{"id":183968,"date":"2021-11-21T19:41:07","date_gmt":"2021-11-21T22:41:07","guid":{"rendered":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=183968"},"modified":"2021-11-21T19:42:01","modified_gmt":"2021-11-21T22:42:01","slug":"pesquisa-do-mapa-indica-que-89-dos-vegetais-comercializados-sao-seguros-para-consumo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=183968","title":{"rendered":"Pesquisa do Mapa indica que 89% dos vegetais comercializados s\u00e3o seguros para consumo"},"content":{"rendered":"\n<p>Uma pesquisa divulgada na sexta-feira (19\/11\/2021) pelo Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) aponta que a maior parte dos vegetais comercializados no Brasil s\u00e3o seguros para consumo. Segundo o levantamento, 89% das amostras de produtos de origem vegetal analisadas pelo Plano Nacional de Controle de Res\u00edduos e Contaminantes (PNCRC) em Produtos de Origem Vegetal \u201cest\u00e3o dentro do n\u00edvel de conformidade\u201d.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1428278&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1428278&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\"><ul class=\"blocks-gallery-grid\"><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"678\" height=\"406\" src=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/pimentao.jpg\" alt=\"\" data-id=\"183969\" data-full-url=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/pimentao.jpg\" data-link=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?attachment_id=183969\" class=\"wp-image-183969\" srcset=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/pimentao.jpg 678w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/11\/pimentao-300x180.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 678px) 100vw, 678px\" \/><figcaption class=\"blocks-gallery-item__caption\"><em>Foto: Rovena Rosa\/Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/figcaption><\/figure><\/li><\/ul><\/figure>\n\n\n\n<p>Ainda segundo o estudo, que foi feito em 2019 e 2020, 49% dos produtos analisados n\u00e3o apresentaram nenhum res\u00edduo e contaminante. Outros 40% apresentaram valores abaixo do limite m\u00e1ximo de res\u00edduos estabelecido no Brasil; e 11% apresentaram algum tipo de inconformidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os 11% que apresentaram \u201cinconformidade\u201d, 10 pontos percentuais est\u00e3o relacionadas a res\u00edduos de defensivos agr\u00edcolas e um ponto percentual apresentou \u201ccontaminantes\u201d, como Salmonella e micotoxinas. \u201cDos produtos que apresentaram inconformidades pelo uso de defensivo agr\u00edcola n\u00e3o permitido para a cultura, temos o feij\u00e3o comum (<em>Phaseolus vulgaris<\/em>) e o feij\u00e3o-de-corda (<em>Vigna unguiculata<\/em>)\u201d, informou o minist\u00e9rio.<\/p>\n\n\n\n<p>As empresas embaladoras dos produtos foram autuadas, uma vez que, segundo o diretor do Departamento de Inspe\u00e7\u00e3o de Produtos de Origem Vegetal, Glauco Bertoldo, \u201cj\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel a responsabiliza\u00e7\u00e3o dos agentes da cadeia produtiva, nos casos de n\u00e3o conformidade\u201d. At\u00e9 2019, as irregularidades detectadas pelo PNCRC em Produtos de Origem Vegetal eram apenas notificadas aos infratores.<\/p>\n\n\n\n<p>O Mapa informou que est\u00e1 trabalhando estrat\u00e9gias para monitorar os res\u00edduos e a rastreabilidade de produtos com entidades do setor. No caso, a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria do Feij\u00e3o (Abifeij\u00e3o), o Instituto Brasileiro do Feij\u00e3o e Pulses (Ibrafe), a Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA) e a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Feij\u00f5es e Legumes Secos (Abrafe). Entre as medidas que j\u00e1 v\u00eam sendo adotadas pelos embaladores est\u00e1 \u00e9 a execu\u00e7\u00e3o de teste r\u00e1pido para res\u00edduos de defensivos no recebimento dos feij\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>A portaria que torna p\u00fablico os resultado do programa\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/in.gov.br\/web\/dou\/-\/portaria-sda-n-448-de-17-de-novembro-de-2021-360543494\" target=\"_blank\">foi publicada no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o<\/a> da \u00faltima sexta-feira.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo ela, os teste foram feitos em culturas agr\u00edcolas de abacaxi, alface, alho, am\u00eandoa (<em>Prunus dulcis<\/em>), am\u00eandoa de cacau, amendoim, arroz, avel\u00e3 (<em>Corylus avellana<\/em>), banana, batata-inglesa, beterraba, caf\u00e9, castanha de caju, castanha do Brasil, cebola, cenoura, cevada malteada, citros, farinha de trigo, feij\u00e3o, goiaba, kiwi, ma\u00e7\u00e3, mam\u00e3o, manga, mel\u00e3o, milho, morango, pera, pimenta do reino, piment\u00e3o, soja, tomate, trigo e uva<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAo todo, foram 2.601 amostras coletadas e encaminhadas para an\u00e1lises na Rede Nacional de Laborat\u00f3rios Federais de Defesa Agropecu\u00e1ria (Rede LFDA). As amostras s\u00e3o oficiais e coletadas por auditores fiscais federais agropecu\u00e1rios em propriedades rurais, estabelecimentos beneficiadores e em centrais de abastecimento\u201d, informa o Mapa.<\/p>\n\n\n\n<p>Os produtos que apresentaram \u201c100% de conformidades\u201d no per\u00edodo foram alho, am\u00eandoa, avel\u00e3, caf\u00e9, castanha de caju, castanha do Brasil, cebola, cevada malteada, manga e pimenta do reino.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 os que apresentaram inconformidades abaixo de 70% (a maioria por uso de produtos n\u00e3o permitidos para a cultura) foram feij\u00e3o comum, goiaba, morango, feij\u00e3o-de-corda e piment\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Das 2.601 amostras coletadas, 1.777 foram direcionadas para o monitoramento de ocorr\u00eancia de res\u00edduos de defensivos agr\u00edcolas, sendo 1.521 amostras conformes e 256 n\u00e3o conformes.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br><em>Quer receber as not\u00edcias do <strong>Aconteceu no Vale<\/strong> em primeira m\u00e3o? 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