{"id":144955,"date":"2019-02-27T13:19:17","date_gmt":"2019-02-27T15:19:17","guid":{"rendered":"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=144955"},"modified":"2019-02-27T13:19:17","modified_gmt":"2019-02-27T15:19:17","slug":"rio-paraopeba-tem-nivel-de-metais-600-vezes-maior-que-o-permitido","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=144955","title":{"rendered":"Rio Paraopeba tem n\u00edvel de metais 600 vezes maior que o permitido"},"content":{"rendered":"<p>O n\u00edvel de cobre nas \u00e1guas do rio Paraopeba chega a at\u00e9 600 vezes acima do permitido a rios usados para abastecimento humano, irriga\u00e7\u00e3o em produ\u00e7\u00e3o de alimento, pesca e atividades de lazer.<br \/>\n<center><br \/>\n<!-- Erro, o An\u00fancio n\u00e3o est\u00e1 dispon\u00edvel neste momento devido \u00e0s restri\u00e7\u00f5es de agendamento\/geolocaliza\u00e7\u00e3o! --><br \/>\n<\/br><br \/>\n<\/center><br \/>\nO limite aceit\u00e1vel de cobre \u00e9 0,009mg\/l (miligramas por litro), mas variou de 2,5 a 5,4mg\/l nas 22 amostras recolhidas em uma expedi\u00e7\u00e3o ao longo de 305 quil\u00f4metros do Paraopeba para relat\u00f3rio da Funda\u00e7\u00e3o SOS Mata Atl\u00e2ntica, divulgado nesta quarta-feira (27), em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>A conclus\u00e3o do documento \u00e9 que rio Paraopeba perdeu a condi\u00e7\u00e3o de importante manancial de abastecimento p\u00fablico e usos m\u00faltiplos da \u00e1gua em raz\u00e3o das 14 toneladas de rejeitos de min\u00e9rios arrastadas e depositadas no rio, resultado do rompimento da barragem do Complexo do C\u00f3rrego do Feij\u00e3o, da empresa Vale, localizada na zona rural de Brumadinho, em Minas Gerais.<\/p>\n<p>Segundo o relat\u00f3rio, 112 hectares de florestas nativas foram devastados por causa do arraste de rejeitos ap\u00f3s o rompimento da barragem em Brumadinho. Destes, 55 hectares eram \u00e1reas bem preservadas.<\/p>\n<p>\u201cOs metais que n\u00f3s encontramos [no Paraopeba] que s\u00e3o ferro, cobre, mangan\u00eas, s\u00e3o metais que n\u00e3o fazem mal \u00e0 sa\u00fade em pequenas quantidades. A diferen\u00e7a entre o veneno e o rem\u00e9dio \u00e9 a dosagem. Eles se tornaram t\u00f3xicos por conta da quantidade que temos na \u00e1gua, muito superior ao que \u00e9 determinado por lei\u201d, disse a bi\u00f3loga Marta Marcondes, professora e coordenadora do Laborat\u00f3rio de An\u00e1lise Ambiental do Projeto \u00cdndice de Poluentes H\u00eddricos (IPH), da Universidade Municipal de S\u00e3o Caetano do Sul (USCS).<\/p>\n<p>O consumo de quantidades relativamente pequenas de cobre pode provocar n\u00e1useas e v\u00f4mitos, mas, se ingeridas em grandes doses, podem lesar os rins, inibir a produ\u00e7\u00e3o de urina e causar anemia por causa da destrui\u00e7\u00e3o de gl\u00f3bulos vermelhos, segundo o relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>A bi\u00f3loga explicou que altos n\u00edveis de cobre causam oxida\u00e7\u00e3o de vitamina A, o que provoca a redu\u00e7\u00e3o de vitamina C no organismo. A falta dessa vitamina leva a dores musculares, fadiga, dist\u00farbios de aprendizado e pode causar ou potencializar quadros de depress\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cO cobre ocasiona muito o processo de depress\u00e3o. Imagina uma pessoa que perdeu fam\u00edlia e tudo que ela tinha, tem um ac\u00famulo de cobre e j\u00e1 est\u00e1 em um processo depressivo, isso vai potencializar tudo isso\u201d, argumentou.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de ferro, mangan\u00eas e cobre, foi encontrado n\u00edvel de cromo at\u00e9 42 vezes maior do que o aceit\u00e1vel na legisla\u00e7\u00e3o, que seria 0,05mg\/l. Como consequ\u00eancia, o cromo pode causar at\u00e9 efeitos mutag\u00eanicos e morte.