{"id":170014,"date":"2020-11-25T14:31:51","date_gmt":"2020-11-25T17:31:51","guid":{"rendered":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=170014"},"modified":"2020-11-25T14:32:20","modified_gmt":"2020-11-25T17:32:20","slug":"121-dos-brasileiros-viviam-abaixo-da-linha-de-pobreza-em-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=170014","title":{"rendered":"12,1% dos brasileiros viviam abaixo da linha de pobreza em 2018"},"content":{"rendered":"\n<p>A Pesquisa de Or\u00e7amentos Familiares (POF) para o per\u00edodo de 2017 e 2018, divulgada hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), mostra que a propor\u00e7\u00e3o de pessoas abaixo da linha de pobreza era em 2018 de 1,4% da popula\u00e7\u00e3o, considerando-se o valor de R$ 1,90\/dia. A propor\u00e7\u00e3o de pessoas abaixo da linha de pobreza de R$ 5,50\/dia era 12,1%.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cQuando estratificamos a sociedade por \u00e1rea urbana e rural, conclui-se que apesar de a \u00e1rea rural&nbsp;ter&nbsp;apenas 14,7% da popula\u00e7\u00e3o, ela contribui com 34,6% de toda a pobreza estimada. Quando estratificamos por grandes regi\u00f5es, fica claro que apesar de a Regi\u00e3o Norte&nbsp;ter&nbsp;apenas 8,6% da popula\u00e7\u00e3o, ela contribui com 26,1% de toda a pobreza estimada\u201d, diz a sondagem do IBGE. De acordo com a institui\u00e7\u00e3o, esse \u00edndice pode contribuir mais para a aloca\u00e7\u00e3o de recursos no combate \u00e0 pobreza.<\/p>\n\n\n\n<p>Em termos de cor ou ra\u00e7a, observa-se que o subgrupo da popula\u00e7\u00e3o onde a pessoa de refer\u00eancia da fam\u00edlia \u00e9 preta ou parda contribuiu com 77,8% de toda a pobreza. A sondagem considerou como pessoa de refer\u00eancia o respons\u00e1vel por despesas de aluguel, presta\u00e7\u00e3o do im\u00f3vel, condom\u00ednio, imposto predial, servi\u00e7os, taxa e outros gastos com habita\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise por n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o revela que os subgrupos da popula\u00e7\u00e3o onde a pessoa de refer\u00eancia da fam\u00edlia tem ensino fundamental incompleto, ou \u00e9 sem instru\u00e7\u00e3o, contribuem com 66,5% de toda a pobreza. Por ocupa\u00e7\u00e3o, o que se obt\u00e9m \u00e9 que os subgrupos da popula\u00e7\u00e3o onde a pessoa de refer\u00eancia da fam\u00edlia \u00e9 empregado sem carteira, trabalha por conta pr\u00f3pria ou n\u00e3o \u00e9 ocupado contribuem, juntos, com 81,7% de toda a pobreza no pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Moradia<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Os gastos m\u00e9dios por pessoa no Brasil&nbsp;com moradia&nbsp;atingiram,&nbsp;no per\u00edodo avaliado, R$ 264,66. Na \u00e1rea urbana, a despesa por habitante com moradia foi de R$ 249,32, contra R$ 15,34 na \u00e1rea rural. Os maiores gastos m\u00e9dios&nbsp;<em>per capita<\/em>, isto \u00e9, por indiv\u00edduo, com moradia foram encontrados na Regi\u00e3o Sudeste (R$ 152,72). O menor gasto m\u00e9dio por habitante \u00e9 observado no Norte brasileiro: R$ 12,31. Considerando o tipo de despesa, o aluguel estimado, ou seja, o valor que o informante que mora em domic\u00edlio pr\u00f3prio pagaria caso sua resid\u00eancia fosse alugada, detinha 76,4% das despesas com moradia, com valor de R$ 202,08. Em seguida&nbsp;v\u00eam aluguel (R$ 33,71 ou 12,7%), condom\u00ednio (R$ 18,11 ou 6,8%) e Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) ou Imposto Territorial Rural (ITR) , com R$10,76 ou 4,1%.