{"id":13506,"date":"2013-11-22T20:43:16","date_gmt":"2013-11-22T22:43:16","guid":{"rendered":"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=13506"},"modified":"2013-11-22T20:43:16","modified_gmt":"2013-11-22T22:43:16","slug":"parque-do-rio-preto-reaberto-em-2013-volta-a-receber-visitantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=13506","title":{"rendered":"Parque do Rio Preto, reaberto em 2013, volta a receber visitantes"},"content":{"rendered":"<p>Depois de ficar fechado por mais de um ano para manuten\u00e7\u00e3o e obras de infraestrutura, o Parque Rio Preto, em S\u00e3o Gon\u00e7alo (MG), a 70 km de Diamantina, volta a receber turistas e pesquisadores.<\/p>\n<p>Reaberto desde o in\u00edcio de 2013, aos poucos os fins de semana voltam a serem agitados no parque, que \u00e9 um dos principais pontos tur\u00edsticos do Norte de Minas Gerais.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/parque_rio_preto_1.jpg\" width=\"620\" height=\"465\" border=\"0\" \/><\/p>\n<p>Em 12 alojamentos, podem ser abrigadas at\u00e9 49 pessoas, e a \u00e1rea de camping comporta at\u00e9 15 barracas. Ainda h\u00e1 quiosques, churrasqueiras, lavat\u00f3rio de pratos e roupas, vesti\u00e1rios, fonte de \u00e1gua pot\u00e1vel, estacionamento e restaurante. Por isso as reservas devem ser feitas com anteced\u00eancia, especialmente nos feriados, quando o parque chega a sua capacidade m\u00e1xima.<\/p>\n<p>\u201cOs alunos ficaram doidos com a comida do Marcelino, o cozinheiro! Uma refei\u00e7\u00e3o de qualidade com um pre\u00e7o acess\u00edvel. Os alunos aproveitaram cada segundo\u201d, conta o professor Edilson C\u00e2ndido, do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG), que levou pela primeira vez um grupo de 20 estudantes do curso de Gest\u00e3o Ambiental.<\/p>\n<p>A visita superou todas as expectativas do professor no que tange a conserva\u00e7\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o da \u00e1rea do parque. Ele ressalta que aquela \u00e9 uma regi\u00e3o de grande import\u00e2ncia para a preserva\u00e7\u00e3o, pois o tipo de vegeta\u00e7\u00e3o e o clima propiciam a viv\u00eancia de esp\u00e9cies da fauna e flora de cunho end\u00eamico, ou seja, que s\u00f3 vivem l\u00e1. \u201cO parque \u00e9 muito bem administrado e protegido, pronto para receber turistas numa vis\u00e3o da Educa\u00e7\u00e3o Ambiental e preserva\u00e7\u00e3o da natureza\u201d, completa.<\/p>\n<p>O Parque Estadual do Rio Preto est\u00e1 inserido no complexo da Serra do Espinha\u00e7o, com uma \u00e1rea total de 12,185 hectares. A cobertura vegetal do parque \u00e9 composta, na maior parte, por cerrado e campos de altitude, como explica um dos guias, D\u00e9co, que trabalha na reversa h\u00e1 15 anos.<\/p>\n<p>\u201cA unidade de conserva\u00e7\u00e3o abriga diversas nascentes, dentre as quais se destaca a do Rio Preto, um dos mais importantes afluentes do Ara\u00e7ua\u00ed, por sua vez afluente do Rio Jequitinhonha\u201d, esclarece o guia. Existem diversas trilhas que levam para cachoeiras, piscinas naturais, corredeiras e praias fluviais com areias brancas.<\/p>\n<p>Para chegar ao mais belo ponto tur\u00edstico da reserva \u00e9 preciso um pouco de preparo f\u00edsico e disposi\u00e7\u00e3o para enfrentar os 6,5 km de trilha at\u00e9 a Cachoeira do Crioulo. No caminho \u00e9 poss\u00edvel ver as variadas esp\u00e9cies vegetais.