9m est\u00e3o baixos, o que fez renascer o medo de um apag\u00e3o. Tudo isso, associado ao desperd\u00edcio e \u00e0 polui\u00e7\u00e3o dos rios brasileiros, decorrente, sobretudo, da falta de tratamento de esgoto, tem se refletido em um cen\u00e1rio nada agrad\u00e1vel.<\/p>\n<p>Tanto \u00e9 assim que a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) estima que at\u00e9 2050 mais de 45% da popula\u00e7\u00e3o mundial n\u00e3o ter\u00e1 acesso \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel. Para reverter esse cen\u00e1rio, \u00e9 preciso muito trabalho, que vai desde a conscientiza\u00e7\u00e3o acerca do desperd\u00edcio, at\u00e9 \u00e0 necessidade de grandes obras estruturais para minimizar o impacto do desenvolvimento no meio ambiente e, desse modo, possibilitar a recupera\u00e7\u00e3o das bacias hidrogr\u00e1ficas brasileiras como um todo.<\/p>\n<p>Na Bacia Hidrogr\u00e1fica do Rio Doce, cujo rio principal \u00e9 o 10\u00ba mais polu\u00eddo do pa\u00eds, a atua\u00e7\u00e3o dos Comit\u00eas de Bacia j\u00e1 est\u00e1 trazendo resultados. Em 2011, o Comit\u00ea de Integra\u00e7\u00e3o da Bacia Hidrogr\u00e1fica do Rio Doce (CBH-Doce), assim como todos os Comit\u00eas das suas sub-bacias, deliberou e definiu crit\u00e9rios para a cobran\u00e7a pelo uso da \u00e1gua. Isso significa que as atividades econ\u00f4micas que utilizam a \u00e1gua em sua cadeia produtiva, em uma vaz\u00e3o superior a um litro por segundo em Minas Gerais e 1,5 litro por segundo no Esp\u00edrito Santo, considerado uso significante, devem pagar pela utiliza\u00e7\u00e3o do recurso. Todo o valor arrecadado deve, obrigatoriamente, ser investido na pr\u00f3pria bacia, visando \u00e0 melhoria da qualidade e da quantidade de \u00e1gua. Na por\u00e7\u00e3o mineira da Bacia do Doce, a cobran\u00e7a j\u00e1 est\u00e1 implantada e, no Esp\u00edrito Santo, os comit\u00eas j\u00e1 come\u00e7am a discutir os crit\u00e9rios para a implementa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A aplica\u00e7\u00e3o desses recursos arrecadados tamb\u00e9m \u00e9 decidida no \u00e2mbito dos Comit\u00eas, que possuem como norteador o Plano Integrado de Recursos H\u00eddricos da Bacia do Rio Doce (PIRH Doce). Nesse documento, h\u00e1 um diagn\u00f3stico ambiental da regi\u00e3o, que abrange uma extens\u00e3o territorial de 83.430 Km2, com 86% do sua \u00e1rea de drenagem em Minas Gerais e 14% no Espirito Santo, e tem um alcance de 230 munic\u00edpios, sendo 202 mineiros e 28 capixabas. E h\u00e1 ainda os planos e projetos de recupera\u00e7\u00e3o da Bacia.<\/p>\n<h4>Saneamento<\/h4>\n<p>Segundo a Associa\u00e7\u00e3o Mineira de Munic\u00edpios, 90% das cidades do Estado n\u00e3o possuem o Plano Municipal de Saneamento B\u00e1sico (PMSB), que, com a Lei 11.445 de 2007, passou a ser exigido para que os munic\u00edpios possam pleitear recursos federais para fins de saneamento b\u00e1sico. Uma das raz\u00f5es para a n\u00e3o exist\u00eancia do plano \u00e9 a falta de verba destinada \u00e0 sua elabora\u00e7\u00e3o. Cientes disso, os Comit\u00eas da Bacia do Doce deliberaram o investimento de recursos oriundos da cobran\u00e7a pelo uso da \u00e1gua para a confec\u00e7\u00e3o dos PMSBs, que ser\u00e3o doados aos munic\u00edpios selecionados e hierarquizados em cada uma das sub-bacias.