<\/p>\n\n\n\n<p>A POF apurou que, em m\u00e9dia, fam\u00edlias chefiadas por pessoas pretas e pardas ou por mulheres tiveram despesa estimada com moradia e aluguel 35% menor em 2017\/2018 do que quando a pessoa de refer\u00eancia era branca ou do sexo masculino. A despesa m\u00e9dia&nbsp;<em>per capita<\/em>&nbsp;com moradia, por exemplo, foi de R$ 156,72 para brancos e R$ 101,80 para pretos e pardos; para homem, a despesa m\u00e9dia por indiv\u00edduo foi R$ 159,20 e para as mulheres, R$ 105,46.<\/p>\n\n\n\n<p>Por estrutura de domic\u00edlio, contatou-se que 67,5% dos brasileiros viviam em domic\u00edlios com telha sem laje ou somente com laje de concreto, dos quais 54,6% estavam na \u00e1rea urbana e 12,9% na \u00e1rea rural. Dois v\u00edrgula oito por cento dos domic\u00edlios n\u00e3o tinham banheiro. De acordo com a pesquisa, 40% dos mais pobres representavam cerca de 90% dos brasileiros que viviam em domic\u00edlios sem banheiro. O aluguel era um \u00f4nus excessivo, correspondente a um&nbsp;ter\u00e7o da renda dispon\u00edvel. Por outro lado, a sondagem identificou densidade excessiva domiciliar, da ordem de 5,7 pessoas por domic\u00edlio no per\u00edodo analisado.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Problemas<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Segundo a POF, existiam no Brasil 79 milh\u00f5es de pessoas (38,2% da popula\u00e7\u00e3o no Brasil) vivendo em domic\u00edlios localizados em \u00e1reas com viol\u00eancia ou vandalismo, em 2017 e 2018. Desses, 42,7% estavam na Regi\u00e3o Norte, 41,6% no Centro-Oeste, 40,2% no Nordeste e 38,4% no Sudeste. Na Regi\u00e3o Sul, o \u00edndice era inferior: 29,4%.<\/p>\n\n\n\n<p>Na opini\u00e3o de 25,3% das pessoas de refer\u00eancia das fam\u00edlias, fuma\u00e7a, mau cheiro, barulho e outros problemas ambientais causados pelo tr\u00e2nsito ou a ind\u00fastria eram os principais problemas, sendo que 23,3% estavam na \u00e1rea urbana. Essa quest\u00e3o afetava mais as pessoas do Sudeste (11,5%) e Nordeste (6,5%). Domic\u00edlios pr\u00f3ximos a rio, ba\u00eda, lago, a\u00e7ude ou represa polu\u00eddos abrigavam 15,8% das pessoas no pa\u00eds, no per\u00edodo analisado. Destaque para a Regi\u00e3o Norte que, embora seja a menos populosa do pa\u00eds, tinha a maior propor\u00e7\u00e3o (19,8%) de pessoas afetadas pela polui\u00e7\u00e3o h\u00eddrica de fontes de \u00e1gua doce.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Servi\u00e7os<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A despesa m\u00e9dia&nbsp;<em>per capita<\/em>&nbsp;no Brasil com servi\u00e7os de utilidade p\u00fablica somou R$ 114,12, sendo R$ 106,11 na \u00e1rea urbana e R$ 8,01 na \u00e1rea rural. Por tipo de servi\u00e7o, o maior gasto foi registrado em servi\u00e7os de comunica\u00e7\u00e3o (R$ 45,16), seguido por energia el\u00e9trica (R$ 39,64), \u00e1gua e esgoto (R$ 16,60) e g\u00e1s&nbsp;dom\u00e9stico (R$ 12,73). A despesa m\u00e9dia mais elevada foi observada na Regi\u00e3o Sudeste (R$ 58,07), destacando servi\u00e7os de comunica\u00e7\u00e3o (R$ 25,64).<\/p>\n\n\n\n<p>A POF mostra que a despesa&nbsp;<em>per capita<\/em>&nbsp;em comunica\u00e7\u00e3o teve a seguinte distribui\u00e7\u00e3o: 40% para os mais pobres (R$ 6,43) e 10% para os mais ricos (R$ 14,33), no per\u00edodo 2017\/2018. As pessoas dos d\u00e9cimos mais baixos de renda gastaram a maior parte da despesa em servi\u00e7os de utilidade p\u00fablica com energia el\u00e9trica, sendo 42,2% no primeiro d\u00e9cimo de renda. Por outro lado, os servi\u00e7os de comunica\u00e7\u00e3o representaram a maior parte dessas despesas nos domic\u00edlios com maiores rendimentos, 53,7% para fam\u00edlias no \u00faltimo d\u00e9cimo de renda, relatou o IBGE.