<\/p>\n<p>Com sorte \u00e9 poss\u00edvel ver ainda animais selvagens como tatu canastra, que apareceu bem perto da trilha percorrida por nossa equipe de reportagem. Infelizmente foi uma passagem r\u00e1pida e nosso fot\u00f3grafo n\u00e3o conseguiu registrar este momento, mas no caminho percorrido pelo G1, foi poss\u00edvel ver rastros tamb\u00e9m do lobo-guar\u00e1 e do tamandu\u00e1-bandeira, amea\u00e7ados de extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O percurso ganhou escadarias de pedra e pontes de madeira para facilitar o acesso. Fontes naturais de \u00e1gua, duchas e banheiros constru\u00eddos no meio da trilha aliviam a caminhada. Os mirantes tornam o caminho ainda mais encantador.<\/p>\n<p>\u201cO parque \u00e9 aberto para visita\u00e7\u00e3o de ter\u00e7a-feira a domingo, com entrada das 7h \u00e0s 17h pela portaria. Para seguir pelas trilhas mais distantes, como a Cachoeira do Crioulo, \u00e9 preciso o acompanhamento de um guia. Partimos em todos os dias de funcionamento em tr\u00eas hor\u00e1rios, \u00e0s 9h, 10h e 11h, quanto mais cedo seguir para a trilha, mais tempo pode ficar na cachoeira\u201d, explica D\u00e9co. <\/p>\n<p>O tempo de caminhada varia de acordo com o preparo f\u00edsico e disposi\u00e7\u00e3o do grupo, podendo levar de uma hora e 30 minutos at\u00e9 quatro horas.  Mas para quem quer um caminho mais ameno \u00e9 poss\u00edvel desfrutar da beleza e tranquilidade da prainha bem perto da \u00e1rea de camping ou ainda na Toca do Veado.<br \/>\n\u201cAdorei a visita, fiquei encantada, queria ter mais disposi\u00e7\u00e3o para fazer as trilhas mais longas\u201d, conta a estudante de Elizabeth Gomes. Com 52 anos, ela j\u00e1 trabalhava na \u00e1rea da sa\u00fade e no curso de Gest\u00e3o Ambiental agora faz a uni\u00e3o dos conhecimentos. \u201cO parque \u00e9 uma demonstra\u00e7\u00e3o de que a prote\u00e7\u00e3o ambiental e a qualidade de vida est\u00e3o intrinsicamente ligadas\u201d, completa.<\/p>\n<p>Os estudantes est\u00e3o entre os visitantes mais ass\u00edduos. No Centro de Visitantes, eles contam com um audit\u00f3rio para 70 pessoas, duas salas de reuni\u00e3o para 30 pessoas cada e uma sala para exposi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cPosso dizer que ao retornar ao munic\u00edpio de Ara\u00e7ua\u00ed, nas aulas no campus n\u00e3o se falava em outra coisa, a n\u00e3o ser o entusiasmo dos alunos. Inclusive alguns destacaram que o parque \u00e9 o lugar mais interessante em que estiveram em suas vidas\u201d, finaliza professor C\u00e2ndido.<\/p>\n<p><strong>Como chegar<\/strong><\/p>\n<p>A partir de Belo Horizonte, seguir a BR-040 no sentido de Bras\u00edlia e, depois, acessar a BR-259 at\u00e9 Curvelo. Da\u00ed, seguir pela BR-367, em sentido \u00e0 cidade de Diamantina. Ap\u00f3s a cidade de Couto Magalh\u00e3es, entrar na MG-214 at\u00e9 S\u00e3o Gon\u00e7alo do Rio Preto, por estrada de terra batida. De S\u00e3o Gon\u00e7alo at\u00e9 a portaria do Parque s\u00e3o 14 quil\u00f4metros de estrada bem sinalizada, com interessantes placas com frases inspiradoras.<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es e reservas para os alojamentos e \u00e1rea de camping pelo telefone (38) 3531.3919.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/parque_rio_preto_2.jpg\" width=\"620\" height=\"465\" border=\"0\" \/><\/p>\n<p>Fonte: G1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois de ficar fechado por mais de um ano para manuten\u00e7\u00e3o e obras de infraestrutura, o Parque Rio Preto, em S\u00e3o Gon\u00e7alo (MG), a 70 km de Diamantina, volta a receber turistas e pesquisadores. 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