{"id":153867,"date":"2019-10-22T09:08:52","date_gmt":"2019-10-22T12:08:52","guid":{"rendered":"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=153867"},"modified":"2019-10-22T09:11:22","modified_gmt":"2019-10-22T12:11:22","slug":"plantas-alimenticias-nao-convencionais-estao-mais-acessiveis-em-minas-gerais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=153867","title":{"rendered":"Plantas aliment\u00edcias n\u00e3o convencionais est\u00e3o mais acess\u00edveis em Minas Gerais"},"content":{"rendered":"\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 ouviu falar de serralha, azedinha, bertalha, peixinho, caruru e maria-gond\u00f3? \u00c9 poss\u00edvel que ainda n\u00e3o.\u00a0E quanto a\u00a0ora-pro-n\u00f3bis, capuchinha e taioba?\u00a0Talvez, agora, os nomes soem um pouco mais familiares. Na realidade,\u00a0todas estas esp\u00e9cies est\u00e3o em uma mesma categoria\u00a0e s\u00e3o chamadas de\u00a0pancs: plantas aliment\u00edcias n\u00e3o convencionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Por muito tempo, as pancs, que tamb\u00e9m incluem o grupo das hortali\u00e7as n\u00e3o convencionais, eram facilmente encontradas nas hortas e quintais de Minas Gerais.&nbsp; Os anos se passaram e elas cederam espa\u00e7o para hortali\u00e7as que podiam ser produzidas em larga escala, com grande oferta no mercado de sementes e mudas para o cultivo, como \u00e9 o caso da alface, da couve, do piment\u00e3o, do repolho, do espinafre, da couve-flor e muitas outras.<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar disso, nos \u00faltimos anos, um trabalho come\u00e7ou a ser desenvolvido, em Minas Gerais, para o resgate das pancs e elas passaram a ser encontradas novamente nas hortas e feiras do estado.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEste trabalho come\u00e7ou em 2007, com a\u00a0Emater-MG,\u00a0Epamig, Embrapa, Minist\u00e9rio da Agricultura e Universidade Federal de Vi\u00e7osa, al\u00e9m de representantes de agricultores familiares. Observamos uma monotonia na alimenta\u00e7\u00e3o, com as pessoas consumindo sempre a mesma coisa.\u00a0 Al\u00e9m disso, a gente pensou na quest\u00e3o da tradi\u00e7\u00e3o, pois est\u00e1 se perdendo esta quest\u00e3o cultural da culin\u00e1ria\u201d, explica o coordenador de Olericultura da Emater-MG, Georgeton Silveira.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"450\" src=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/hortalica_nao_convencional_1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-153870\" srcset=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/hortalica_nao_convencional_1.jpg 600w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/hortalica_nao_convencional_1-300x225.jpg 300w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/hortalica_nao_convencional_1-80x60.jpg 80w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/hortalica_nao_convencional_1-265x198.jpg 265w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/hortalica_nao_convencional_1-560x420.jpg 560w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><figcaption><em>Peixinho &#8211; Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Epamig<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>A mesma opini\u00e3o \u00e9 compartilhada pela pesquisadora da Empresa de Pesquisa Agropecu\u00e1ria de Minas Gerais (Epamig), Marinalva Woods Pedrosa. \u201cQuando a gente vai ao sacol\u00e3o, encontramos sempre as mesmas esp\u00e9cies que v\u00e3o para a nossa mesa. E as hortali\u00e7as n\u00e3o convencionais trazem um resgate de valores, de tradi\u00e7\u00f5es. A maioria \u00e9 r\u00fastica, de f\u00e1cil manejo no campo e, de modo geral, n\u00e3o demandam grande uso de defensivos. Ent\u00e3o, vamos trazer esta qualidade para mesa\u201d, comenta.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com o coordenador da Emater-MG \u2013 empresa vinculada \u00e0\u00a0Secretaria de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa)\u00a0\u2013 uma das a\u00e7\u00f5es para o resgaste das pancs foi a cria\u00e7\u00e3o de bancos de multiplica\u00e7\u00e3o. \u201cA partir deles, os produtores puderam ter acesso aos materiais de propaga\u00e7\u00e3o. Em 11 anos, foram dezenas de bancos de multiplica\u00e7\u00e3o do estado. Nem todos progrediram. Mas tivemos casos de sucesso\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos bancos de multiplica\u00e7\u00e3o foi implantado na fazenda da Epamig, em Prudente de Morais, regi\u00e3o Central de Minas Gerais.