<\/p>\n\n\n\n<p>A sondagem constatou tamb\u00e9m que 97,7% das pessoas viviam em domic\u00edlios com fornecimento integral de energia el\u00e9trica; 78,7 milh\u00f5es de pessoas moravam em domic\u00edlios sem rede de esgoto e 21,9 milh\u00f5es de pessoas habitavam domic\u00edlios sem coleta de lixo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Sa\u00fade<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade, a despesa m\u00e9dia por indiv\u00edduo nos anos de 2017 e 2018 alcan\u00e7ou R$ 133,23, divididos entre servi\u00e7os de assist\u00eancia \u00e0 sa\u00fade (R$ 86,48) e medicamentos e produtos farmac\u00eauticos (R$ 46,75). A despesa n\u00e3o monet\u00e1ria representou 20,9% do total gasto com medicamentos e produtos farmac\u00eauticos e 37,6% dos servi\u00e7os de assist\u00eancia \u00e0 sa\u00fade. Por despesa n\u00e3o monet\u00e1ria entende-se valores de bens e servi\u00e7os providos pelo governo, institui\u00e7\u00f5es e outras fam\u00edlias, assim como o aluguel estimado (valor sugerido de aluguel, segundo opini\u00e3o do informante) para os domic\u00edlios pr\u00f3prios, caso fossem alugados.<\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise da distribui\u00e7\u00e3o de pessoas residentes em fam\u00edlias, de acordo com posse de plano de sa\u00fade, mostrou que em 2017 e 2018 um total de 64,4% n\u00e3o tinham ningu\u00e9m da fam\u00edlia com plano; 17,4% tinham pelo menos uma pessoa com plano; e 18,1% mostravam que todos na fam\u00edlia tinham plano de sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p>Nas fam\u00edlias em que todos tinham plano, os brancos predominavam (11,3%), contra 6,4% de pretos e pardos. Esse segundo grupo liderava, ao contr\u00e1rio, entre as fam\u00edlias em que ningu\u00e9m tinha plano, com 41,3%, enquanto entre os brancos o percentual ca\u00eda para 22,4%.<\/p>\n\n\n\n<p>Com base na distribui\u00e7\u00e3o percentual da despesa m\u00e9dia<em>&nbsp;per capita<\/em>&nbsp;com sa\u00fade, de acordo com a composi\u00e7\u00e3o familiar, verificou-se que nas fam\u00edlias em que todos tinham plano de sa\u00fade, o homem liderava com 44,1% do total, contra 38,5% da mulher. Por cor ou ra\u00e7a, brancos respondiam por 53,3% das fam\u00edlias em que todos tinham plano, contra 24,9% de pretos e pardos. Entre as fam\u00edlias em que ningu\u00e9m tinha plano, a despesa m\u00e9dia por pessoa&nbsp;era assumida mais pelas mulheres (42,7%) do que pelos homens (38,6%). Entre pretos e pardos, a m\u00e9dia apurada foi 54,2% e, entre brancos, 30,9%.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Restri\u00e7\u00f5es<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A pesquisa apontou que 16,4% das pessoas tinham restri\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade em termos de medicamentos e 26,2% em rela\u00e7\u00e3o a servi\u00e7os de sa\u00fade em geral. A falta de dinheiro foi o maior motivo apresentado tanto para acesso a servi\u00e7os de sa\u00fade (16,9%), quanto para compra de medicamentos (11%). Em seguida, aparecem indisponibilidade do produto ou servi\u00e7o (8,1% em rela\u00e7\u00e3o a servi\u00e7os de sa\u00fade e 4,9% em rela\u00e7\u00e3o a medicamentos) e dificuldade de chegar a algum local de aquisi\u00e7\u00e3o (0,9% em termos de servi\u00e7os e 0,4% em medicamentos).<\/p>\n\n\n\n<p>A restri\u00e7\u00e3o a medicamentos e produtos farmac\u00eauticos era maior entre pretos e pardos (11%) do que entre brancos (5,2%). O mesmo ocorria em rela\u00e7\u00e3o a restri\u00e7\u00f5es a servi\u00e7os de sa\u00fade: 16,7% pretos e pardos e 9,2% brancos. A propor\u00e7\u00e3o de fam\u00edlias residentes que enfrentavam alguma restri\u00e7\u00e3o aos servi\u00e7os de sa\u00fade era de 1,2% entre a parcela dos 10% mais ricos da popula\u00e7\u00e3o e de 12,8% entre os 40%\u00a8mais pobres. O mesmo acontecia quanto \u00e0 restri\u00e7\u00e3o a medicamentos, apresentada por 0,6% dos 10% mais ricos e por 9% dos 40% mais pobres.