{"id":177507,"date":"2021-04-19T14:15:43","date_gmt":"2021-04-19T17:15:43","guid":{"rendered":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=177507"},"modified":"2021-04-19T14:18:19","modified_gmt":"2021-04-19T17:18:19","slug":"estado-aprova-zoneamento-ambiental-produtivo-de-sub-bacia-hidrografica-no-vale-do-jequitinhonha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=177507","title":{"rendered":"Estado aprova Zoneamento Ambiental Produtivo de sub-bacia hidrogr\u00e1fica no Vale do Jequitinhonha"},"content":{"rendered":"\n<p>Um mapeamento de 166 nascentes e 969 hectares de \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o permanente, que identificou o uso do solo predominante em atividades de pecu\u00e1ria e agricultura familiar, s\u00e3o alguns dos resultados apontados no Zoneamento Ambiental Produtivo (ZAP) da sub-bacia hidrogr\u00e1fica do Ribeir\u00e3o Santana, em Fel\u00edcio dos Santos, no Vale do Jequitinhonha. O documento foi aprovado em mar\u00e7o deste ano pela\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.feam.br\/\" target=\"_blank\">Funda\u00e7\u00e3o Estadual do Meio Ambiente (Feam)<\/a>\u00a0e demais \u00f3rg\u00e3os que integram o Comit\u00ea Gestor do ZAP, respons\u00e1vel por analisar os estudos propostos no Estado a partir dessa metodologia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\"><ul class=\"blocks-gallery-grid\"><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"678\" height=\"427\" src=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/ribeirao_santana.jpg\" alt=\"\" data-id=\"177508\" data-full-url=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/ribeirao_santana.jpg\" data-link=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?attachment_id=177508\" class=\"wp-image-177508\" srcset=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/ribeirao_santana.jpg 678w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/ribeirao_santana-300x189.jpg 300w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2021\/04\/ribeirao_santana-667x420.jpg 667w\" sizes=\"auto, (max-width: 678px) 100vw, 678px\" \/><figcaption class=\"blocks-gallery-item__caption\"><em>Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o \/ Portal Minas Gerais<\/em><\/figcaption><\/figure><\/li><\/ul><\/figure>\n\n\n\n<p>O objetivo do ZAP \u00e9 subsidiar a formula\u00e7\u00e3o, implanta\u00e7\u00e3o e acompanhamento de planos, programas, pol\u00edticas, projetos e a\u00e7\u00f5es que busquem aprimorar o planejamento e a gest\u00e3o ambiental e territorial na bacia hidrogr\u00e1fica alvo do estudo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O trabalho realizado no Ribeir\u00e3o Santana foi conduzido pelo N\u00facleo de Estudo e Pesquisa do Zoneamento Ambiental e Produtivo (NEPZAP) da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM). O ZAP foi conclu\u00eddo em fevereiro de 2021 e a aprova\u00e7\u00e3o oficializada em mar\u00e7o, com a publica\u00e7\u00e3o da Delibera\u00e7\u00e3o n\u00ba 19 do Comit\u00ea Gestor.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Ribeir\u00e3o Santana<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A sub-bacia hidrogr\u00e1fica do Ribeir\u00e3o Santana tem, aproximadamente, 7,2 mil hectares, sendo um dos afluentes dos rios Ara\u00e7ua\u00ed e Jequitinhonha. A demanda por \u00e1gua e a intensifica\u00e7\u00e3o do uso do recurso h\u00eddrico est\u00e3o concentradas na parte baixa da bacia, pr\u00f3ximo \u00e0 \u00e1rea urbana de Fel\u00edcio dos Santos. Durante a elabora\u00e7\u00e3o do ZAP n\u00e3o foram identificados registros de conflitos pelo uso da \u00e1gua na bacia.