{"id":152845,"date":"2019-09-20T10:13:18","date_gmt":"2019-09-20T13:13:18","guid":{"rendered":"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=152845"},"modified":"2019-09-20T10:13:22","modified_gmt":"2019-09-20T13:13:22","slug":"producao-de-leite-sobe-e-a-de-ovos-bate-recorde-diz-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=152845","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o de leite sobe e a de ovos bate recorde, diz IBGE"},"content":{"rendered":"\n<p>O Brasil registrou aumento na produ\u00e7\u00e3o e produtividade do leite em 2018, al\u00e9m de expans\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de mel e ovos de galinha e recupera\u00e7\u00e3o na carcinicultura (camar\u00e3o).<\/p>\n\n\n\n<p>Em contrapartida, o efetivo de bovinos sofreu a segunda queda consecutiva, depois de atingir o recorde de 218,2 milh\u00f5es de cabe\u00e7as em 2016. Os dados constam da pesquisa Produ\u00e7\u00e3o da Pecu\u00e1ria Municipal 2018 (PPM), divulgada hoje (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n\n\n\n<p>A produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite atingiu 33,8 bilh\u00f5es de litros, aumento de 1,6%, retomando a tend\u00eancia de alta ap\u00f3s queda de 1,1% em 2017. De acordo com o estudo, as regi\u00f5es Sul e Sudeste, com participa\u00e7\u00e3o de 34,2% e 33,9%, respectivamente, lideram a produ\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>Por estados, Minas Gerais foi o maior produtor, respondendo por mais de um quarto da produ\u00e7\u00e3o nacional (8,9 bilh\u00f5es de litros, ou o equivalente a 26,4% do total).<\/p>\n\n\n\n<p>De 2017 para 2018, o pre\u00e7o m\u00e9dio nacional por litro de leite foi R$ 1,16, com alta de 4,7%, o que resultou em um valor de produ\u00e7\u00e3o de R$ 39,3 bilh\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>O maior pre\u00e7o m\u00e9dio (R$ 1,26 por litro) foi encontrado na Regi\u00e3o Nordeste, enquanto o menor pre\u00e7o (R$ 0,99 por litro) ficou na Regi\u00e3o Norte. Em termos de munic\u00edpios, a cidade de Castro (PR) liderou o ranking de produ\u00e7\u00e3o nacional, com 0,9%, respondendo por 6,7% da produ\u00e7\u00e3o do estado.<\/p>\n\n\n\n<p>Castro \u00e9 tamb\u00e9m o terceiro munic\u00edpio em valor de produ\u00e7\u00e3o na soma dos seis produtos pesquisados pelo IBGE (leite, ovos de galinha, ovos de codorna, mel de abelha, l\u00e3 e casulos de bicho-da-seda).<\/p>\n\n\n\n<p>Os primeiros lugares s\u00e3o ocupados por Santa Maria de Jetib\u00e1 (ES) e Passos (SP), que s\u00e3o destaques tamb\u00e9m na produ\u00e7\u00e3o de ovos de galinha.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa revela, ainda, que em 2018 foram ordenhadas 16,4 milh\u00f5es de vacas, representativas de 7,7% do efetivo de bovinos do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>O n\u00famero mostra queda de 2,9% em compara\u00e7\u00e3o com a quantidade ordenhada no ano anterior. O Sudeste apresenta o maior efetivo ordenhado do pa\u00eds (29,2%), seguido da Regi\u00e3o Sul (20,6%) e do Nordeste (20,4%).<\/p>\n\n\n\n<p>Em 2018, o Brasil atingiu m\u00e9dia de produtividade de 2.069 litros\/vaca\/ano.