{"id":37119,"date":"2014-08-12T17:52:05","date_gmt":"2014-08-12T20:52:05","guid":{"rendered":"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=37119"},"modified":"2014-08-12T17:52:05","modified_gmt":"2014-08-12T20:52:05","slug":"minas-gerais-podera-investir-na-producao-de-camaroes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=37119","title":{"rendered":"Minas Gerais poder\u00e1 investir na produ\u00e7\u00e3o de camar\u00f5es"},"content":{"rendered":"<h4><strong><em>UFMG est\u00e1 desenvolvendo projeto para tornar cria\u00e7\u00e3o vi\u00e1vel economicamente<\/em><\/strong><\/h4>\n<p>Camar\u00f5es \u2013 crust\u00e1ceos tradicionais das \u00e1guas quentes do Nordeste \u2013 poder\u00e3o ser criados em Minas Gerais e entregues frescos direto ao consumidor ou supermercados. Professores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) est\u00e3o desenvolvendo um projeto para tornar vi\u00e1vel economicamente a produ\u00e7\u00e3o de camar\u00f5es fora do mar. A estimativa \u00e9 que a implanta\u00e7\u00e3o inicial do projeto custe, para o produtor, entre R$ 80 mil e R$ 100 mil.<\/p>\n<p>Quem explica \u00e9 o professor de maricultura do Laborat\u00f3rio de Aquacultura da Escola de Veterin\u00e1ria da UFMG, Kleber Campos Miranda Filho. \u201cAcreditamos que o investimento compense, pois o pre\u00e7o do quilo do camar\u00e3o congelado nos supermercados est\u00e1 em torno de R$80. E a cria\u00e7\u00e3o pode ser feita at\u00e9 em pequenas propriedades, pois \u00e9 poss\u00edvel uma produ\u00e7\u00e3o entre 300 e 400 crust\u00e1ceos por metro quadrado em pequenos tanques, com duas a tr\u00eas safras por ano. Estamos fazendo os testes em tanques parecidos com caixas d\u2019\u00e1gua e estamos tendo sucesso\u201d, explica o professor\u201d.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/camaroes_em_mg.jpg\" alt=\"\" \/><em>Professor Kl\u00e9ber Filho (centro) quer criar pacote de servi\u00e7os para produtor que quiser investir &#8211; Foto: Douglas Magno \/ Jornal O Tempo<\/em><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p>Com recursos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq), o pr\u00f3ximo passo \u00e9 criar estufas, j\u00e1 que n\u00e3o basta ter um ambiente aqu\u00e1tico ideal. \u00c9 preciso manter a temperatura quente como os camar\u00f5es gostam.<\/p>\n<h4>Inven\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>Os camar\u00f5es da UFMG s\u00e3o da esp\u00e9cie marinha \u2018Litopenaeus vannamei\u2019, vindos de \u00e1guas mexicanas. \u00c9 o tipo mais cultivado no mundo, e precisa de \u00e1guas em temperaturas mais quentes para sobreviver, como o mar do Nordeste \u2013 principal produtor de camar\u00f5es brasileiros.<\/p>\n<p>Para recriar o ambiente aqu\u00e1tico ideal para que eles sobrevivam como se estivessem no mar, foi criada, nos Estados Unidos, uma tecnologia chamada \u201cbiofloco\u201d, que \u00e9 uma cultura de bact\u00e9rias e protozo\u00e1rios que limpam os tanques e, ao mesmo tempo, alimentam os camar\u00f5es. Essa tecnologia foi trazida ao Brasil pelo professor Wilson Wasielesky, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS).<\/p>\n<p>O professor Kleber Campos, que \u00e9 ga\u00facho, trouxe o experimento para Belo Horizonte, e desenvolve a pesquisa com a professora Cintia Nakayama. \u201cA ideia \u00e9 desenvolver um pacote de servi\u00e7os de orienta\u00e7\u00e3o e assist\u00eancia t\u00e9cnica prestado por professores e alunos da UFMG voltado ao produtor que quiser investir em camar\u00e3o\u201d, afirma.<\/p>\n<p><strong><em>(O Tempo)<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>UFMG est\u00e1 desenvolvendo projeto para tornar cria\u00e7\u00e3o vi\u00e1vel economicamente Camar\u00f5es \u2013 crust\u00e1ceos tradicionais das \u00e1guas quentes do Nordeste \u2013 poder\u00e3o ser criados em Minas Gerais e entregues frescos direto ao consumidor ou supermercados. 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