<\/p>\n<p>Em toda a Bacia do Rio Doce, 57 cidades j\u00e1 iniciaram a elabora\u00e7\u00e3o dos planos, num total de mais de R$ 9 milh\u00f5es investidos. A expectativa \u00e9 de que 155 munic\u00edpios, pertencentes \u00e0s Bacias dos Rios Piranga, Piracicaba, Santo Ant\u00f4nio, Sua\u00e7u\u00ed, Caratinga, Manhua\u00e7u, Guandu e S\u00e3o Jos\u00e9, sejam contemplados pelo Programa de Universaliza\u00e7\u00e3o do Saneamento (P41), descrito no PIRH-Doce, e mais de R$ 25 milh\u00f5es destinados pelos comit\u00eas a serem aplicados no programa. Tr\u00eas munic\u00edpios, pertencentes \u00e0 Bacia do Rio Piracicaba, j\u00e1 est\u00e3o na fase final da elabora\u00e7\u00e3o. S\u00e3o eles: Bom Jesus do Amparo, Catas Altas e Bar\u00e3o de Cocais.<\/p>\n<p>Os Planos Municipais de Saneamento B\u00e1sico estabelecem as diretrizes para os projetos de saneamento b\u00e1sico necess\u00e1rios \u00e0 cidade, contemplando quatro eixos: abastecimento de \u00e1gua pot\u00e1vel, esgotamento sanit\u00e1rio, manejo de res\u00edduos s\u00f3lidos urbanos (lixo) e drenagem e manejo das \u00e1guas pluviais urbanas. A sele\u00e7\u00e3o e a hierarquiza\u00e7\u00e3o dos munic\u00edpios a serem contemplados foram feitas conforme edital de chamamento p\u00fablico, em processo coordenado pelos Comit\u00eas, que realizaram um grande trabalho de mobiliza\u00e7\u00e3o junto aos gestores municipais. Os PMSBs est\u00e3o sendo constru\u00eddos com ampla participa\u00e7\u00e3o dos munic\u00edpios, inclusive por meio de oficinas e audi\u00eancias populares para levantamento das necessidades locais de saneamento.<\/p>\n<h4>Uso Racional da \u00c1gua na Agricultura<\/h4>\n<p>Em algumas regi\u00f5es da Bacia Hidrogr\u00e1fica do Rio Doce, como no interior do Esp\u00edrito Santo, j\u00e1 come\u00e7am a surgir conflitos pelo uso da \u00e1gua, decorrentes de sua escassez. E uma das atividades econ\u00f4micas que mais sofrem com a falta de \u00e1gua \u00e9 a agricultura. Em aten\u00e7\u00e3o a esse problema, o Plano Integrado de Recursos H\u00eddricos da Bacia do Rio Doce (PIRH-Doce) conta com um projeto que estimula o Uso Racional da \u00c1gua na Agricultura, idealizado para diminuir o impacto das demandas de irriga\u00e7\u00e3o sobre as vaz\u00f5es dos rios, sobretudo onde o balan\u00e7o h\u00eddrico j\u00e1 \u00e9 considerado desfavor\u00e1vel.<\/p>\n<p>O Programa, que ser\u00e1 implementado em seis Comit\u00eas de Bacias dos rios afluentes, em Minas Gerais e no Esp\u00edrito Santo, \u00e9 desenvolvido pelo IBIO AGB-Doce (entidade equiparada e delegat\u00e1ria de fun\u00e7\u00f5es de Ag\u00eancia de \u00c1gua da bacia hidrogr\u00e1fica do Rio Doce). A proposta \u00e9 aliar \u00e0 irriga\u00e7\u00e3o tecnologias modernas e processos de conserva\u00e7\u00e3o da \u00e1gua, sem danos \u00e0 produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola e ainda com redu\u00e7\u00e3o de custos.<\/p>\n<p>Em 2013, ap\u00f3s processo de licita\u00e7\u00e3o, o IBIO-AGB Doce contratou a Funda\u00e7\u00e3o Arthur Bernardes (FUNARBE), empresa vinculada \u00e0 Universidade Federal de Vi\u00e7osa (UFV), que desenvolveu o Irrig\u00e2metro. Constitu\u00eddo de um evapor\u00edmetro e um pluvi\u00f4metro, o aparelho determina com precis\u00e3o a necessidade de irriga\u00e7\u00e3o e a quantidade de \u00e1gua ideal a cada lavoura. Sua inova\u00e7\u00e3o consiste na f\u00e1cil utiliza\u00e7\u00e3o, uma vez que n\u00e3o requer opera\u00e7\u00f5es matem\u00e1ticas, como outros dispositivos com a mesma fun\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No ano passado, foram instalados aproximadamente 80 irrig\u00e2metros, sem qualquer \u00f4nus para os produtores, sendo j\u00e1 atendidas 36 propriedades nas bacias do Rio Guandu (ES) e 37 na bacia do Rio Caratinga (MG), conforme indica\u00e7\u00e3o dos respectivos Comit\u00eas de Bacia. Os recursos investidos tamb\u00e9m s\u00e3o provenientes da cobran\u00e7a pelo uso da \u00e1gua na macrobacia do Rio Doce.