{"id":154271,"date":"2019-11-03T19:55:36","date_gmt":"2019-11-03T22:55:36","guid":{"rendered":"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=154271"},"modified":"2019-11-03T19:56:19","modified_gmt":"2019-11-03T22:56:19","slug":"internet-completa-50-anos-cercada-de-polemicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=154271","title":{"rendered":"Internet completa 50 anos cercada de pol\u00eamicas"},"content":{"rendered":"\n<p>A cada minuto, 188 milh\u00f5es de&nbsp;<em>e-mails<\/em>&nbsp;s\u00e3o enviados, 41 milh\u00f5es de mensagens de textos s\u00e3o trocadas pelo WhatsApp e FB Messenger, 4,5 milh\u00f5es de v\u00eddeos s\u00e3o vistos no YouTube, 3,8 milh\u00f5es de buscas s\u00e3o realizadas no Google, 2 milh\u00f5es de&nbsp;<em>snaps<\/em>&nbsp;s\u00e3o publicados, 1,4 milh\u00e3o de perfis s\u00e3o vistos no Tinder, 1 milh\u00e3o de pessoas se conectam ao Facebook, 390 mil aplicativos s\u00e3o baixados de lojas como Play Store e App Store (Apple) e 87,5 mil pessoas tu\u00edtam.<\/p>\n\n\n\n<p>Cerca de 57% da popula\u00e7\u00e3o mundial est\u00e1 conectada, um total de 4,3 bilh\u00f5es de pessoas, e 45% dos habitantes do planeta usam redes sociais, cerca de 3,5 bilh\u00f5es de pessoas, conforme o relat\u00f3rio Digital 2019, da empresa We Are Social. Somente o Facebook tem 2,4 bilh\u00f5es de usu\u00e1rios, enquanto o Google chega a 2,4 bilh\u00f5es de internautas com o sistema operacional Android e a 2 bilh\u00f5es com sua plataforma de v\u00eddeo YouTube.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse cen\u00e1rio \u00e9 resultado de uma hist\u00f3ria que completou 50 anos na semana passada. No dia 29 de outubro de 1969, um pacote de dados foi transmitido entre computadores de duas universidades diferentes na Calif\u00f3rnia, Estados Unidos. A inova\u00e7\u00e3o foi produto de pesquisas feitas por acad\u00eamicos sob os ausp\u00edcios de uma ag\u00eancia militar do governo daquele pa\u00eds, que criou uma rede denominada Arpanet. Anos depois, em 1973, Vinton Cerf e Robert Khan criaram o protocolo TCP\/IP, que seria a base do transporte de informa\u00e7\u00f5es na rede.<\/p>\n\n\n\n<p>A d\u00e9cada de 1980 marcou a introdu\u00e7\u00e3o de diversas tecnologias fundamentais relacionada \u00e0 internet no mercado. Foi a fase de difus\u00e3o de computadores pessoais e port\u00e1teis, de roteadores que permitiam a conex\u00e3o entre diferentes redes e de telefones celulares, que nas d\u00e9cadas seguintes seriam terminais essenciais para a difus\u00e3o da rede.<\/p>\n\n\n\n<p>Os anos 1990 consolidaram a internet como se conhece. Em 1991, o centro de pesquisas Cern desenvolveu o modelo da World Wide Web (Rede Mundial de Computadores), calcado no protocolo de transfer\u00eancia de hipertexto (HTTP), a linguagem de marca\u00e7\u00e3o de hipertextos (HTML) e na organiza\u00e7\u00e3o de conte\u00fados em p\u00e1ginas, vis\u00edveis por meio de um programa chamado de navegador e acess\u00edvel por um endere\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante a d\u00e9cada, a internet passou a se expandir em diversos pa\u00edses, ganhando diferentes modalidades de conte\u00fados, bens e servi\u00e7os, inclusive o com\u00e9rcio eletr\u00f4nico. Na primeira fase, a rela\u00e7\u00e3o com os usu\u00e1rios se d\u00e1 fundamentalmente no acesso a textos, imagens e v\u00eddeos em<em>&nbsp;sites<\/em>. Em 1996, come\u00e7a a funcionar o servi\u00e7o de voz sobre IP, permitindo chamadas de voz por outro meio que n\u00e3o telefones fixos ou m\u00f3veis. Em 1998, \u00e9 lan\u00e7ado o mecanismo de busca Google.