{"id":186085,"date":"2022-01-22T10:31:14","date_gmt":"2022-01-22T13:31:14","guid":{"rendered":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=186085"},"modified":"2022-01-22T10:32:23","modified_gmt":"2022-01-22T13:32:23","slug":"brasileira-descobre-25-asteroides","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=186085","title":{"rendered":"Brasileira descobre 25 asteroides"},"content":{"rendered":"\n<p>\u00c9 entre microsc\u00f3pios e telesc\u00f3pios que a estudante de medicina Verena Paccola Menezes, de 22 anos, passa boa parte de seu tempo. Se, por um lado, o primeiro instrumento a ajuda nos caminhos que trilha para se tornar uma neurocirurgi\u00e3, \u00e9 pelo telesc\u00f3pio que ela anteviu uma outra possibilidade: a medicina espacial, paix\u00e3o que surgiu ap\u00f3s, nos momentos de hobby, ter descoberto 25 asteroides. Um deles, classificado como raro pela \u00f3rbita diferenciada que poder\u00e1 coloc\u00e1-lo na dire\u00e7\u00e3o da Terra.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\"><ul class=\"blocks-gallery-grid\"><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"678\" height=\"406\" src=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/brasileira_asteroides.jpg\" alt=\"\" data-id=\"186086\" data-full-url=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/brasileira_asteroides.jpg\" data-link=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?attachment_id=186086\" class=\"wp-image-186086\" srcset=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/brasileira_asteroides.jpg 678w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/brasileira_asteroides-300x180.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 678px) 100vw, 678px\" \/><figcaption class=\"blocks-gallery-item__caption\"><em>Verena Paccola &#8211; Foto: Neila Rocha \/ ASCOM\/SEAPC\/MCTI<\/em><\/figcaption><\/figure><\/li><\/ul><\/figure>\n\n\n\n<p>Nos momentos livres, Verena \u00e9 uma \u201cca\u00e7adora de asteroides\u201d. Mas a verdade \u00e9 que ela, desde crian\u00e7a, sempre se considerou uma cientista.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA ci\u00eancia sempre esteve presente na minha vida. Nem lembro quando comecei a me interessar. Brinco que j\u00e1 nasci cientista porque, para mim, fazer ci\u00eancia e ser cientista \u00e9 fazer perguntas, questionar o mundo e ir atr\u00e1s das respostas por conta pr\u00f3pria, sem se contentar com o superficial. Sempre vivi dessa forma. Sempre fui uma crian\u00e7a muito curiosa para descobrir o mundo\u201d, disse a estudante de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), que \u00e9 tamb\u00e9m t\u00e9cnica de Enfermagem.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Brinquedo na escola<\/h2>\n\n\n\n<p>Verena ganhou o primeiro microsc\u00f3pio quando tinha apenas 4 anos de idade. \u201cEu o levava como brinquedo para a escola, enquanto minhas amigas levavam bonecas e jogos\u201d, lembra. O telesc\u00f3pio veio um pouco depois, aos 8 anos. \u201cTenho ele at\u00e9 hoje no meu quarto principalmente para olhar a Lua\u201d, disse a estudante, que h\u00e1 dois anos cursa a faculdade da USP em Ribeir\u00e3o Preto, onde faz pesquisas sobre Alzheimer.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMicrosc\u00f3pio e telesc\u00f3pio representam coisas diferentes na minha vida. O microsc\u00f3pio \u00e9 mais voltado para minha profiss\u00e3o porque envolve o que quero trabalhar, que \u00e9 a medicina e a \u00e1rea acad\u00eamica. O telesc\u00f3pio \u00e9 mais um hobby, devido \u00e0 minha curiosidade \u2013 o que abrange tamb\u00e9m c\u00e9u e espa\u00e7o. Sempre tive curiosidade para saber o que existe para al\u00e9m do que a gente pode ver. Amo os dois instrumentos\u201d, resume ela \u00e0\u00a0Ag\u00eancia Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>O curso t\u00e9cnico de enfermagem foi feito durante o ensino m\u00e9dio, na Unicamp entre 2015 e 2017. Foi ali que ela come\u00e7ou a viver o ambiente hospitalar de forma mais profissional para, em seguida, j\u00e1 formada e no Hospital Albert Einstein (SP), fazer pesquisas na \u00e1rea de neuroci\u00eancia computacional para crian\u00e7as do espectro autista.