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO Sul foi respons\u00e1vel pelo aumento da produtividade, com 3.437 litros por vaca no ano\u201d, informou \u00e0 Ag\u00eancia Brasil a analista da pesquisa, engenheira agr\u00f4noma Mariana Oliveira. O aumento alcan\u00e7ou 4,3% em rela\u00e7\u00e3o a 2017.<\/p>\n\n\n\n<p>Os tr\u00eas estados do Sul tiveram produtividades superiores a 3.200 litros\/vaca\/ano. Em seguida, aparece Minas Gerais, com 2.840 litros\/vaca\/ano.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Galin\u00e1ceos<\/h2>\n\n\n\n<p>Em 31 de dezembro do ano passado, o efetivo de galin\u00e1ceos, que envolve galos, galinhas, frangos e pintos, atingiu 1,468 bilh\u00e3o de cabe\u00e7as, alta de 2,9% sobre o resultado de 2017. O Sul \u00e9 destaque na cria\u00e7\u00e3o de frangos para abate, com 46,9%, seguido do Sudeste, com 25,4%.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa regi\u00e3o \u00e9 destaque na produ\u00e7\u00e3o de ovos de galinha. O Paran\u00e1 lidera o ranking nacional do efetivo de galin\u00e1ceos, com 26,2% do total.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa registra 246,9 milh\u00f5es de galinhas existentes em 2018, aumento de 2,5% em rela\u00e7\u00e3o a 2017, com o Sudeste respondendo por 38,9% do total de cabe\u00e7as no pa\u00eds, superando o Sul, que ficou com 25% do total. O Sudeste aparece tamb\u00e9m em primeiro lugar na produ\u00e7\u00e3o de ovos, respondendo por 43,8% do total produzido em 2018, ou 1,946 bilh\u00e3o de d\u00fazias.<\/p>\n\n\n\n<p>A produ\u00e7\u00e3o brasileira de ovos de galinha foi recorde no ano passado, alcan\u00e7ando 4,4 bilh\u00f5es de d\u00fazias, alta de 5,4% em compara\u00e7\u00e3o ao resultado apurado no ano anterior, com rendimento de R$ 14 bilh\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>O IBGE ressaltou que essa \u00e9 a primeira vez na s\u00e9rie hist\u00f3rica que o total de ovos ultrapassou 4 bilh\u00f5es de d\u00fazias. O maior produtor nacional foi o estado de S\u00e3o Paulo, com 25,6% do total de ovos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ovos de galinha e leite foram os produtos que geraram maior valor de produ\u00e7\u00e3o pecu\u00e1ria, em 2018. Destaque para os munic\u00edpios de Santa Maria de Jetib\u00e1 (ES), com valor de produ\u00e7\u00e3o de R$ 986,9 milh\u00f5es e ovos de galinha como principal produto; Bastos (SP), tamb\u00e9m liderado por ovos de galinha, com valor de produ\u00e7\u00e3o de R$ 708,5 milh\u00f5es; e Castro (PR), com valor de produ\u00e7\u00e3o de R$ 449,7 milh\u00f5es, e tendo o leite como produto principal.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Codornas<\/h2>\n\n\n\n<p>A pesquisa do IBGE informa que, no per\u00edodo de 2003 a 2014, o efetivo de codornas e a produ\u00e7\u00e3o de ovos desse animal mostraram crescimento constante, embora tenham ocorrido duas quedas seguidas, em 2015 e 2016.<\/p>\n\n\n\n<p>A atividade voltou a crescer em 2017. No ano passado, o efetivo somou 16,8 milh\u00f5es de aves, expans\u00e3o de 3,9% sobre o ano anterior. J\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de ovos de codorna &#8211; 297,3 milh\u00f5es de d\u00fazias &#8211; caiu 2,1%.<\/p>\n\n\n\n<p>A regi\u00e3o Sudeste concentra mais da metade do efetivo brasileiro (64%), com destaque para os estados de S\u00e3o Paulo, com participa\u00e7\u00e3o de 24,6% do total, e Esp\u00edrito Santo, com 21% da produ\u00e7\u00e3o. Embora S\u00e3o Paulo ocupe a lideran\u00e7a, a atividade entrou em decl\u00ednio desde 2015 naquele estado, enquanto no Esp\u00edrito Santo ela evoluiu 32% no per\u00edodo compreendido entre 2015 e 2018, com a introdu\u00e7\u00e3o de novas tecnologias.