<\/p>\n\n\n\n<p>Na d\u00e9cada seguinte, outros tipos de servi\u00e7os de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o ganhariam popularidade. \u00c9 o caso das redes sociais, com o Friendster, em 2002, o Linkedin, em 2003, e o Facebook, em 2004. No ano seguinte, o audiovisual<em>&nbsp;online<\/em>&nbsp;ganha impulso com a cria\u00e7\u00e3o do YouTube, que viria a se tornar a maior plataforma de publica\u00e7\u00e3o e consumo de v\u00eddeos do planeta. A facilidade de publica\u00e7\u00e3o de conte\u00fado e a participa\u00e7\u00e3o em redes sociais e f\u00f3runs motivou a ideia de uma&nbsp;<em>web<\/em>&nbsp;2.0, marcada pela participa\u00e7\u00e3o e pelo car\u00e1ter social.<\/p>\n\n\n\n<p>A d\u00e9cada de 2010 trouxe a difus\u00e3o global da internet, a amplia\u00e7\u00e3o da sua base de usu\u00e1rios e a consolida\u00e7\u00e3o desses grandes agentes, alcan\u00e7ando bilh\u00f5es de pessoas. O&nbsp;<em>smartphone<\/em>&nbsp;torna-se o equipamento eletr\u00f4nico mais difundido do mundo e puxa a expans\u00e3o e novas formas de conectividade ininterrupta e ub\u00edqua, bem como o acesso a servi\u00e7os n\u00e3o mais por sites, mas por aplicativos, ou Apps.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m foi na d\u00e9cada atual que diversos problemas eclodiram e puseram em quest\u00e3o a situa\u00e7\u00e3o da internet. Um dos marcos foram as den\u00fancias do ex-trabalhador da Ag\u00eancia de Seguran\u00e7a Nacional dos Estados Unidos Edward Snowden sobre a exist\u00eancia de pr\u00e1ticas de espionagem em grande escala por alguns governos, entre os quais o do seu pa\u00eds, em colabora\u00e7\u00e3o com grandes empresas de tecnologia. Em 2017, veio \u00e0 tona o esc\u00e2ndalo da empresa de&nbsp;<em>marketing<\/em>&nbsp;digital Cambridge Analytica, suspeita de ter usado dados de quase 100 milh\u00f5es de usu\u00e1rios para influenciar processos pol\u00edticos, como as elei\u00e7\u00f5es nos Estados Unidos e o referendo do Brexit em 2016, al\u00e9m de pleitos em diversos outros pa\u00edses.<\/p>\n\n\n\n<p>O conselheiro do Comit\u00ea Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e respons\u00e1vel pela primeira conex\u00e3o TCP\/IP no pa\u00eds, Demi Getschko, diz que \u00e9 preciso separar a internet como estrutura tecnol\u00f3gica das atividades realizadas sobre esta. Os problemas de abuso na explora\u00e7\u00e3o de dados e excessos envolvendo o debate p\u00fablico&nbsp;<em>online&nbsp;<\/em>n\u00e3o estariam relacionados \u00e0 internet, mas ao que \u00e9 realizado a partir dela.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cUma coisa \u00e9 ter uma estrutura em que, sem fronteiras f\u00edsicas, sem permiss\u00e3o, nada al\u00e9m da ades\u00e3o volunt\u00e1ria, consegue montar um tecido mundial, que \u00e9 o que foi conseguido com a internet. Dentre diversas op\u00e7\u00f5es que existiam nas d\u00e9cadas de 1970 e 1980, a internet foi bem-sucedida. Pessoal envolvido teve mente aberta e estrutura s\u00f3lida, e n\u00e3o voltada a nada fechado. N\u00e3o tem centro de controle. Ela foi constru\u00edda com esse prop\u00f3sito\u201d, observa.