<\/p>\n\n\n\n<p>Todo o estudo foi feito a partir de pesquisas bibliogr\u00e1ficas, visitas de campo, processamento e interpreta\u00e7\u00e3o de imagens de sat\u00e9lite e dados oficiais de \u00f3rg\u00e3os federais e estaduais. A elabora\u00e7\u00e3o do ZAP foi norteada por tr\u00eas pontos capazes de fornecer importantes informa\u00e7\u00f5es para gest\u00e3o das bacias hidrogr\u00e1ficas: caracteriza\u00e7\u00e3o das unidades de paisagem, diagn\u00f3stico da disponibilidade h\u00eddrica da bacia e levantamento de uso e ocupa\u00e7\u00e3o do solo.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir do cruzamento desses produtos foi elaborado um diagn\u00f3stico completo sobre o uso dos recursos h\u00eddricos e sobre o uso e a ocupa\u00e7\u00e3o do solo frente \u00e0s unidades de paisagem que comp\u00f5em a bacia. Foram identificadas nove fei\u00e7\u00f5es na sub-bacia do Ribeir\u00e3o Santana: Afloramento rochoso, Anfiteatro, Colina de topo alongado, Complexo c\u00f4ncavo convexo, Terra\u00e7o e plan\u00edcie fluviais, Superf\u00edcie tabular, Vale encaixado, Vertente ravinada e Rampa de col\u00favio.<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o e uso do solo, o ZAP identificou atividades de agricultura, pastagem, vegeta\u00e7\u00e3o nativa, solo exposto, benfeitoria, represas, afloramento rochoso, floresta plantada (silvicultura) e \u00e1rea urbana. Para an\u00e1lise da disponibilidade h\u00eddrica, foram utilizadas a vaz\u00e3o de refer\u00eancia (Q7,10) e a demanda pelo uso da \u00e1gua a partir dos dados de portarias de outorgas e cadastros de usos insignificantes emitidos pelo&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.igam.mg.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Instituto Mineiro de Gest\u00e3o das \u00c1guas (Igam)<\/a>. Os trechos dos cursos d\u2019\u00e1gua foram classificados conforme sua disponibilidade h\u00eddrica potencial.<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo apontou, como norte para qualificar a gest\u00e3o da sub-baciado Ribeir\u00e3o Santana, o fomento \u00e0 regulariza\u00e7\u00e3o do uso da \u00e1gua, visando um retrato mais fiel \u00e0 realidade da bacia e seus potenciais conflitos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Desdobramentos<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A gerente de Avalia\u00e7\u00e3o Ambiental e Desenvolvimento Territorial (Geaad) da Feam, Caroline Fan Rocha, explica que, a partir do ZAP, outros estudos ainda mais detalhados podem ser feitos, como os Indicadores de Sustentabilidade em Agroecossistemas (ISAs) e os Planos de Adequa\u00e7\u00e3o Socioecon\u00f4mica e Ambiental (PASEAs). Esses documentos foram elaborados pela&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.agricultura.mg.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Secretaria de Estado de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Seapa)<\/a>&nbsp;por meio da&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.epamig.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Empresa de Pesquisa Agropecu\u00e1ria de Minas Gerais (Epamig)<\/a>&nbsp;e da&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.emater.mg.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Empresa de Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG)<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO ZAP \u00e9 um diagn\u00f3stico direcionado ao planejamento e \u00e0 gest\u00e3o ambiental e territorial de bacias hidrogr\u00e1ficas. Ele permite indicar diretrizes e recomenda\u00e7\u00f5es para o uso sustent\u00e1vel daquele territ\u00f3rio, fazendo uma compara\u00e7\u00e3o do cen\u00e1rio atual com o cen\u00e1rio almejado\u201d, avalia Caroline Rocha<\/p>\n\n\n\n<p>O ZAP foi institu\u00eddo em Minas Gerais pelo Decreto Estadual n\u00ba 46.650, em 2014. A execu\u00e7\u00e3o da metodologia passou a ser coordenada pela Feam em dezembro de 2019, a partir da reforma administrativa\u00a0de Minas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br><em>Quer receber as not\u00edcias do <strong>Aconteceu no Vale<\/strong> em primeira m\u00e3o? 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