\u00a0 No local, v\u00e1rias plantas foram estudadas pelos pesquisadores, algumas esp\u00e9cies levadas pelos pr\u00f3prios agricultores da regi\u00e3o. \u201cAs hortali\u00e7as s\u00e3o levadas para o herb\u00e1rio da Epamig, identificadas e retornaram para a comunidade com informa\u00e7\u00f5es sobre o uso dessas plantas\u201d, explica Marinalva Woods.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"450\" src=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/hortalica_nao_convencional_2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-153869\" srcset=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/hortalica_nao_convencional_2.jpg 600w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/hortalica_nao_convencional_2-300x225.jpg 300w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/hortalica_nao_convencional_2-80x60.jpg 80w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/hortalica_nao_convencional_2-265x198.jpg 265w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/hortalica_nao_convencional_2-560x420.jpg 560w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><figcaption> <em>Azedinha &#8211; Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Epamig<\/em> <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Hortas em Sete Lagoas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Um dos locais de cultivo das plantas aliment\u00edcias n\u00e3o convencionais s\u00e3o as hortas comunit\u00e1rias de Sete Lagoas, tamb\u00e9m na regi\u00e3o Central do estado. As hortas come\u00e7aram com uma parceria da prefeitura com a Emater-MG, em 1982. Na \u00e9poca, eram 35 fam\u00edlias produzindo com o objetivo de oferecer alimentos para a merenda escolar. Hoje a \u00e1rea plantada, somando sete hortas comunit\u00e1rias, \u00e9 de 23 hectares, com mais de 320 fam\u00edlias de agricultores vendendo em feiras, sacol\u00f5es, para programas p\u00fablicos de merenda escolar e at\u00e9 para outros munic\u00edpios.\u00a0 <\/p>\n\n\n\n<p>\n\nNas hortas comunit\u00e1rias s\u00e3o plantadas mais de 90 esp\u00e9cies, a maior produ\u00e7\u00e3o \u00e9 de hortali\u00e7as convencionais. Mas as pancs v\u00eam ganhando espa\u00e7o nos canteiros.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAs pancs j\u00e1 existem desde o in\u00edcio das hortas, porque \u00e9 tradi\u00e7\u00e3o familiar de muitos produtores.&nbsp;Algumas delas, os agricultores j\u00e1 conheciam. Outras, n\u00e3o. A partir do momento que houve acesso ao conhecimento e ao material dos bancos de propaga\u00e7\u00e3o, os agricultores aumentaram a produ\u00e7\u00e3o destas plantas nas \u00e1reas de cultivo e come\u00e7aram a divulgar junto aos consumidores\u201d, explica Georgeton Silveira.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 mais de 20 anos trabalhando nas hortas comunit\u00e1rias de Sete Lagoas, a produtora Maria da Piedade, mais conhecida como Dona Nen\u00e9m, se mostra entusiasmada com a produ\u00e7\u00e3o das pancs. \u201cEu gosto de novidade, de ter tudo na horta. Tudo que voc\u00ea procurar, eu quero ter para oferecer. Azedinha,&nbsp; maria-gond\u00f3,&nbsp; capuchinha, peixinho. Todas essas eu produzo\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela conta que tamb\u00e9m gosta de apresentar para os consumidores as variedades que tem na horta. \u201cEu fui oferecendo para os clientes, ensinando como fazer. Tem dois comerciantes de Belo Horizonte que compram na minha m\u00e3o h\u00e1 mais de dois anos. Eles pegam toda a variedade que eu tiver de verdura\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisadora da Epamig lembra que um dos objetivos do trabalho de resgate das pancs \u00e9 oferecer as hortali\u00e7as de maneira acess\u00edvel para os consumidores. \u201cN\u00e3o \u00e9 resgatar e levar para os sacol\u00f5es e para os supermercados produtos com valores muito altos que o consumidor n\u00e3o consiga colocar na sua mesa. A gente quer melhorar a renda do produtor, mas que o produto tamb\u00e9m seja acess\u00edvel para o consumidor, com qualidade\u201d, afirma Marinalva Woods.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"450\" src=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/hortalica_nao_convencional_3.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-153868\" srcset=\"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/hortalica_nao_convencional_3.jpg 600w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/hortalica_nao_convencional_3-300x225.jpg 300w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/hortalica_nao_convencional_3-80x60.jpg 80w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/hortalica_nao_convencional_3-265x198.jpg 265w, https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/10\/hortalica_nao_convencional_3-560x420.jpg 560w\" sizes=\"auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><figcaption>  <em>Ora-pro-n\u00f3bis &#8211; Foto: Divulga\u00e7\u00e3o\/Epamig<\/em>  <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Feiras em Juiz de Fora<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No munic\u00edpio de Juiz de Fora e arredores, na Zona da Mata, a hist\u00f3ria foi parecida. Em 2009, um banco de sementes e mudas de plantas aliment\u00edcias n\u00e3o convencionais foi implantado numa \u00e1rea da prefeitura.