{"id":169103,"date":"2020-10-24T10:26:15","date_gmt":"2020-10-24T13:26:15","guid":{"rendered":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=169103"},"modified":"2020-10-24T10:26:31","modified_gmt":"2020-10-24T13:26:31","slug":"pandemia-da-covid-19-causa-atrasos-nas-obras-de-recuperacao-de-mariana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=169103","title":{"rendered":"Pandemia da Covid-19 causa atrasos nas obras de recupera\u00e7\u00e3o de Mariana"},"content":{"rendered":"\n<p>A pandemia da covid-19 obrigou a Funda\u00e7\u00e3o Renova, respons\u00e1vel pelo processo de repara\u00e7\u00e3o dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fund\u00e3o, em Mariana, Minas Gerais, a reestruturar o processo de reassentamento das pessoas atingidas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A barragem se rompeu em 5 de novembro de 2015, deixando 19 mortos, destruindo comunidades e impactando dezenas de munic\u00edpios na bacia do Rio Doce.<\/p>\n\n\n\n<p>O diretor-presidente Andr\u00e9 de Freitas disse que em janeiro a expectativa era chegar ao fim de 2020 com 85% do projeto conclu\u00eddos, mas em mar\u00e7o tudo mudou e foi necess\u00e1rio parar as obras, para evitar a dissemina\u00e7\u00e3o do v\u00edrus na comunidade e entre os trabalhadores.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA gente tirou todo mundo dos canteiros, porque a \u00fanica coisa que a gente n\u00e3o queria ser era um vetor de transmiss\u00e3o de covid, tanto para as comunidades em que a gente trabalha, como para os nossos colaboradores\u201d, disse Freitas, em coletiva virtual nesta sexta-feira (23) para apresentar os resultados parciais do programa de recupera\u00e7\u00e3o dos danos causados pelo rompimento em Mariana, que no dia 5 de novembro faz 5&nbsp;anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Freitas lembrou que, em Minas Gerais, o rompimento causou impacto nos distritos de Bento Rodrigues e Paracatu de Baixo, em\u00a0Mariana; e Gesteira, em Barra Longa. Depois de algumas etapas do retorno de opera\u00e7\u00f5es nos canteiros, hoje, a Renova est\u00e1 com um ter\u00e7o da for\u00e7a de trabalho antes prevista antes da pandemia para este per\u00edodo. Os reassentamentos de Bento Rodrigues e de Paracatu, atualmente deveriam estar com 5 mil trabalhadores.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTeve um impacto bastante significativo na nossa capacidade de opera\u00e7\u00e3o nos reassentamentos. A gente mudou a estrat\u00e9gia. Como consegue ter menos gente na obra por quest\u00e3o de restri\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o e para operar sempre dentro das condi\u00e7\u00f5es com seguran\u00e7a, focamos os esfor\u00e7os na infraestrutura. A gente espera chegar no fim do ano com 95% das obras de infraestrutura constru\u00eddas\u201d, afirmou, destacando que est\u00e3o inclu\u00eddas a\u00ed ruas asfaltadas, \u00e1gua pot\u00e1vel, pr\u00e9dios p\u00fablicos como escolas, postos de sa\u00fade, postos de servi\u00e7os e esta\u00e7\u00e3o de esgoto.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o diretor-presidente, h\u00e1 37 casas em processo de constru\u00e7\u00e3o, duas conclu\u00eddas e at\u00e9 o fim do ano, tr\u00eas ou quatro devem estar prontas. \u201cCom esse investimento focado em infraestrutura a gente consegue avan\u00e7ar com maior velocidade em 2021 na constru\u00e7\u00e3o das casas que ainda permanecem. Isso foi algo que exigiu ajuste na nossa estrat\u00e9gica\u201d, apontou.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\"><ul class=\"blocks-gallery-grid\"><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"678\" height=\"406\" src=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/reconstrucao_bento_1.jpg\" alt=\"\" data-id=\"169104\" data-full-url=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/reconstrucao_bento_1.jpg\" data-link=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?attachment_id=169104\" class=\"wp-image-169104\" srcset=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/reconstrucao_bento_1.jpg 678w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2020\/10\/reconstrucao_bento_1-300x180.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 678px) 100vw, 678px\" \/><figcaption class=\"blocks-gallery-item__caption\"><em>Obras do reassentamento do novo Bento Rodrigues (Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Funda\u00e7\u00e3o Renova\/NITRO Hist\u00f3rias Visuais)<\/em><\/figcaption><\/figure><\/li><\/ul><\/figure>\n\n\n\n<p>Freitas disse que o processo de reassentamento \u00e9 complexo e prev\u00ea a participa\u00e7\u00e3o dos atingidos. \u201cQuando se fala em reassentamento, muitas vezes a imagem que vem na nossa cabe\u00e7a \u00e9 em algo bastante padronizado, quase na linha do Minha Casa, Minha Vida, uma coisa bastante simples, e n\u00e3o \u00e9. A gente est\u00e1 construindo cidades inteiras. \u00c9 um processo muito complexo, extremamente participativo, onde os atingidos sentam com os arquitetos e falam como eram as suas casas no passado, falam como gostariam que fosse, escolhe os materiai\u201d, pontuou.