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cS\u00e3o Paulo tem tradi\u00e7\u00e3o, mas o Esp\u00edrito Santo tem inova\u00e7\u00e3o\u201d, disse a pesquisadora do IBGE Mariana de Oliveira. O Sudeste det\u00e9m ainda 68,5% da produ\u00e7\u00e3o de ovos de codorna.<\/p>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise por munic\u00edpios mostra Santa Maria de Jetib\u00e1 (ES) na primeira posi\u00e7\u00e3o nacional, tanto em quantidade de codornas, como na produ\u00e7\u00e3o de ovos, com aumentos respectivos de 35,7% e 31,7%, em 2018.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Caprinos<\/h2>\n\n\n\n<p>Entre os animais de m\u00e9dio porte, a pesquisa mostra que houve aumento, em 2018, tanto na cria\u00e7\u00e3o de ovinos (+1,8%), como na de caprinos (+4,3%).<\/p>\n\n\n\n<p>Os dois rebanhos somaram, respectivamente, 18,9 milh\u00f5es de cabe\u00e7as e 16,8 milh\u00f5es de cabe\u00e7as no ano passado.<\/p>\n\n\n\n<p>A Regi\u00e3o Nordeste se destaca, historicamente, nas duas cria\u00e7\u00f5es, respondendo por 93,9% do total de caprinos do Brasil (10,7 milh\u00f5es de cabe\u00e7as no ano passado), e por 66,7% do total de 18,9 milh\u00f5es de ovinos. Bahia, Pernambuco, Piau\u00ed e Cear\u00e1 responderam por 79,6% do total de caprinos do pa\u00eds. \u201cEssas cria\u00e7\u00f5es de m\u00e9dio porte se adaptam muito bem \u00e0 Regi\u00e3o Nordeste\u201d, disse Mariana.<\/p>\n\n\n\n<p>A Bahia lidera o ranking dos dois rebanhos desde 2016, com 30,2% do efetivo de caprinos e com 22,1% do total de ovinos.<\/p>\n\n\n\n<p>O Rio Grande do Sul surge na segunda posi\u00e7\u00e3o, por causa da cria\u00e7\u00e3o voltada para a produ\u00e7\u00e3o de l\u00e3 que, em 2018, concentrava 99% na Regi\u00e3o Sul do pa\u00eds, revelou a pesquisadora. No Rio Grande do Sul est\u00e3o 94,3% da produ\u00e7\u00e3o de l\u00e3 destinada \u00e0 comercializa\u00e7\u00e3o., que somou 8,7 milh\u00f5es de quilogramas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Su\u00ednos<\/h2>\n\n\n\n<p>Em termos de su\u00ednos, o estudo do IBGE estimou para 2018 a exist\u00eancia de 41,4 milh\u00f5es de animais, alta de 0,14% em compara\u00e7\u00e3o a 2017.<\/p>\n\n\n\n<p>O Brasil possui o quarto maior rebanho su\u00edno do mundo. Quase metade desse efetivo (49,7%) fica na Regi\u00e3o Sul, onde Santa Catarina respondeu por 19,2% do total nacional. Em seguida, v\u00eam Paran\u00e1 (16,6%) e Rio Grande do Sul (13,8%).<\/p>\n\n\n\n<p>No ano passado, 5.486 munic\u00edpios brasileiros apresentaram cria\u00e7\u00e3o de su\u00ednos e 5.381 de matrizes de su\u00ednos. O efetivo total de su\u00ednos (11,6% ou o correspondente a 4,8 milh\u00f5es), foi de matrizes, com alta de 1,5% sobre 2017.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Mel de abelha<\/h2>\n\n\n\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de mel no Brasil totalizou 42,3 mil toneladas, aumento de 1,6% em rela\u00e7\u00e3o a 2017. A Regi\u00e3o Sul manteve a lideran\u00e7a nacional, com 38,9% do total, mas a Regi\u00e3o Nordeste, que sofreu longa estiagem desde 2012, vem recuperando a produ\u00e7\u00e3o, tendo participado com 33,6% da produ\u00e7\u00e3o brasileira de mel em 2018.