&nbsp; Hoje as pancs s\u00e3o vendidas em v\u00e1rias feiras da cidade. \u201cInicialmente a ideia foi plantar pensando na seguran\u00e7a alimentar das fam\u00edlias rurais, mas acabou virando um instrumento gerador de trabalho e renda\u201d, afirma C\u00e2ndido Ant\u00f4nio, t\u00e9cnico da Emater-MG no munic\u00edpio.<\/p>\n\n\n\n<p>O produtor Wander Ferraz, do munic\u00edpio de Rio Novo, participa das feiras de Juiz de Fora. Ele conta que, no in\u00edcio, junto com as hortali\u00e7as convencionais, levava um pouco de serralha que tinha na propriedade para vender na feira, sem grandes pretens\u00f5es.&nbsp; \u201cCom as mudas e sementes do banco de multiplica\u00e7\u00e3o, comecei tamb\u00e9m a produzir azedinha, ora-pro-n\u00f3bis, capuchinha, taioba, peixinho.&nbsp; A\u00ed comecei a trazer este produtor para a feira tamb\u00e9m. Vendo tudo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>As pancs passaram a ser t\u00e3o procuradas nas feiras de Juiz de Fora que \u00e9 preciso chegar cedo para conseguir comprar. \u201cNa feira da agricultura familiar, por volta de oito ou nove horas, n\u00e3o se encontram mais estas hortali\u00e7as para comprar\u201d, informa o t\u00e9cnico da Emater-MG.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Uso culin\u00e1rio<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A produtora Cristina Schitinni tem uma propriedade em Sim\u00e3o Pereira, tamb\u00e9m na Zona da Mata, onde cultiva pancs e flores comest\u00edveis. Al\u00e9m disso, ela montou uma microempresa para promo\u00e7\u00e3o de palestras e oficinas sobre o assunto.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEu entrego a produ\u00e7\u00e3o diretamente para o cliente. \u00c9 um servi\u00e7o que eu presto. Eu comercializo para chefs de cozinha e cozinheiros. Colho exatamente o que eles querem, do tamanho que eles querem. Foi a forma que eu encontrei de comercializar e sobreviver da terra, foi prestando um servi\u00e7o diferenciado\u201d, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela tamb\u00e9m desenvolveu v\u00e1rias receitas usando as pancs como ingrediente. Uma delas \u00e9 o p\u00e3o de beijo, uma adapta\u00e7\u00e3o do famoso p\u00e3o de queijo de Minas Gerais. Ele \u00e9 feito de ora-pro-n\u00f3bis, polvilho de mandioca e alguns temperos, como a folha de capuchinha.&nbsp; A produtora n\u00e3o usa ovos nem queijo na receita. \u201c\u00c9 uma maneira de incluir, de uma forma mais divertida, as pancs na alimenta\u00e7\u00e3o di\u00e1ria, inclusive de crian\u00e7as\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O chef de cozinha e professor de gastronomia do Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, Yuri Feliciano, conta que desde 2010, quando foi formada a primeira turma, identificaram a tend\u00eancia do uso de plantas aliment\u00edcias n\u00e3o convencionais na alta gastronomia.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAl\u00e9m da alta gastronomia, tentamos passar tamb\u00e9m para a comida do dia a dia. Faz parte das nossas aulas apresentar para os alunos essas plantas. Resgatamos as formas de preparo, al\u00e9m de usar para decorar pratos e harmonizar sabores\u201d, explica o professor. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color has-background has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color\"><strong>VER PRIMEIRO: <\/strong>Receba as not\u00edcias do Aconteceu no Vale em primeira m\u00e3o. Clique em curtir no endere\u00e7o <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/aconteceunovale\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">www.facebook.com\/aconteceunovale<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea j\u00e1 ouviu falar de serralha, azedinha, bertalha, peixinho, caruru e maria-gond\u00f3? \u00c9 poss\u00edvel que ainda n\u00e3o.\u00a0E quanto a\u00a0ora-pro-n\u00f3bis, capuchinha e taioba?\u00a0Talvez, agora, os nomes soem um pouco mais familiares. Na realidade,\u00a0todas estas esp\u00e9cies est\u00e3o em uma mesma categoria\u00a0e s\u00e3o chamadas de\u00a0pancs: plantas aliment\u00edcias n\u00e3o convencionais. 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