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Atraso<\/h2>\n\n\n\n<p>O diretor-presidente reconheceu que \u00e9 muito tempo levar cinco anos para reconstruir a cidade de Bento Rodrigues, mas ponderou que \u00e9 um processo in\u00e9dito e altamente participativo. S\u00f3 a escolha do terreno levou mais de um ano. \u201cA gente tem um processo de v\u00e1rias etapas e v\u00e1rias medidas acordadas com o Minist\u00e9rio P\u00fablico e as comunidades. \u00c9 um processo muito complexo que \u00e9 o que a gente acredita que deve ser\u201d, observou, acrescentando que o trabalho vai entregar para a comunidade de Bento Rodrigues algo consistente com o futuro que a cidade deseja.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m dos reassentamentos coletivos, a Renova est\u00e1 fazendo a modalidade de reassentamento familiar. \u201cA gente adquire im\u00f3veis, reforma e d\u00e1 todas as condi\u00e7\u00f5es para as pessoas que optaram por esta modalidade. J\u00e1 s\u00e3o a\u00ed 49 im\u00f3veis adquiridos nesse processo\u201d, concluiu.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\u00c1gua<\/h2>\n\n\n\n<p>Freitas contou que o processo de repara\u00e7\u00e3o tem ainda outros desafios, um deles \u00e9 a \u00e1gua do Rio Doce, que foi atingida pelos rejeitos t\u00f3xicos da barragem do Fund\u00e3o. De l\u00e1 sa\u00edram aproximadamente 40 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos de rejeitos, que causaram grande impacto, principalmente nos 100 primeiros quil\u00f4metros do rio at\u00e9 a Usina Risoleta Neves, de Candonga. Grande parte, segundo ele, foi retida, mas nos outros 600 quil\u00f4metros do rio at\u00e9 a foz foi uma part\u00edcula muito mais fina, que permaneceu na calha do rio. \u201c\u00c9 claro que esse rejeito impactou a qualidade\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o executivo, s\u00e3o cerca de 6 mil pessoas envolvidas no processo de repara\u00e7\u00e3o de Mariana at\u00e9 a foz do Rio Doce. Ele garantiu que a qualidade da \u00e1gua vem se recuperando com o trabalho j\u00e1 realizado. \u201cHoje a gente pode afirmar que a qualidade da \u00e1gua voltou aos patamares que ela tinha antes do rompimento. Essa \u00e1gua pode e vem sendo consumida desde que tratada com um sistema convencional como \u00e9 a realidade de qualquer outro rio do pa\u00eds.\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O diretor-presidente acrescentou que tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel atestar a qualidade da \u00e1gua porque j\u00e1 havia dados anteriores ao rompimento, elaborados pelo Instituto de \u00c1guas de Minas Gerais. \u201cA gente tem dados pret\u00e9ritos sobre essa qualidade da \u00e1gua e consegue afirmar que a \u00e1gua retornou a patamares semelhantes ao que tinha antes do rompimento\u201d, assegurou.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Esgoto<\/h2>\n\n\n\n<p>O saneamento \u00e9 outra quest\u00e3o que vem sendo enfrentada na recupera\u00e7\u00e3o, o que para Freitas, \u00e9 o principal desafio ambiental da \u00e1gua do Rio Doce. Ele destacou que as estimativas do Comit\u00ea de Bacias Hidrogr\u00e1ficas do Rio Doce indicam que 80% do esgoto na regi\u00e3o \u00e9 lan\u00e7ado sem tratamento no rio. Dos munic\u00edpios inclu\u00eddos no projeto da Renova, 25 chegam a coletar o esgoto nas casas, mas lan\u00e7am tudo no rio sem tratamento. \u201cPelos nossos c\u00e1lculos a gente estima que todo ano \u00e9 lan\u00e7ado esgoto sem tratamento no Rio Doce, em um volume de mais ou menos 140 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos, tr\u00eas vezes o volume de rejeitos que sa\u00edram de Fund\u00e3o para a Bacia de Rio Doce. Ent\u00e3o, o desafio grande ambiental para a \u00e1gua \u00e9 esse\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A Renova, conforme informou, investe aproximadamente, R$ 600 milh\u00f5es em a\u00e7\u00f5es de saneamento b\u00e1sico nos munic\u00edpios da regi\u00e3o atingida pelo rompimento da barragem, a grande maioria para tratamento de esgoto e uma parte menor para destina\u00e7\u00e3o de res\u00edduos s\u00f3lidos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cCom isso a gente espera resolver uma parcela desse desafio do esgoto que existe no Rio Doce, atrav\u00e9s de nossos recursos compensat\u00f3rios que s\u00e3o os para serem investidos em a\u00e7\u00f5es para a sociedade, que n\u00e3o t\u00eam a ver com o impacto do rompimento da