<\/p>\n\n\n\n<p>Na opini\u00e3o da coordenadora de Pol\u00edticas para Am\u00e9rica Latina da organiza\u00e7\u00e3o Internacional Eletronic Frontier Foundation, Veridiana Alimonti, se, por um lado, a rede mundial proporcionou novas formas de produ\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o de conhecimento, permitindo a express\u00e3o de narrativas sem espa\u00e7o nos meios de comunica\u00e7\u00e3o tradicionais, por outro, tamb\u00e9m abriu espa\u00e7o para pr\u00e1ticas prejudiciais.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDe fato, passamos de um momento de euforia com a internet e as tecnologias digitais de informa\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o para uma compreens\u00e3o mais cr\u00edtica de que elas tamb\u00e9m podem servir para a potencializa\u00e7\u00e3o da discrimina\u00e7\u00e3o, de grandes assimetrias de poder e da vigil\u00e2ncia sobre cada detalhe das nossas vidas\u201d, ressalta.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o coordenador de Pol\u00edticas P\u00fablicas para Am\u00e9rica Latina da entidade internacional Accessnow, Javier Pallero, os problemas que ganharam visibilidade nos \u00faltimos anos est\u00e3o relacionados \u00e0 amplia\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a de pessoas no ambiente virtual. A internet deixou de ser um espa\u00e7o apenas ocupado por usu\u00e1rios mais ricos ou por elites universit\u00e1rias para se transformar em um cen\u00e1rio mais pr\u00f3ximo da sociedade, refletindo tamb\u00e9m conflitos e comportamentos problem\u00e1ticos.<\/p>\n\n\n\n<p>As empresas de redes sociais, acrescenta Pallero, calcaram seus neg\u00f3cios nessa nova l\u00f3gica de circula\u00e7\u00e3o de conte\u00fados, favorecendo o que gerasse mais engajamento. \u201cPor causa das fraquezas humanas, h\u00e1 uma aten\u00e7\u00e3o para coisas como not\u00edcias falsas e sensacionalismo, al\u00e9m do fato de as pessoas quererem ser notadas. As companhias de redes sociais tiraram vantagens dessas limita\u00e7\u00f5es culturais e educacionais, talvez propositalmente.\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O professor da Universidade Federal do ABC e integrante do CGI.br S\u00e9rgio Amadeu identifica nesse processo o que chama de tr\u00eas crises atuais da internet. A primeira envolve o car\u00e1ter distribu\u00eddo da rede, que n\u00e3o necessariamente \u00e9 democr\u00e1tico e pode ser usado para disseminar vigil\u00e2ncia e comportamentos autorit\u00e1rios. A segunda crise est\u00e1 relacionada com o livre fluxo de dados, capturado por grandes corpora\u00e7\u00f5es e controlado muitas vezes fora da capacidade de fiscaliza\u00e7\u00e3o e regula\u00e7\u00e3o dos Estados nacionais.<\/p>\n\n\n\n<p>A terceira crise abarca o modelo de participa\u00e7\u00e3o, que, ao dar espa\u00e7o para um contingente maior, incluiu usu\u00e1rios contr\u00e1rios \u00e0s liberdades e direitos de participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. \u201cPensamos que, pelo fato de a internet permitir participa\u00e7\u00e3o ampla, as pessoas defenderiam a liberdade de participa\u00e7\u00e3o. Mas v\u00e1rios grupos neofascistas e autorit\u00e1rios usam a rede para destruir o ideal de participa\u00e7\u00e3o\u201d, diz Amadeu.