<\/p>\n<p>A expectativa \u00e9 de que, at\u00e9 2015, 240 propriedades rurais receb\u00e3o a nova tecnologia. Este ano, devem ser contempladas 40 na bacia do Rio Manhua\u00e7u (MG) e 40 na bacia do Rio Santa Maria do Doce (ES) e, no pr\u00f3ximo, 40 na bacia do Rio Sua\u00e7u\u00ed (MG) e 40 na bacia do Rio S\u00e3o Jos\u00e9 (ES). O Programa de Incentivo ao Uso Racional da \u00c1gua na Agricultura inclui, ainda, estudos e diagn\u00f3sticos sobre capta\u00e7\u00e3o e condu\u00e7\u00e3o da \u00e1gua, sistemas de irriga\u00e7\u00e3o e potencial de polui\u00e7\u00e3o por insumos agr\u00edcolas, entre outras a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h4>Produtor de \u00c1gua<\/h4>\n<p>O Comit\u00ea de Bacia Hidrogr\u00e1fica do Rio Piracicaba (CBH-Piracicaba) deu in\u00edcio a mais uma a\u00e7\u00e3o para a recupera\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o dos recursos h\u00eddricos em sua \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o. Trata-se do Programa Produtor de \u00c1gua, tamb\u00e9m previsto no PIRH-Doce, que consiste em remunerar os produtores rurais por a\u00e7\u00f5es relacionadas ao uso e \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o do solo e \u00e0 melhoria das condi\u00e7\u00f5es ambientais da propriedade, resultando, a longo prazo, na melhoria da qualidade das \u00e1guas para o abastecimento da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>O ponto de partida para o programa \u00e9 o ribeir\u00e3o Candid\u00f3polis, principal manancial respons\u00e1vel pelo abastecimento da cidade de Itabira (o munic\u00edpio j\u00e1 sofre consequ\u00eancias da seca). Com uma \u00e1rea superior a 3 mil hectares, a bacia do ribeir\u00e3o Candid\u00f3polis teve sua cobertura original substitu\u00edda por pastagens, apresentando problemas de eros\u00e3o do solo e compacta\u00e7\u00e3o de extensas \u00e1reas, o que dificulta a infiltra\u00e7\u00e3o das \u00e1guas pluviais, levando ao seu escoamento. O uso de agrot\u00f3xicos e a aus\u00eancia de a\u00e7\u00f5es de conserva\u00e7\u00e3o dos solos, bem como de infraestrutura de saneamento rural, s\u00e3o os principais problemas a serem resolvidos na regi\u00e3o.<\/p>\n<p><center><strong><\/p>\n<h1>Seca na Bacia do Rio Doce: munic\u00edpios em alerta!<\/h1>\n<p><\/strong><\/center><\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o da seca, antes mais grave em S\u00e3o Paulo, j\u00e1 come\u00e7a a afetar outras partes do pa\u00eds, inclusive a Bacia do Rio Doce. Diversas cidades da regi\u00e3o j\u00e1 est\u00e3o alertando a popula\u00e7\u00e3o sobre a import\u00e2ncia de economizar \u00e1gua, e h\u00e1 munic\u00edpios em que j\u00e1 se registra o racionamento. Isso sem contar nos preju\u00edzos \u00e0 qualidade da \u00e1gua, decorrente da prolifera\u00e7\u00e3o de microrganismos que afetam a colora\u00e7\u00e3o, o cheiro e o sabor, como as cianobact\u00e9rias.<\/p>\n<h4>Bombas flutuantes s\u00e3o alternativa para abastecimento em Colatina<\/h4>\n<p>O per\u00edodo de estiagem afetou a rotina do prestador de servi\u00e7o de abastecimento de \u00e1gua de Colatina. A diminui\u00e7\u00e3o na vaz\u00e3o do rio causou preju\u00edzos na capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e foi preciso a utiliza\u00e7\u00e3o de bombas flutuantes para amenizar a situa\u00e7\u00e3o. Outra alternativa foi o aumento da capacidade dos reservat\u00f3rios do munic\u00edpio. A regi\u00e3o norte da cidade \u00e9 a mais afetada pela estiagem. Segundo informa\u00e7\u00f5es da prefeitura, o n\u00edvel do rio est\u00e1 abaixo do normal, chegando a atingir a marca de 35 cm e vaz\u00e3o de 175m\u00b3, sendo a vaz\u00e3o normal do rio de 400m\u00b3. Por m\u00eas, s\u00e3o captados do rio 800 mil litros\/m\u00b3 de \u00e1gua para o abastecimento de 29 mil usu\u00e1rios. Programas de conscientiza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o sobre a import\u00e2ncia da economia de \u00e1gua est\u00e3o sendo desenvolvidos pelo munic\u00edpio.