<\/p>\n<p>\u201cO cromo \u00e9 um dos mais perigosos porque ele vai alterar a quest\u00e3o gen\u00e9tica dos organismos e tamb\u00e9m pode afetar o sistema nervoso. Isso tudo com certeza vai alterar todo processo de homeostase \u2013 equil\u00edbrio do organismo \u2013, podendo ocasionar, por exemplo, les\u00f5es no sistema nervoso e doen\u00e7as degenerativas\u201d, disse Marta.<\/p>\n<p><strong>Vida no rio<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com o relat\u00f3rio, por toda a extens\u00e3o percorrida pela expedi\u00e7\u00e3o, os indicadores de qualidade da \u00e1gua aferidos, incluindo n\u00edvel de oxig\u00eanio e turbidez, tamb\u00e9m n\u00e3o revelaram \u00e1gua em condi\u00e7\u00f5es de vida aqu\u00e1tica. Dos 22 pontos analisados, 10 apresentaram resultado ruim e 12 p\u00e9ssimo.<\/p>\n<p>\u201cHoje essa classifica\u00e7\u00e3o ruim e p\u00e9ssima impede que o rio possa ser utilizado, ent\u00e3o em uma compara\u00e7\u00e3o muito simplista, mas de f\u00e1cil compreens\u00e3o, \u00e9 como se a gente tivesse transformado o rio Paraopeba, que era um rio com peixes, utilizado para abastecimento p\u00fablico, em um rio completamente contaminado como \u00e9 o rio Pinheiros\u201d [em S\u00e3o Paulo], avaliou Malu Ribeiro, especialista em Recursos H\u00eddricos da Funda\u00e7\u00e3o SOS Mata Atl\u00e2ntica.<\/p>\n<p>O alto \u00edndice de turbidez, o excesso de nutrientes em decomposi\u00e7\u00e3o e as altas temperaturas registradas na \u00e1gua, entre outros fatores estudados, resultaram no registro de baixos \u00edndices de oxig\u00eanio dissolvido, em desconformidade com o padr\u00e3o para rios de classe 2 (usados para abastecimento, irriga\u00e7\u00e3o e pesca), fixado em 5 mg\/L. Em um dos pontos analisados, o \u00edndice de oxig\u00eanio chegou a 1,3 mg\/l, o que representa valor insuficiente para manuten\u00e7\u00e3o da vida aqu\u00e1tica.<\/p>\n<p>Somente em cinco pontos de coleta, localizados nos trechos do rio entre os munic\u00edpios de Pomp\u00e9u e Curvelo, em Minas Gerais, os \u00edndices de oxig\u00eanio dissolvido apresentaram condi\u00e7\u00e3o de manuten\u00e7\u00e3o da vida aqu\u00e1tica.<\/p>\n<p>Marta Marcondes explicou que a turbidez \u00e9 a quantidade de material que h\u00e1 na \u00e1gua e que dificulta a entrada de luz nesse corpo d&#8217;\u00e1gua.<\/p>\n<p>\u201cA luz possibilita a fotoss\u00edntese, que vai fazer com que as plantas aqu\u00e1ticas produzam oxig\u00eanio para a \u00e1gua. Como a turbidez \u00e9 muito alta, tem baixa entrada de luz e uma quantidade menor de organismos fazendo fotoss\u00edntese. Com isso, h\u00e1 uma quantidade menor de oxig\u00eanio na \u00e1gua\u201d, disse. Por consequ\u00eancia, os animais que dependem desse oxig\u00eanio morrem.<\/p>\n<p>\u201cA \u00e1gua est\u00e1 impr\u00f3pria, sem condi\u00e7\u00f5es de uso e tem que se respeitar o decreto que o governo de Minas fez [segundo o qual] em uma faixa de cem metros, ningu\u00e9m [deve] utilizar a \u00e1gua do rio porque \u00e9 arriscado. Por mais que [as pessoas] tenham suas atividades econ\u00f4micas ligadas ao rio, que dependam no rio, nesse momento ele n\u00e3o est\u00e1 em condi\u00e7\u00f5es de uso\u201d, alertou Malu.<\/p>\n<p>Outras fontes de polui\u00e7\u00e3o que tiveram efeito potencializado ap\u00f3s o rompimento s\u00e3o bact\u00e9rias provenientes de organismos em decomposi\u00e7\u00e3o, esgoto sem tratamento ou com baixo \u00edndice de tratamento e at\u00e9 defensivos agr\u00edcolas de fertilizantes.