<\/p>\n\n\n\n<p>Mariana Oliveira informou que &#8211; de 2017 a 2018 &#8211; a produ\u00e7\u00e3o de mel de abelha no Nordeste cresceu 11%, o que correspondeu a 1,4 milh\u00e3o de quilos a mais. O valor da produ\u00e7\u00e3o foi R$ 502,8 milh\u00f5es, retra\u00e7\u00e3o de 2,2% comparativamente ao ano anterior.<\/p>\n\n\n\n<p>O Piau\u00ed aparece como destaque no Nordeste, com 12,3% da produ\u00e7\u00e3o nacional e expans\u00e3o de 18,6% na quantidade produzida, o que equivale a mais de 800 mil quilos de mel.<\/p>\n\n\n\n<p>O Piau\u00ed ocupa a terceira posi\u00e7\u00e3o no ranking de produ\u00e7\u00e3o, depois do Rio Grande do Sul (15,2%) e Paran\u00e1 (14,9%).<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisadora disse, ainda, que a produ\u00e7\u00e3o de mel \u00e9 sens\u00edvel a diversos fatores clim\u00e1ticos e ambientais. \u201cEla \u00e9 afetada, \u00e9 sens\u00edvel. E agora \u00e9 que o Piau\u00ed est\u00e1 se recuperando\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Em Minas Gerais, a produ\u00e7\u00e3o caiu cerca de 10%. Observou ainda que na Regi\u00e3o Centro-Oeste, a produ\u00e7\u00e3o de mel recuou 22,5% no ano passado, enquanto subiu 10,9% no Norte brasileiro, mas a participa\u00e7\u00e3o dessa regi\u00e3o no total da produ\u00e7\u00e3o \u00e9 de apenas 2,1%.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Piscicultura<\/h2>\n\n\n\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de peixes em criadouros somou 519,3 mil toneladas em 2018, alta de 3,4% em compara\u00e7\u00e3o a 2017. O IBGE n\u00e3o coleta dados de pesca.<\/p>\n\n\n\n<p>A Regi\u00e3o Sul manteve a lideran\u00e7a, respondendo por 32% da produ\u00e7\u00e3o nacional, aumento de 15,2%. O valor de produ\u00e7\u00e3o para a atividade atingiu R$ 3,3 bilh\u00f5es em todo o pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Em termos de estados, Paran\u00e1 ocupa a primeira classifica\u00e7\u00e3o, com produ\u00e7\u00e3o de 23,4% do total da piscicultura nacional, seguido por S\u00e3o Paulo (9,9%) e Rond\u00f4nia (9,7%).<\/p>\n\n\n\n<p>A til\u00e1pia representa 60% de todas as esp\u00e9cies criadas, enquanto o tambaqui det\u00e9m participa\u00e7\u00e3o de 19,7%. O Paran\u00e1 responde por 95% da produ\u00e7\u00e3o brasileira de til\u00e1pia e por 73% da produ\u00e7\u00e3o da piscicultura do pa\u00eds. O tambaqui predomina na Regi\u00e3o Norte, onde foi respons\u00e1vel por 73,1% do total de 102,6 mil toneladas produzidas em 2018.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Camar\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>A produ\u00e7\u00e3o de camar\u00e3o, ou carcinicultura, somou 45,8 mil toneladas no ano passado, aumento de 11,4% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre 2016 e 2017, a produ\u00e7\u00e3o sofreu queda de 21,2%, devido ao V\u00edrus da S\u00edndrome da Mancha Branca. O resultado de 2018 j\u00e1 demonstra recupera\u00e7\u00e3o, disse a analista da pesquisa. \u201cA gente teve queda nas edi\u00e7\u00f5es anteriores (da pesquisa), mas agora ela voltou a crescer\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>A Regi\u00e3o Nordeste responde por 99,4% do total nacional. Destaque para os estados do Rio Grande do Norte, respons\u00e1vel por 43,2% do total da produ\u00e7\u00e3o, e Cear\u00e1, com participa\u00e7\u00e3o de 28,5%.