{"id":146997,"date":"2019-04-07T12:35:34","date_gmt":"2019-04-07T14:35:34","guid":{"rendered":"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=146997"},"modified":"2019-04-07T12:35:34","modified_gmt":"2019-04-07T14:35:34","slug":"estudo-visa-preservacao-das-sempre-vivas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=146997","title":{"rendered":"Estudo visa preserva\u00e7\u00e3o das sempre-vivas"},"content":{"rendered":"<p>Pesquisadores da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), apoiados pela Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), estudam a taxonomia \u2014 ci\u00eancia que descreve as esp\u00e9cies \u2014 das plantas sempre-vivas. O objetivo \u00e9 conhecer sua diversidade e evolu\u00e7\u00e3o, bem como fazer um registro a fim de preservar a esp\u00e9cie que \u00e9 fonte de arrecada\u00e7\u00e3o de renda. A equipe \u00e9 coordenada pela professora L\u00edvia Echternacht Andrade, do Laborat\u00f3rio de Sistem\u00e1tica Vegetal do Departamento de Biodiversidade, Evolu\u00e7\u00e3o e Meio Ambiente.<br \/>\n<center><br \/>\n<!-- Erro, o An\u00fancio n\u00e3o est\u00e1 dispon\u00edvel neste momento devido \u00e0s restri\u00e7\u00f5es de agendamento\/geolocaliza\u00e7\u00e3o! --><br \/>\n<\/br><br \/>\n<\/center><br \/>\nUtilizada na produ\u00e7\u00e3o de arranjos decorativos, as sempre-vivas fazem parte do mercado de flores ornamentais da regi\u00e3o do Espinha\u00e7o desde 1930. Elas s\u00e3o coletadas por diversas fam\u00edlias da regi\u00e3o e s\u00e3o um importante meio de subsist\u00eancia para elas. No entanto, devido ao extrativismo acelerado dessas plantas, causado por seu baixo custo no mercado, \u00e0 expans\u00e3o urbana, \u00e0 minera\u00e7\u00e3o e \u00e0 agricultura, muitas esp\u00e9cies est\u00e3o amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Diante disso, foram desenvolvidos diversos projetos de manejo controlado do ambiente e foi criada a Associa\u00e7\u00e3o de Artes\u00e3os de Sempre-Vivas, para promover um espa\u00e7o de discuss\u00e3o e planejamento coletivo do cultivo das plantas. \u201cO artesanato das sempre-vivas pode favorecer a conserva\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies, se feito de forma manejada e sustent\u00e1vel \u201c, diz L\u00edvia. A expectativa \u00e9 estender o trabalho  para que haja um levantamento s\u00f3lido, principalmente de g\u00eaneros que t\u00eam uma diversidade enorme e s\u00e3o pouco conhecidos.<\/p>\n<p><strong>Cole\u00e7\u00f5es cient\u00edficas<\/strong><\/p>\n<p>Para a consolida\u00e7\u00e3o dos estudos, \u00e9 de suma import\u00e2ncia tamb\u00e9m a cria\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o de cole\u00e7\u00f5es cient\u00edficas que, no caso das plantas, s\u00e3o arquivadas nos herb\u00e1rios. \u201cPegamos os exemplares na natureza, desidratamos, catalogamos, e eles ficam arquivados em herb\u00e1rios para acesso de outros pesquisadores\u201d, explica a professora. O trabalho de cria\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o de herb\u00e1rios \u00e9 fundamental para a pesquisa em Bot\u00e2nica, inclusive porque as \u00e1reas naturais v\u00eam sendo degradadas a ponto de muitas esp\u00e9cies n\u00e3o existirem mais na natureza.<\/p>\n<p>Em Minas Gerais, um herb\u00e1rio significativo \u00e9 o da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mas a Ufop tem uma importante cole\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, \u201cuma das mais antigas do Brasil e com certeza a mais antiga de Minas Gerais\u201d, finaliza L\u00edvia.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/sempre_vivas.jpg\" alt=\"\" \/><em>Foto: Jo\u00e3o Roberto Ripper\/Ag\u00eancia Minas<\/em><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p><strong>VER PRIMEIRO<\/strong><\/p>\n<p>Receba as not\u00edcias do Aconteceu no Vale em primeira m\u00e3o. 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