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Futuro<\/h2>\n\n\n\n<p>Segundo o criador do protocolo TCP\/IP e hoje vice-presidente de \u201cevangeliza\u00e7\u00e3o da internet\u201d do Google, Vint Cerf, a rede mundial de computadores caminha para ser \u201ctotalmente natural\u201d, utilizada pelos indiv\u00edduos sem pensar nela. Cerf diz acreditar que haver\u00e1 melhora geral tanto nos \u00edndices de conectividade quanto nas velocidades, com amplia\u00e7\u00e3o do 5G e das redes de fibra \u00f3tica.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cBilh\u00f5es de aparelhos conectados em rede ter\u00e3o capacidade ainda maior de interatividade para voz, gestos e sistemas de intelig\u00eancia artificial. Vejo tamb\u00e9m a expans\u00e3o da internet interplanet\u00e1ria \u2013 quem sabe? Uma coisa \u00e9 certa: depois de todas as conquistas dos \u00faltimos 50 anos, as possibilidades s\u00e3o infinitas\u201d, afirmou, em texto publicado em&nbsp;<em>blog&nbsp;<\/em>no Google.<\/p>\n\n\n\n<p>Demi Getschko vai em sentido similar e considera que a \u201cnaturaliza\u00e7\u00e3o da internet\u201d tende a seguir din\u00e2mica semelhante \u00e0 da eletricidade, tornando-se t\u00e3o presente que fique quase impercept\u00edvel. No tocante a tentativas de regula\u00e7\u00e3o por governos diante dos problemas no ambiente virtual, que v\u00eam se multiplicando nos \u00faltimos anos, o conselheiro do CGI lembra que h\u00e1 dificuldades em raz\u00e3o do car\u00e1ter \u201csem fronteiras\u201d da rede.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA internet n\u00e3o tem um pa\u00eds, mas comunidades. \u00c9 preciso que ver formas de combater il\u00edcitos, que nem sempre s\u00e3o os mesmos nas legisla\u00e7\u00f5es. Estamos em uma situa\u00e7\u00e3o em que muitos paradigmas mudam. Temos tend\u00eancia de ficar muito ansiosos e de tentar remendar. A internet \u00e9 uma peneira de infinitos furos\u201d, pondera.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o professor S\u00e9rgio Amadeu destaca que as respostas \u00e0s crises da internet dependem de medidas concretas, como regular as grandes plataformas digitais. \u201cN\u00e3o d\u00e1 para aceitar que elas atuem da forma como atuam, muitas vezes censurando conte\u00fados do nosso pa\u00eds. E corpora\u00e7\u00f5es n\u00e3o v\u00e3o abandonar sua lucratividade. Al\u00e9m da regula\u00e7\u00e3o, \u00e9 preciso esta batalha pela \u00e9tica, por termos de conduta a partir de debates amplos na sociedade\u201d, defende.<\/p>\n\n\n\n<p>Javier Pallero acredita que o Estado tem papel central, por ser o \u00fanico com poder de garantir o respeito a direitos humanos no ambiente virtual. Ele ressalta que a\u00ed h\u00e1 uma responsabilidade de governos democr\u00e1ticos em fortalecer as pr\u00e1ticas democr\u00e1ticas na rede, assegurando regras transparentes e justas e n\u00e3o contribuindo para pr\u00e1ticas como a censura de conte\u00fados.<br><br>Outra dimens\u00e3o, acrescenta Pallero, \u00e9 qualificar a forma\u00e7\u00e3o do cidad\u00e3o para \u201cser um pensador cr\u00edtico da internet em um mundo dirigido pela tecnologia e com uma grande depend\u00eancia disso\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color has-background has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color\"><strong>VER PRIMEIRO: <\/strong>Receba as not\u00edcias do Aconteceu no Vale em primeira m\u00e3o. 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