{"id":154437,"date":"2019-11-07T22:53:23","date_gmt":"2019-11-08T01:53:23","guid":{"rendered":"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=154437"},"modified":"2019-11-07T22:54:27","modified_gmt":"2019-11-08T01:54:27","slug":"renova-garante-que-e-possivel-tratar-agua-do-rio-doce-para-consumo-da-populacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=154437","title":{"rendered":"Renova garante que \u00e9 poss\u00edvel tratar \u00e1gua do Rio Doce para consumo da popula\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p>Passados quatro anos do rompimento da barragem da mineradora Samarco, ainda \u00e9 recorrente a desconfian\u00e7a de moradores de munic\u00edpios banhados pelo Rio Doce em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 qualidade da \u00e1gua na regi\u00e3o. A Funda\u00e7\u00e3o Renova, entidade criada para reparar os danos da trag\u00e9dia conforme acordo firmado em mar\u00e7o de 2016, assegura que o tratamento permite alcan\u00e7ar os padr\u00f5es de potabilidade exigidos para o consumo humano e conta com o respaldo de \u00f3rg\u00e3os ambientais.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, gestores do Servi\u00e7o Aut\u00f4nomo de \u00c1gua e Esgoto (SAAE) de Governador Valadares admitem que, atualmente, a popula\u00e7\u00e3o da cidade consome menos \u00e1gua se comparado ao per\u00edodo anterior ao rompimento. Isso porque muitos moradores est\u00e3o recorrendo a outros meios de fornecimento. Na foz do Rio Doce, Leone Carlos, presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Pescadores de Reg\u00eancia, considera que relat\u00f3rios divulgados n\u00e3o passaram ainda confian\u00e7a sobre a qualidade da \u00e1gua e do pescado.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O Rio Doce est\u00e1 numa condi\u00e7\u00e3o muito similar ao que estava antes do rompimento da barragem. Ou seja: sua \u00e1gua \u00e9 poss\u00edvel de ser tratada e disponibilizada para consumo da popula\u00e7\u00e3o sem nenhum risco&#8221;, afirma Br\u00edgida Maioli, respons\u00e1vel pelo programa da Funda\u00e7\u00e3o Renova voltado para monitorar a qualidade da \u00e1gua do Rio Doce.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 atualmente 92 pontos de monitoramento desde o Rio Gualaxo do Norte, passando pelo Rio do Carmo e chegando ao Rio Doce. Em 22 desses pontos, existem esta\u00e7\u00f5es autom\u00e1ticas que geram informa\u00e7\u00f5es em tempo real. Nos demais, a coleta \u00e9 manual. S\u00e3o verificados 80 par\u00e2metros f\u00edsicos, qu\u00edmicos e biol\u00f3gicos. Segundo o Instituto Mineiro de Gest\u00e3o das \u00c1guas (Igam), o Rio Doce \u00e9 atualmente o mais monitorado do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/agua_rio_doce_1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-154438\" width=\"672\" height=\"447\" srcset=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/agua_rio_doce_1.jpg 675w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/agua_rio_doce_1-300x200.jpg 300w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/11\/agua_rio_doce_1-630x420.jpg 630w\" sizes=\"auto, (max-width: 672px) 100vw, 672px\" \/><figcaption><em>Ponto de coleta de dados para monitoramento da qualidade da \u00e1gua na foz do rio Doce, distrito de Reg\u00eancia &#8211; Foto: T\u00e2nia R\u00eago \/ Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>De acordo com Br\u00edgida, a evolu\u00e7\u00e3o \u00e9 n\u00edtida desde o rompimento, embora seja natural que a turbidez aumente nos per\u00edodos de chuva, j\u00e1 que os sedimentos no fundo dos rios s\u00e3o remexidos. \u201cOs metais identificados no monitoramento s\u00e3o os que j\u00e1 existiam antes na bacia. Eles fazem parte de todo o contexto hist\u00f3rico de explora\u00e7\u00e3o, que envolve lan\u00e7amento de esgotos e de efluentes industriais. Mas tratada, a \u00e1gua fica livre desses metais e atinge o padr\u00e3o de potabilidade\u201d, refor\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>An\u00e1lises sobre a presen\u00e7a de metais na bacia, por\u00e9m, t\u00eam gerado diferentes interpreta\u00e7\u00f5es. Em junho deste ano, uma nota t\u00e9cnica da Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa)\u00a0recomendava consumo\u00a0limitado de peixes do Rio Doce e apontava que a presen\u00e7a de c\u00e1dmio, merc\u00fario e chumbo no pescado estava acima da m\u00e9dia mundial. A pesca na bacia segue restrita.