<\/p>\n<p>\u201cO rio j\u00e1 recebia esses poluentes, mas ele tinha uma capacidade de dilui\u00e7\u00e3o maior, ent\u00e3o ele dava conta de depurar esses contaminantes. Quando veio a lama de rejeitos, a primeira coisa que essa lama fez foi barrar o rio, ent\u00e3o diminuiu o volume de \u00e1gua e concentrou os poluentes que ele j\u00e1 tinha e veio trazendo outros\u201d, disse Malu. Como exemplo, tem o arraste pelos rejeitos de fossas de casas, de \u00e1reas de cocheira, est\u00e1bulos e granjas.<\/p>\n<p><strong>Recupera\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Segundo Malu, \u00e9 preciso cautela no estabelecimento de prazos para recupera\u00e7\u00e3o do rio Paraopeba. \u201cPrimeiro, a gente tem que aguardar a localiza\u00e7\u00e3o das v\u00edtimas, dos corpos, o que ainda est\u00e1 acontecendo, ent\u00e3o o solo na regi\u00e3o de Brumadinho ainda est\u00e1 sendo mexido para localizar esses corpos. Enquanto isso, o material [rejeito] que est\u00e1 l\u00e1 espalhado pelo ambiente, toda vez que chover, que tiver um carreamento, isso vai para o rio. Ent\u00e3o, ainda n\u00e3o d\u00e1 para fazer o redesenho das \u00e1reas do leito do rio\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Depois desse primeiro per\u00edodo, seria necess\u00e1rio retirar o que for poss\u00edvel desses rejeitos e recolocar em um aterro. Segundo Malu, o monitoramento do rio \u00e9 importante para acompanhar a condi\u00e7\u00e3o da \u00e1gua e identificar quando o Paraopeba ter\u00e1 condi\u00e7\u00f5es de ser repovoado com peixes e quando os munic\u00edpios poder\u00e3o captar \u00e1gua novamente.<\/p>\n<p>A bi\u00f3loga ressalta que o rejeito que est\u00e1 sedimentado no fundo do rio tamb\u00e9m impede que haja vida e que esse rejeito n\u00e3o vai sumir, apenas pode ser dilu\u00eddo e acabar sendo levado para o mar.<\/p>\n<p>\u201cO rejeito n\u00e3o some, ele precisaria ser tirado do rio e ser dado um fim mais inteligente [a ele]. O que est\u00e1 sedimentado no fundo [do rio] \u00e9 preciso ser retirado, porque est\u00e1 em cima de toda a vida que tinha no fundo desse rio, que eram os decompositores, aqueles que contribu\u00edam para que outros animais pudessem sobreviver\u201d, explicou.<\/p>\n<p>\u201cNo rio Doce j\u00e1 se passaram tr\u00eas anos, o rio ainda n\u00e3o se recuperou e continua afetando as \u00e1reas costeiras e marinhas. A recupera\u00e7\u00e3o das matas ciliares, das nascentes, os afluentes que chegam ao Paraopeba em boa qualidade s\u00e3o cruciais para devolver ao rio a capacidade de regenera\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou Malu.<\/p>\n<p>\u201cUma coisa importante \u00e9 que, agora mais do que nunca, a revitaliza\u00e7\u00e3o do S\u00e3o Francisco precisa sair do papel. E a revitaliza\u00e7\u00e3o do S\u00e3o Francisco agora passa pela recupera\u00e7\u00e3o do Paraopeba. O Paraopeba \u00e9 o que forma o S\u00e3o Francisco. Se ele chegar doente no reservat\u00f3rio de Tr\u00eas Marias \u00e9 como se tivesse um conta-gotas de veneno sendo despejado no rio S\u00e3o Francisco todo dia\u201d, acrescentou.<\/p>\n<p><strong>Recursos<\/strong><\/p>\n<p>Para ela, recuperar as matas ciliares vai garantir a volta dos ecossistemas e do ciclo hidrol\u00f3gico nessa regi\u00e3o de forma\u00e7\u00e3o do rio S\u00e3o Francisco.<\/p>\n<p>A responsabilidade pelas a\u00e7\u00f5es de recupera\u00e7\u00e3o, disse Malu, \u00e9 compartilhada porque as bacias hidrogr\u00e1ficas afetadas s\u00e3o federais e h\u00e1 trechos de rio estaduais, mas os recursos devem ser arcados pela Vale.<\/p>\n<p>\u201cPrecisa de investimento e ele tem que vir do pagamento dos danos causados pela Vale. A Vale \u00e9 que tem que pagar as suas despesas de monitoramento e a melhoria do sistema de tratamento de \u00e1gua para que haja condi\u00e7\u00e3o de restabelecer o abastecimento p\u00fablico\u201d, disse.