<\/p>\n\n\n\n<p>O valor de produ\u00e7\u00e3o da carcinicultura atingiu R$ 1,1 bilh\u00e3o. Dos 162 munic\u00edpios que produziram camar\u00e3o em cativeiro no ano passado, Pend\u00eancias (RN) se tornou o l\u00edder.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bovinos<\/h2>\n\n\n\n<p>O efetivo de bovinos foi de 213,5 milh\u00f5es de cabe\u00e7as em 2018, com redu\u00e7\u00e3o de 0,7% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s o recorde de 218,2 milh\u00f5es de cabe\u00e7as registrado em 2016, o rebanho caiu para 215 milh\u00f5es em 2017. Segundo o IBGE, o ano de 2018 foi marcado pelo aumento anual consecutivo do abate de bovinos e pelo recorde no volume de carne bovina exportada.<\/p>\n\n\n\n<p>A Regi\u00e3o Centro-Oeste, que det\u00e9m o maior efetivo de bovinos desde 1981, teve queda de 0,4% em 2018, somando rebanho de 73,8 milh\u00f5es de cabe\u00e7as e respondendo por 34,6% do total nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>Mato Grosso segue como o estado com maior plantel bovino desde 2014, reunindo 30,2 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, ou o equivalente a 14,1% do efetivo nacional.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, Mato Grosso teve o maior volume de abate bovino por estado, o que significa 16,3% dos 32 milh\u00f5es de cabe\u00e7as abatidas no Brasil no ano passado.<\/p>\n\n\n\n<p>Dos 26 munic\u00edpios com os maiores efetivos de bovinos em 2018, 15 foram identificados na Regi\u00e3o Centro-Oeste e 11 na Regi\u00e3o Norte.<\/p>\n\n\n\n<p>A cidade de S\u00e3o F\u00e9lix do Xingu (PA) se manteve na lideran\u00e7a do ranking de bovinos do pa\u00eds, com 2,3 milh\u00f5es de cabe\u00e7as e alta de 0,7% no ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Mariana Oliveira informou, ainda, que no Top 10 do efetivo de bovinos, quatro munic\u00edpios est\u00e3o no Par\u00e1, dois no Mato Grosso do Sul, tr\u00eas em Minas Gerais e um em Rond\u00f4nia.<\/p>\n\n\n\n<p>Todos os efetivos da pecu\u00e1ria s\u00e3o apurados pelo IBGE no \u00faltimo dia do ano, ou seja, em 31 de dezembro. J\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o considera os resultados registrados durante todo o ano de 2018.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-color has-background has-very-light-gray-color has-very-dark-gray-background-color\"><strong>VER PRIMEIRO: <\/strong>Receba as not\u00edcias do Aconteceu no Vale em primeira m\u00e3o. Clique em curtir no endere\u00e7o <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/aconteceunovale\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">www.facebook.com\/aconteceunovale<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil registrou aumento na produ\u00e7\u00e3o e produtividade do leite em 2018, al\u00e9m de expans\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de mel e ovos de galinha e recupera\u00e7\u00e3o na carcinicultura (camar\u00e3o). Em contrapartida, o efetivo de bovinos sofreu a segunda queda consecutiva, depois de atingir o recorde de 218,2 milh\u00f5es de cabe\u00e7as em 2016. 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