<\/p>\n\n\n\n<p>O Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF) tamb\u00e9m disponibilizou, nesta semana, um relat\u00f3rio que traz informa\u00e7\u00f5es sobre a qualidade da \u00e1gua. &#8220;Para os resultados de amostras de \u00e1gua validadas e fornecidas no&nbsp;<em>site<\/em>&nbsp;da Funda\u00e7\u00e3o Renova, entre agosto de 2017 e julho de 2018, \u00e9 percept\u00edvel a necessidade de divulga\u00e7\u00e3o dos resultados. Existem viola\u00e7\u00f5es aos valores m\u00e1ximos permitidos pela legisla\u00e7\u00e3o vigente ao longo da regi\u00e3o monitorada, para par\u00e2metros como os seguintes metais: alum\u00ednio, ars\u00eanio, c\u00e1dmio, chumbo, cobre, cromo, ferro, mangan\u00eas, merc\u00fario, n\u00edquel, prata e zinco&#8221;, diz o documento.<\/p>\n\n\n\n<p>O documento \u00e9 assinado pela Ramboll, uma das empresas respons\u00e1veis por periciar as a\u00e7\u00f5es de repara\u00e7\u00e3o conforme acordo negociado pelo MPF com as mineradoras. O documento revela ainda que cerca de 70 mil pessoas ainda est\u00e3o sendo abastecidas por sistema emergencial e outras 30 mil dependem de caminh\u00f5es-pipa. Al\u00e9m disso, de seis obras para implanta\u00e7\u00e3o de capta\u00e7\u00f5es alternativas anunciadas pela Funda\u00e7\u00e3o Renova, apenas uma est\u00e1 conclu\u00edda e apta a operar. Outro apontamento \u00e9 falta de clareza nos boletins que re\u00fanem os resultados do monitoramento autom\u00e1tico. &#8220;N\u00e3o s\u00e3o apresentados de forma clara e objetiva de acordo com a necessidade dos atingidos, pois usam linguagem t\u00e9cnica e sem a descri\u00e7\u00e3o de poss\u00edveis riscos \u00e0 popula\u00e7\u00e3o atingida e seus usos da \u00e1gua&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>A Funda\u00e7\u00e3o Renova vem desenvolvendo uma s\u00e9rie de a\u00e7\u00f5es para melhorar a qualidade da \u00e1gua da bacia e aumentar as popula\u00e7\u00f5es de peixes. A entidade assegura ter recuperado 113 afluentes, cujos leitos haviam desaparecido ap\u00f3s a trag\u00e9dia. Junto ao programa de reflorestamento, espera-se recuperar 5 mil nascentes em 10 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao mesmo tempo, mais de R$ 500 milh\u00f5es dever\u00e3o ser investidos em projetos de saneamento de cidades. At\u00e9 o fim de julho deste ano, foram recebidos 211 pleitos. Os primeiros munic\u00edpios que tiveram verbas liberadas foram S\u00e3o Jos\u00e9 do Goiabal, Rio Casca e S\u00e3o Domingos do Prata, em Minas Gerais, al\u00e9m de Colatina, no Esp\u00edrito Santo.<\/p>\n\n\n\n<p>Paralelamente ao esfor\u00e7o pela recupera\u00e7\u00e3o do Rio Doce, foi pactuada como compensa\u00e7\u00e3o a constru\u00e7\u00e3o de uma nova capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua no Rio Corrente Grande para Governador Valadares, um dos munic\u00edpios mais afetados pelo desabastecimento na \u00e9poca da trag\u00e9dia. A obra, que come\u00e7ou em julho de 2018 e deve ser entregue \u00e0 prefeitura em mar\u00e7o de 2021, prev\u00ea uma adutora de 35 quil\u00f4metros de extens\u00e3o interligada aos sistemas de tratamento localizados em tr\u00eas bairros.<\/p>\n\n\n\n<p>Com uma vaz\u00e3o de 900 litros por segundo, a nova adutora ser\u00e1 capaz de atender 100% da demanda da popula\u00e7\u00e3o de Governador Valadares. Atualmente toda a \u00e1gua distribu\u00edda na cidade prov\u00e9m do Rio Doce, ap\u00f3s tratamento. &#8220;\u00c9 uma nova capta\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, mas n\u00e3o quer dizer que iremos abandonar o Rio Doce. Isso vai ser avaliado ap\u00f3s a entrega da adutora&#8221;, avalia Victor Mendes Oliveira, diretor do Departamento de Engenharia do SAAE.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Renaturaliza\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>Outras iniciativas tamb\u00e9m est\u00e3o em curso no Rio Gualaxo de Norte, o primeiro manancial a ser atingido ap\u00f3s o rompimento pela onda de rejeitos. Ele \u00e9 afluente do Rio do Carmo que, por sua vez, se encontra com o Rio Piranga e d\u00e1 origem ao Rio Doce.