<\/p>\n<p>A Vale informou que estabeleceu um plano de monitoramento da qualidade das \u00e1guas, sedimentos e organismos aqu\u00e1ticos a partir de coletas di\u00e1rias de amostras em 48 pontos nas bacias dos rios Paraopeba e S\u00e3o Francisco, cujos resultados parciais v\u00eam sendo compartilhados diariamente com os \u00f3rg\u00e3os competentes.<\/p>\n<p>Segundo a empresa, cinco barreiras hidr\u00e1ulicas foram instaladas ao longo do rio Paraopeba para conter os sedimentos. Al\u00e9m disso, est\u00e1 prevista a constru\u00e7\u00e3o de estruturas para conter os rejeitos na regi\u00e3o pr\u00f3xima ao local do rompimento da barragem.<\/p>\n<p>\u201cMoradores e produtores rurais com atividades em doze munic\u00edpios de Minas Gerais est\u00e3o recebendo abastecimento de \u00e1gua para consumo humano, [uso] animal e irriga\u00e7\u00e3o. At\u00e9 o momento, a Vale disponibilizou um volume de quase 13 milh\u00f5es de litros de \u00e1gua\u201d, disse, em nota, a Vale sobre as a\u00e7\u00f5es de repara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Alertas<\/strong><\/p>\n<p>O rio Paraopeba era respons\u00e1vel por 43% do abastecimento p\u00fablico da regi\u00e3o metropolitana de Belo Horizonte. Diante da impossibilidade de uso de suas \u00e1guas por pelo menos 305 quil\u00f4metros, a SOS Mata Atl\u00e2ntica apelou para que a comunidade economize \u00e1gua, mesmo que o abastecimento esteja sendo realizado por afluentes que n\u00e3o foram contaminados, por cisternas e po\u00e7os.<\/p>\n<p>\u201cMesmo tendo outros rios, [\u00e9 importante que] as pessoas economizem, porque a gente n\u00e3o sabe por quanto tempo n\u00e3o vai poder se utilizar a \u00e1gua do Paraopeba e quanto tempo esses outros rios t\u00eam condi\u00e7\u00f5es de atender as necessidades dessas comunidades afetadas. \u00c9 uma situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia\u201d, garantiu Malu.<\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o que requer aten\u00e7\u00e3o, segundo a especialista, \u00e9 com a maior com prolifera\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as que t\u00eam como vetores insetos \u2013 como a dengue, zika, chikungunya, febre amarela \u2013, na regi\u00e3o da bacia do Paraopeba.<\/p>\n<p>\u201cPorque, como a fauna que existia no ambiente do Paraopeba, os peixes, os anf\u00edbios, os predadores dos insetos morreram, vai haver um aumento de insetos. E com isso aumenta o risco de doen\u00e7as causadas por esses vetores\u201d, advertiu, lembrando da vacina\u00e7\u00e3o e do cuidado no armazenamento de \u00e1gua.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio ser\u00e1 entregue para a C\u00e2mara dos Deputados e Frente Parlamentar Ambientalista, visando alertar para que a legisla\u00e7\u00e3o ambiental n\u00e3o seja flexibilizada; para Comit\u00eas de Bacia do Paraopeba e do S\u00e3o Francisco; e tamb\u00e9m a comunidades afetadas para que respondam d\u00favidas que ainda tenham.<\/p>\n<p><strong><\/p>\n<h4>Leia mais<\/h4>\n<p><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><span style=\"color: #0000ff;\"><a href=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?tag=tragedia-em-brumadinho\" target=\"_blank\"><span style=\"color: #0000ff; text-decoration: underline;\">&#8211; COBERTURA COMPLETA DA TRAG\u00c9DIA EM BRUMADINHO<\/span><\/a><\/span><\/strong><\/span><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p><strong>VER PRIMEIRO<\/strong><\/p>\n<p>Receba as not\u00edcias do Aconteceu no Vale em primeira m\u00e3o. Clique em curtir no endere\u00e7o <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/aconteceunovale\" target=\"_blank\"><font color=\"red\">www.facebook.com\/aconteceunovale<\/font><\/a> ou no box abaixo:<\/p>\n<div class=\"fb-like\" data-href=\"https:\/\/www.facebook.com\/aconteceunovale\" data-width=\"120\" data-layout=\"standard\" data-action=\"like\" data-size=\"small\" data-show-faces=\"true\" data-share=\"true\"><\/div>\n<p><!