barragem\u201d, afirmou. Segundo Freitas, a estimativa \u00e9 que a Renova invista R$ 300 milh\u00f5es para as obras de saneamento nos pr\u00f3ximos tr\u00eas anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ele, essas obras v\u00e3o ajudar os munic\u00edpios a alcan\u00e7arem as metas do novo marco geral do saneamento b\u00e1sico, com os investimentos feitos tamb\u00e9m na capacita\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e no fortalecimento da infraestrutura das cidades. \u201cOs munic\u00edpios da calha do Rio Doce, com esses investimentos v\u00e3o estar melhor posicionados para cumprir com os objetivos do marco do saneamento. A gente espera que eles consigam capitalizar em cima desses recursos e resolver ainda uma parcela maior desse desafio do esgoto\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Indeniza\u00e7\u00f5es<\/h2>\n\n\n\n<p>Nos quatro anos de trabalho da Funda\u00e7\u00e3o Renova foram pagos cerca de R$ 2,6 bilh\u00f5es para mais de 320 mil pessoas, em indeniza\u00e7\u00f5es e aux\u00edlios financeiros, para as que conseguiram comprovar que sofreram danos. Mas, de acordo com Freitas existe a barreira para atender os atingidos que n\u00e3o conseguem fazer a comprova\u00e7\u00e3o, uma vez que o C\u00f3digo Civil brasileiro diz que a indeniza\u00e7\u00e3o n\u00e3o pode ser feita sem o dano comprovado. \u201c\u00c9 uma quest\u00e3o do marco legal brasileiro, mas a gente reconhece que a situa\u00e7\u00e3o da calha do Rio Doce \u00e9 de grande informalidade e as pessoas t\u00eam essa dificuldade de comprovar\u201d, relatou.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas essa dificuldade est\u00e1 sendo contornada com uma\u00a0solu\u00e7\u00e3o constru\u00edda a partir de uma decis\u00e3o\u00a0da 12\u00aa Vara Federal para dois munic\u00edpios, Baixo Guandu, no Esp\u00edrito Santo; e Naque, em Minas Gerais, que definiu um novo sistema de indeniza\u00e7\u00e3o com uma alta flexibiliza\u00e7\u00e3o dos processos de comprova\u00e7\u00e3o e, de acordo com o diretor-presidente, com valores bastante atrativos, chegando perto na maioria dos casos de R$ 100 mil para cada of\u00edcio a ser indenizado.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA gente vem processando essas indeniza\u00e7\u00f5es novas. Em algumas semanas j\u00e1 chegamos a mais de 350 casos pagos, mais de R$ 30 milh\u00f5es pagos nessas indeniza\u00e7\u00f5es. A gente vem ganhando escala, recentemente, saiu uma decis\u00e3o similar da 12\u00aa Vara Federal para o munic\u00edpio de Linhares ampliando um pouco a decis\u00e3o para Naque e Baixo Guandu, trazendo novas categorias que n\u00e3o haviam sido inclu\u00eddas l\u00e1. A gente est\u00e1 muito animado em fazer com que esse sistema avance e dar resposta para as pessoas que est\u00e3o esperando e que tinham uma dificuldade de avan\u00e7ar justamente por causa dessa fragilidade na comprova\u00e7\u00e3o\u201d, concluiu.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Agenda integrada<\/h2>\n\n\n\n<p>No final de 2019 foi elaborada uma agenda integrada para o uso de recursos compensat\u00f3rios que se materializou em 2020 nos munic\u00edpios da regi\u00e3o atingida pelo rompimento nos estados de Minas Gerais e do Esp\u00edrito Santo. Freitas informou que s\u00e3o recursos que n\u00e3o t\u00eam nada a ver com os impactos do rompimento da barragem, mas ser\u00e3o investidos em infraestrutura. \u201cCom os dois estados se construiu uma agenda para investimentos em infraestrutura, sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o na ordem de R$ 830 milh\u00f5es. A gente tem um forte investimento em estrada no Esp\u00edrito Santo e em Minas. Isso fortalece o acesso a muitas regi\u00f5es. A gente entende que essas estradas v\u00e3o ser um vetor de desenvolvimento econ\u00f4mico de longo prazo para a regi\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, est\u00e3o sendo aplicados R$ 75 milh\u00f5es na reestrutura\u00e7\u00e3o do Hospital de Governador Valadares, que estava com as obras paralisadas h\u00e1 cinco anos. \u201c\u00c9 um hospital regional que atende a uma \u00e1rea onde vivem cerca de 1,5 milh\u00e3o de pessoas tamb\u00e9m \u00e9 um benef\u00edcio para a sociedade como um todo. Na educa\u00e7\u00e3o, s\u00e3o R$ 240 milh\u00f5es investidos em 900 escolas das redes estadual e municipal, beneficiando quase 300 mil alunos com a reestrutura\u00e7\u00e3o das escolas.\u201d. Segundo Freitas, \u201ctem muita coisa j\u00e1 feita e bastante para fazer ainda\u201d, concluiu.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-white-color has-vivid-cyan-blue-background-color has-text-color has-background\">Quer saber as not\u00edcias do <strong>Aconteceu no Vale<\/strong> em primeira m\u00e3o? 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