<\/p>\n<h4>Prefeitura de Governador Valadares alerta sobre import\u00e2ncia da economia de \u00e1gua<\/h4>\n<p>Em Governador Valadares, o n\u00edvel do Rio Doce \u00e9 motivo de preocupa\u00e7\u00e3o. A prefeitura do munic\u00edpio, que faz parte da Bacia Hidrogr\u00e1fica do Rio Sua\u00e7u\u00ed, emitiu um alerta sobre a import\u00e2ncia da economia de \u00e1gua durante o per\u00edodo de estiagem. Segundo a administra\u00e7\u00e3o municipal, o n\u00edvel do rio est\u00e1 cerca de 15 cm negativos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 r\u00e9gua do SAAE e a capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua est\u00e1 em 1050 litros por segundo, quando o normal para o abastecimento seria de 1200 litros por segundo. Em fun\u00e7\u00e3o da falta de chuva, n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o para a normaliza\u00e7\u00e3o da capta\u00e7\u00e3o e da distribui\u00e7\u00e3o de \u00e1gua na cidade.<\/p>\n<h4>Itabira sofre reflexos da estiagem no Estado<\/h4>\n<p>Moradores de Itabira, munic\u00edpio pertencente \u00e0 Bacia Hidrogr\u00e1fica do Rio Piracicaba (afluente do Doce), j\u00e1 sentem os efeitos da seca que afeta a regi\u00e3o Sudeste do pa\u00eds. A prefeitura do munic\u00edpio anunciou, no dia 16 de setembro, que precisar\u00e1 restringir o abastecimento de \u00e1gua, por per\u00edodo indeterminado. O racionamento funcionar\u00e1 das 13h \u00e0s 20h e, em fun\u00e7\u00e3o da interrup\u00e7\u00e3o no abastecimento e da diminui\u00e7\u00e3o do volume de \u00e1gua nas tubula\u00e7\u00f5es, a \u00e1gua poder\u00e1 apresentar altera\u00e7\u00f5es na qualidade, como turbidez.<\/p>\n<h4>Per\u00edodo de seca provoca queda na capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua em Manhua\u00e7u<\/h4>\n<p>No munic\u00edpio de Manhua\u00e7u, o per\u00edodo de estiagem registrado na regi\u00e3o tem refletido diretamente na capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua do munic\u00edpio. Com a diminui\u00e7\u00e3o da vaz\u00e3o do rio, que comp\u00f5e a Bacia Hidrogr\u00e1fica do Rio Manhua\u00e7u (afluente do Doce), a capta\u00e7\u00e3o registrou queda de cerca de tr\u00eas milh\u00f5es de litros por dia, o que equivale ao consumo di\u00e1rio de aproximadamente 16 mil pessoas. O Servi\u00e7o Aut\u00f4nomo de \u00c1gua e Esgoto (SAAE) da cidade tem estudado medidas, a curto prazo, para minimizar os efeitos da seca. Mudan\u00e7as na capta\u00e7\u00e3o e reserva\u00e7\u00e3o de \u00e1gua em Manhua\u00e7u tamb\u00e9m est\u00e3o sendo avaliadas. Alguns bairros j\u00e1 sofrem preju\u00edzos no abastecimento e um rod\u00edzio est\u00e1 sendo realizado para que todos os munic\u00edpios possam receber \u00e1gua de forma equilibrada.<\/p>\n<p><strong><em>(Por Isabela Lobo \/ Foto: Diego Souza &#8211; G1)<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Seca motiva reflex\u00e3o sobre temas como escassez, desperd\u00edcio e polui\u00e7\u00e3o. Atua\u00e7\u00e3o dos Comit\u00eas da Bacia Hidrogr\u00e1fica do Rio Doce j\u00e1 apresenta importantes resultados As escassas chuvas ao longo do ano trouxeram \u00e0 tona a discuss\u00e3o a respeito da \u00e1gua no Brasil. Em algumas regi\u00f5es do pa\u00eds j\u00e1 se fala em falta de \u00e1gua. 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