<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2019, representou o Brasil na Assembleia da Juventude nas Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) e se mudou para o Canad\u00e1, onde iniciou gradua\u00e7\u00e3o em neuroci\u00eancia. \u201cS\u00f3 que sempre sonhei em fazer medicina na USP, o que acabou voltando aos meus planos ap\u00f3s ter de retornar ao Brasil porque, em termos financeiros, estava invi\u00e1vel continuar no Canad\u00e1\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Recome\u00e7o<\/h2>\n\n\n\n<p>O problema \u00e9 que a jovem, que j\u00e1 era uma pesquisadora, teve de come\u00e7ar tudo de novo, para entrar na USP. \u201cFazia muito tempo que eu tinha feito o curso m\u00e9dio, e j\u00e1 n\u00e3o lembrava bem do conte\u00fado. Tive de reaprender tudo do zero. N\u00e3o foi uma fase legal, depois de fazer tanta pesquisa, voltar a estudar as mat\u00e9rias do ensino m\u00e9dio. Vivi muita press\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>E foi exatamente a ang\u00fastia de n\u00e3o praticar ci\u00eancia que a fez avan\u00e7ar em uma outra paix\u00e3o: a astronomia. \u201cEu precisava de algo cient\u00edfico para me estimular. Foi quando me deparei, em um grupo de Whatsapp, com essa oportunidade de aprender a ca\u00e7ar asteroide\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela fez ent\u00e3o todo um treinamento que a capacitou para o novo&nbsp;<em>hobby<\/em>. \u201cGostei muito disso. Depois de capacitada, comecei a usar o&nbsp;<em>software<\/em>&nbsp;que eles usam para ca\u00e7ar asteroides. Eu recebia imagens tiradas por um telesc\u00f3pio do Hava\u00ed. Cada pacote de imagens feitas pelo telesc\u00f3pio era composto de quatro imagens tiradas com diferen\u00e7a de segundos. Eu pegava esse pacote de imagens e o jogava no&nbsp;<em>software<\/em>&nbsp;que as piscava seguidamente, em ordem. Como elas tinham diferen\u00e7a de tempo, dava para perceber se alguma coisa se movia no Espa\u00e7o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando Verena encontrava algum pontinho se movimentando, fazia a an\u00e1lise num\u00e9rica do objeto para ver se ele se encaixava nos padr\u00f5es de um asteroide. Caso o resultado fosse positivo, ela gerava um relat\u00f3rio e o enviava para o centro internacional que estuda isso em Harvard (EUA).<\/p>\n\n\n\n<p>Foi dessa forma que ela descobriu nada menos que 25 novos asteroides. Diante do feito, foi convidada, em dezembro do ano passado, a receber uma medalha de ordem ao m\u00e9rito, dada pelo Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00f5es, em Bras\u00edlia, durante a Semana Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\"><ul class=\"blocks-gallery-grid\"><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"754\" height=\"503\" src=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/brasileira_asteroides1.jpg\" alt=\"\" data-id=\"186087\" data-full-url=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/brasileira_asteroides1.jpg\" data-link=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?attachment_id=186087\" class=\"wp-image-186087\" srcset=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/brasileira_asteroides1.jpg 754w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/brasileira_asteroides1-300x200.jpg 300w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/brasileira_asteroides1-696x464.jpg 696w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/brasileira_asteroides1-630x420.jpg 630w\" sizes=\"auto, (max-width: 754px) 100vw, 754px\" \/><figcaption class=\"blocks-gallery-item__caption\"><em>Foto: Neila Rocha \/ ASCOM\/SEAPC\/MCTI<\/em><\/figcaption><\/figure><\/li><\/ul><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Asteroide raro<\/h2>\n\n\n\n<p>\u201cAcabei recebendo mais que uma medalha. Quando achei que a premia\u00e7\u00e3o tinha acabado, me chamaram novamente ao palco para receber um trof\u00e9u. Foi ali que me contaram que eu havia descoberto um asteroide importante e raro, que segue uma \u00f3rbita diferente em torno do Sol\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Normalmente os asteroides do Sistema Solar est\u00e3o localizados entre Marte e J\u00fapiter, onde fica o chamado Cintur\u00e3o Principal. Um dos asteroides descobertos por Verena seguia uma \u00f3rbita diferente da dos demais, o que aumenta as possibilidades de sua rota coincidir com a do planeta Terra.