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das iniciativas em andamento \u00e9 o projeto de renaturaliza\u00e7\u00e3o do Rio Gualaxo do Norte. Desde maio deste ano troncos e galhos de \u00e1rvores vem sendo introduzidos em sua calha, de forma a criar \u00e1reas de remanso. A t\u00e9cnica utilizada em mananciais degradados na Europa e na Am\u00e9rica do Norte, foi trazida ao Brasil pela Aplysia, uma empresa que atua na \u00e1rea ambiental e fechou parceria com a Funda\u00e7\u00e3o Renova.<\/p>\n\n\n\n<p>A exist\u00eancia de peda\u00e7os de \u00e1rvores no leito dos rios \u00e9 algo natural, mas eles foram removidos com a passagem da lama. Eles ajudam a frear o fluxo das \u00e1guas, criando remansos e diversificando os ambientes, o que \u00e9 importante para o desenvolvimento das popula\u00e7\u00f5es de peixes, que buscam locais mais calmos para o descanso, a fecunda\u00e7\u00e3o e a alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Estamos acelerando um processo que ocorreria naturalmente, recriando as caracter\u00edsticas anteriores desses trechos afetados. Em uma \u00e1rea do rio com mata ciliar, a \u00e1rvore vai morrer em algum momento, vai cair um galho, depois o tronco. \u00c9 um ciclo da natureza. Mas aqui, n\u00e3o vamos esperar o plantio para a recomposi\u00e7\u00e3o da mata ciliar que vai demorar uns dez anos para termos \u00e1rvores maiores. Estamos acelerando esse processo e j\u00e1 instalando os troncos na calha do rio&#8221;, explica Pedro Ivo, coordenador do projeto.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ilhas flutuantes<\/h2>\n\n\n\n<p>Outra iniciativa que est\u00e1 sendo preparada para aplica\u00e7\u00e3o no Rio Gualaxo do Norte \u00e9 fruto de parceria com Lia Marinha, uma startup desenvolvida a partir de edital de inova\u00e7\u00e3o para a ind\u00fastria realizado pelo Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Ela desenvolveu uma biotecnologia que funciona como uma esta\u00e7\u00e3o de tratamento natural. S\u00e3o ilhas flutuantes em que esp\u00e9cies da flora aqu\u00e1tica s\u00e3o usadas para filtrar mat\u00e9ria org\u00e2nica, absorver metais e diminuir a turbidez da \u00e1gua.<\/p>\n\n\n\n<p>Testes em laborat\u00f3rio levaram \u00e0 sele\u00e7\u00e3o de quatro esp\u00e9cies. A taboa, por exemplo, \u00e9 nativa da regi\u00e3o e mostrou boa capacidade para absorver metais. A expectativa \u00e9 de que as ilhas flutuantes consigam reduzir em 10% n\u00edveis de ferro, alum\u00ednio e mangan\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, quando instaladas junto \u00e0s beiradas do Rio Gualaxo do Norte, a biotecnologia seria capaz de impedir que parte da lama acumulada na margem seja carregada para o leito nos per\u00edodos chuvosos. Essa \u00e9 uma preocupa\u00e7\u00e3o considerando o plano de manejo de rejeitos aplicado pela Funda\u00e7\u00e3o Renova com o aval dos \u00f3rg\u00e3os ambientais. Avaliou-se que a retirada da lama das margens do rio ampliaria o impacto e, com exce\u00e7\u00e3o de alguns locais, a op\u00e7\u00e3o foi por estimular a volta da mat\u00e9ria org\u00e2nica para que a mata ciliar possa crescer sobre esse novo solo.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse foi um dos motivos que levaram \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o, logo ap\u00f3s a trag\u00e9dia, de uma revegeta\u00e7\u00e3o inicial dessas \u00e1reas com gram\u00edneas e leguminosas. A medida buscava enriquecer o solo e combater a eros\u00e3o com o consequente escoamento de lama para os mananciais. De acordo com a Funda\u00e7\u00e3o Renova, a turbidez da \u00e1gua do Rio Gualaxo do Norte est\u00e1 em queda desde o fim de 2015, quando ela atingiu o seu auge.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color has-background has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color\"><strong>VER PRIMEIRO: <\/strong>Receba as not\u00edcias do Aconteceu no Vale em primeira m\u00e3o. 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