-- Erro, o An\u00fancio n\u00e3o est\u00e1 dispon\u00edvel neste momento devido \u00e0s restri\u00e7\u00f5es de agendamento\/geolocaliza\u00e7\u00e3o! --><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p><em>(Fonte: Ag\u00eancia Brasil)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O n\u00edvel de cobre nas \u00e1guas do rio Paraopeba chega a at\u00e9 600 vezes acima do permitido a rios usados para abastecimento humano, irriga\u00e7\u00e3o em produ\u00e7\u00e3o de alimento, pesca e atividades de lazer. O limite aceit\u00e1vel de cobre \u00e9 0,009mg\/l (miligramas por litro), mas variou de 2,5 a 5,4mg\/l nas 22 amostras recolhidas em uma [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":143115,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"amp_status":"","footnotes":""},"categories":[123],"tags":[192681,192722,192697,192721,192683,192685,192689,192687,192720,192719,192678,192680,192684,192694,192679,192693,192696,192692,3679,193112,1018,192690,196021,193008,193009,193010,193111,196020,193110,193109,25822,196019,192682,192686,192704,192705,192703,192688,192695,192691,192735,192734,192737,192736,2910,192702],"class_list":["post-144955","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-gerais","tag-acidente-barragem-da-vale","tag-acidente-barragem-mineradora-vale","tag-acidente-barragem-na-mina-feijao","tag-acidente-barragem-vale","tag-acidente-com-barragem-da-vale","tag-acidente-com-barragem-da-vale-em-brumadinho","tag-acidente-com-barragem-em-brumadinho","tag-acidente-em-brumadinho","tag-acidente-mineradora-vale","tag-acidente-vale","tag-barragem-da-mineradora-vale-se-rompe-na-regiao-metropolitana-de-belo-horizonte","tag-barragem-da-vale","tag-barragem-da-vale-em-brumadinho","tag-barragem-da-vale-se-rompe-em-brumadinho","tag-barragem-da-vale-se-rompe-na-regiao-metropolitana-de-belo-horizonte","tag-barragem-da-vale-se-rompe-na-rmbh","tag-barragem-na-mina-feijao","tag-barragem-rio-paraopeba","tag-brumadinho","tag-corpos-brumadinho","tag-destaque","tag-enchente-rio-paraopeba","tag-metais-no-rio-paraopeba","tag-mina-corrego-do-feijao","tag-mina-corrego-do-feijao-da-vale","tag-mina-corrego-do-feijao-em-brumadinho","tag-mortos-em-brumadinho","tag-niveis-de-metais-no-rio-paraopeba","tag-numero-de-corpos-encontrados-em-brumadinho","tag-numero-de-mortos-em-brumadinho","tag-rio-paraopeba","tag-rio-paraopeba-tem-nivel-de-metais-600-vezes-maior-que-o-permitido","tag-rompimento-de-barragem-da-vale","tag-rompimento-de-barragem-da-vale-em-brumadinho","tag-rompimento-de-barragem-da-vale-em-brumadinho-25-de-janeiro","tag-rompimento-de-barragem-da-vale-em-brumadinho-25-de-janeiro-de-2019","tag-rompimento-de-barragem-da-vale-em-brumadinho-25012019","tag-rompimento-de-barragem-em-brumadinho","tag-rompimento-de-barragem-na-mina-feijao","tag-rompimento-de-barragem-rio-paraopeba","tag-tragedia-barragem-da-vale","tag-tragedia-em-brumadinho","tag-tragedia-mineradora-vale","tag-tragedia-vale","tag-vale","tag-vila-ferteco"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/144955","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=144955"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/144955\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/143115"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=144955"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=144955"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=144955"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}