{"id":180107,"date":"2021-07-18T18:46:46","date_gmt":"2021-07-18T21:46:46","guid":{"rendered":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=180107"},"modified":"2021-07-18T18:53:50","modified_gmt":"2021-07-18T21:53:50","slug":"filhotes-de-ararinhas-azuis-nascem-no-brasil-apos-20-anos-da-declaracao-de-extincao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=180107","title":{"rendered":"Filhotes de ararinhas-azuis nascem no Brasil ap\u00f3s 20 anos da declara\u00e7\u00e3o de extin\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p>Tr\u00eas filhotes de ararinhas-azuis nasceram na regi\u00e3o da Caatinga baiana 20 anos ap\u00f3s esp\u00e9cie ser declarada extinta no pa\u00eds. Eles s\u00e3o fruto de um casal que veio entre 52 exemplares repatriados da Alemanha no ano passado.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\"><ul class=\"blocks-gallery-grid\"><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"678\" height=\"376\" src=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/ararinha_azul_filhote.png\" alt=\"\" data-id=\"180108\" data-full-url=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/ararinha_azul_filhote.png\" data-link=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?attachment_id=180108\" class=\"wp-image-180108\" srcset=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/ararinha_azul_filhote.png 678w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/ararinha_azul_filhote-300x166.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 678px) 100vw, 678px\" \/><figcaption class=\"blocks-gallery-item__caption\"><em>Filhotes de ararinha-azul &#8211; Foto: ICMBio\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/em><\/figcaption><\/figure><\/li><\/ul><\/figure>\n\n\n\n<p>O primeiro filhote de ararinha-azul nasceu em 13 de abril, os irm\u00e3os nasceram em 6 e 9 de junho. De acordo com o Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio), a ararinha-azul \u00e9 considerada extinta no Brasil desde os anos 2000. De l\u00e1 para c\u00e1, s\u00e3o registrados cerca de 160 exemplares em cativeiros privados.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a analista ambiental e respons\u00e1vel pela \u00c1rea Tem\u00e1tica de Pesquisa, Monitoramento e Manejo do N\u00facleo de Gest\u00e3o Integrada (NGI) ICMBio Juazeiro, Camile Lugarini, as ararinhas-azuis devem ser reintroduzidas na natureza. A previs\u00e3o \u00e9 que isso aconte\u00e7a no interior do Ref\u00fagio de Vida Silvestre da Ararinha Azul, em Cura\u00e7\u00e1 (BA). O munic\u00edpio est\u00e1 localizado a 594 quil\u00f4metros de Salvador, no extremo norte da Bahia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Parceria<\/h2>\n\n\n\n<p>O nascimento dos filhotes foi poss\u00edvel por meio de um programa de reprodu\u00e7\u00e3o, envolvendo Brasil e parceiros internacionais, que vem trabalhando para reintrodu\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie na natureza. Repatriados da Association for the Conservation of Threatend Parrots (ACTP), uma associa\u00e7\u00e3o alem\u00e3 que detinha grande n\u00famero de esp\u00e9cies da ararinha-azul, dos 52 animais que vieram para o pa\u00eds, 14 deles est\u00e3o em pares dispostos em um recinto para reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO acordo foi estabelecido entre ICMBio e ACTP em 2019 para constru\u00e7\u00e3o de um centro de reprodu\u00e7\u00e3o no interior do Ref\u00fagio de Vida Silvestre da Ararinha Azul, unidade de conserva\u00e7\u00e3o federal criada em 2018 para abranger a popula\u00e7\u00e3o a ser reintroduzida\u201d, explicou Lugarini.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente s\u00e3o aproximadamente 240 animais dessa esp\u00e9cie no mundo e todos est\u00e3o em cativeiro. Segundo a analista do ICMBio, entre 2019 e 2020 foram registrados 18 nascimentos no criadouro Fazenda Cachoeira, em Minas Gerais.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMas este \u00e9 o primeiro nascimento na sua \u00e1rea de ocorr\u00eancia hist\u00f3rica, [na Bahia]. Os animais em cativeiro est\u00e3o na Alemanha, B\u00e9lgica e Singapura. No Brasil, existem dois criadouros: um em Minas Gerais e outro na \u00e1rea de distribui\u00e7\u00e3o original, que \u00e9 o norte da Bahia\u201d, afirmou.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br><em>Quer receber as not\u00edcias do <strong>Aconteceu no Vale<\/strong> em primeira m\u00e3o? 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