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAgora a gente tem de ver para onde ele est\u00e1 indo, de forma a prever poss\u00edveis impactos com a Terra. N\u00e3o sei se isso vai acontecer. A possibilidade existe, mas se a gente olhar para as dimens\u00f5es do Universo, vemos que a probabilidade \u00e9 muito pequena\u201d, diz ela, esperan\u00e7osa de que sua descoberta n\u00e3o seja algo apocal\u00edptico semelhante \u00e0 hist\u00f3ria contada no filme N\u00e3o Olhe para o Cima, na qual uma pesquisadora descobre um cometa com rota em dire\u00e7\u00e3o a Terra, que dar\u00e1 fim \u00e0 vida no planeta.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cFiquei chocada com esse filme. Ele \u00e9 muito bom at\u00e9 do ponto de vista cient\u00edfico. \u00c9 tamb\u00e9m o retrato da sociedade e da mulher na ci\u00eancia. Claro que me identifiquei muito com a personagem por tamb\u00e9m ser uma mulher na ci\u00eancia. E, na ci\u00eancia, as mulheres, al\u00e9m de n\u00e3o serem ouvidas, vivem em um contexto no qual \u00e9 o homem quem leva a maioria dos cr\u00e9ditos. No filme, ela inclusive foi tachada de louca\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o da estudante ca\u00e7adora de asteroides, o filme vai al\u00e9m, abordando a humanidade atual como um todo. \u201cFala muito sobre essa onda negacionista que vivemos no Brasil. D\u00e1 para relacionar a muitos assuntos, al\u00e9m de um cometa ou um asteroide. \u00c9 tamb\u00e9m uma met\u00e1fora para a quest\u00e3o do aquecimento global, que os cientistas tanto falam que est\u00e1 acontecendo e que ningu\u00e9m ouve. Mostra tamb\u00e9m o peso da economia em decis\u00f5es\u201d, argumenta.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Futuro<\/h2>\n\n\n\n<p>As oportunidades abertas pela astronomia \u00e0 estudante de medicina est\u00e3o fazendo-a repensar os planos para o futuro. \u201cTenho certeza de que realizarei o sonho de me formar em medicina. Estou no segundo ano do curso e tudo segue para que eu fa\u00e7a resid\u00eancia em neurocirurgia\u201d, diz a ca\u00e7adora de asteroides. \u201cS\u00f3 que agora eu tenho uma pulga atr\u00e1s da orelha\u201d, acrescentou.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa \u201cpulga\u201d foi colocada pelo presidente da Ag\u00eancia Espacial Brasileira, Carlos Moura. \u201cDepois da premia\u00e7\u00e3o em Bras\u00edlia, visitei a ag\u00eancia. L\u00e1, ele me falou sobre medicina espacial, que at\u00e9 ent\u00e3o eu n\u00e3o conhecia porque n\u00e3o \u00e9 uma \u00e1rea muito divulgada aqui no Brasil como especializa\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O assunto despertou o interesse de Verena. \u201cComecei ent\u00e3o a pesquisar e vi que tem m\u00e9dicos que est\u00e3o no espa\u00e7o agora, fazendo pesquisas em gravidade zero para ver como determinados tecidos se desenvolvem; como algumas c\u00e9lulas se multiplicam. \u00c9 muito legal. E tem m\u00e9dicos desenvolvendo tecnologias para as pessoas irem ao espa\u00e7o. \u00c9 uma \u00e1rea muito grande que eu nem imaginava existir. Agora, \u00e9 uma nova \u00e1rea para explorar e considerar para o meu futuro. Mas vamos ver\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPor enquanto, vou continuar ca\u00e7ando asteroides e, se tudo der certo, ser tamb\u00e9m treinadora de ca\u00e7adores de asteroides para que outras pessoas fa\u00e7am o mesmo e formemos equipes. Planejo fazer isso pelo meu Instagram\u201d, completou.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br><em>Quer receber as not\u00edcias do <strong>Aconteceu no Vale<\/strong> em primeira m\u00e3o? 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