<\/p>\n\n\n\n<p>As caracter\u00edsticas principais das fam\u00edlias com restri\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade em 2017 e 2018 reuniam pessoas de refer\u00eancia do sexo masculino, com idade entre 24 a 49 anos, de cor preta e parda, com ensino fundamental incompleto e ocupa\u00e7\u00e3o por conta pr\u00f3pria.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Educa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A despesa m\u00e9dia por pessoa com educa\u00e7\u00e3o em 2017\/2018 era de R$ 120,16, da qual a \u00e1rea urbana contribuiu com 92,5% ou R$ 111,09, e a \u00e1rea rural com 7,5%, ou R$ 9,06. Destaque para a Regi\u00e3o Sudeste, que contribuiu com 52,8% da m\u00e9dia (R$ 63,45), enquanto o Nordeste, segundo colocado, contribuiu com 19,8% ou R$ 23,74. Do gasto total de R$ 120,16, R$ 68,13 (56,7%) foram de gastos n\u00e3o monet\u00e1rios e R$ 52,03 (43,3%), monet\u00e1rios, ou seja, a despesa n\u00e3o monet\u00e1ria com educa\u00e7\u00e3o era maior no per\u00edodo pesquisado que a monet\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>A faixa et\u00e1ria da pessoa de refer\u00eancia na fam\u00edlia entre 25 e 49 anos de idade contribuiu com 62,1% para o valor m\u00e9dio<em>&nbsp;per capita<\/em>&nbsp;da despesa com educa\u00e7\u00e3o, equivalente a R$ 74,59. As fam\u00edlias lideradas por homem contribu\u00edram com 61,3%, ou R$ 73,62, enquanto as fam\u00edlias lideradas por mulheres contribu\u00edram com 38,7% (R$ 46,54). As fam\u00edlias em que o chefe se declarou branco contribu\u00edram com 51,4% (R$ 61,79) do valor m\u00e9dio da despesa, contra 46,6% (R$ 55,94) das fam\u00edlias chefiadas por pessoas pretas e pardas.<\/p>\n\n\n\n<p>Por n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o da pessoa de refer\u00eancia, verifica-se que quase 80% da m\u00e9dia de despesas com educa\u00e7\u00e3o resultavam da contribui\u00e7\u00e3o daquelas com ensino fundamental incompleto (23,7% ou R$ 28,50), ensino m\u00e9dio completo (25,2% ou R$ 30,26) e ensino superior completo (30,4% ou R$ 36,51). \u201cConsiderando os diferentes arranjos familiares, a parcela da popula\u00e7\u00e3o composta pelas fam\u00edlias formadas por mais de um adulto com ao menos uma crian\u00e7a contribuiu sozinha com 54,2% (R$ 65,13) do valor da m\u00e9dia&nbsp;<em>per capita<\/em>&#8216;, indicou a pesquisa.<\/p>\n\n\n\n<p>A POF revela ainda que dos sete componentes da despesa com educa\u00e7\u00e3o, a contribui\u00e7\u00e3o da parcela n\u00e3o monet\u00e1ria foi maior na creche e pr\u00e9-escola (63,3%), no ensino fundamental (68,5%) e no ensino m\u00e9dio (79,6%). Apenas no ensino superior e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e em outros cursos, a parcela monet\u00e1ria, de 59,8% e 67,7%, respectivamente, superou a parcela n\u00e3o monet\u00e1ria. As fam\u00edlias do d\u00e9cimo de maior rendimento contribu\u00edram com R$ 29,47 para a despesa m\u00e9dia por pessoa\u00a0com educa\u00e7\u00e3o, o que corresponde a mais do que a soma da participa\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias dos quatro d\u00e9cimos com os menores rendimentos (R$ 26,12), conclui a POF.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-vivid-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\">Quer saber as not\u00edcias do <strong>Aconteceu no Vale<\/strong> em primeira m\u00e3o? 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