{"id":135017,"date":"2018-09-03T11:21:52","date_gmt":"2018-09-03T13:21:52","guid":{"rendered":"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=135017"},"modified":"2018-09-03T12:10:37","modified_gmt":"2018-09-03T14:10:37","slug":"a-destruicao-para-alem-do-fisico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/?p=135017","title":{"rendered":"A destrui\u00e7\u00e3o para al\u00e9m do f\u00edsico"},"content":{"rendered":"<p>O inc\u00eandio que destruiu o Museu Nacional\/UFRJ na noite de domingo, dia 2 de setembro de 2018, levou consigo muito mais do que um pr\u00e9dio hist\u00f3rico que abrigou a fam\u00edlia real. <\/p>\n<p>Ali\u00e1s, desde quando se transformou em Museu Nacional, a institui\u00e7\u00e3o fazia quest\u00e3o de se apresentar como um espa\u00e7o de produ\u00e7\u00e3o e exposi\u00e7\u00e3o de ci\u00eancia.<\/p>\n<p>Quem visitasse esperando um trono real de D. Jo\u00e3o VI sairia desolado. Poucas refer\u00eancias \u00e0 presen\u00e7a dos imperiais apareciam em seus corredores. Ainda assim, indiretamente os antigos moradores estavam presentes na exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A cadeira real do antigo imperador do Brasil n\u00e3o estava ali, mas outro trono tinha destaque no acervo. Era do rei Adandozan, do reino de Daom\u00e9 (atual Benin), na \u00c1frica, e que foi dado em 1811 para Dom Jo\u00e3o VI como uma prova da boa rela\u00e7\u00e3o que o reino portugu\u00eas \u2013 rec\u00e9m fugido para o Brasil \u2013 queria manter com este povo.<\/p>\n<p>Uma pe\u00e7a que contribuiu nas rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas que consolidaram na tr\u00e1gica hist\u00f3ria escravista do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Muito perto deste trono tamb\u00e9m havia um manto real. Novamente, n\u00e3o era da fam\u00edlia portuguesa. Era um presente, cheio de plumas, do rei Tamehameha II, das ilhas Sandwich (atual Hava\u00ed) ao imperador D. Pedro I.<\/p>\n<p>A poss\u00edvel perda destes itens configura um vazio no entendimento de uma rela\u00e7\u00e3o entre o Brasil e povos estrangeiros que at\u00e9 hoje n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o exposta ao grande p\u00fablico. Em um museu com uma entrada de R$ 3, ela se tornava mais difundida.<\/p>\n<p>As t\u00e3o comentadas exposi\u00e7\u00f5es de Gr\u00e9cia, Roma e Egito tamb\u00e9m tiveram seu surgimento atrelado \u00e0s aquisi\u00e7\u00f5es da fam\u00edlia real. D. Pedro, por exemplo, comprava m\u00famias de mercadores para sua cole\u00e7\u00e3o particular.<\/p>\n<p>Seu filho, D. Pedro II, chegou a fazer expedi\u00e7\u00f5es ao Egito para comprar mais. Dentre as adquiridas, existe uma cujo processo de mumifica\u00e7\u00e3o \u00e9 bastante raro: cada parte do corpo \u00e9 enrolada de forma que se possa identificar dedos, bra\u00e7os e pernas.<\/p>\n<p>Somente outras seis no mundo obedecem a esta l\u00f3gica. Uma pe\u00e7a cuja preserva\u00e7\u00e3o \u00e9 de interesse mundial e que atravessou milhares de anos.<\/p>\n<p>J\u00e1 a imperatriz Teresa Cristina contribuiu com a exposi\u00e7\u00e3o de Gr\u00e9cia e Roma ao ter expostos os vasos etruscos que tinha comprado. S\u00e3o pe\u00e7as que detalhavam h\u00e1bitos cotidianos de povos da pen\u00ednsula de It\u00e1lica de uma \u00e9poca anterior ao nascimento de Jesus Cristo. Ao contr\u00e1rio do que muito foi escutado na cobertura do inc\u00eandio, o acervo do Museu Nacional transcende os seus 200 anos.<\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o era muito mais do que as pe\u00e7as adquiridas pela fam\u00edlia real. Aquele pr\u00e9dio tamb\u00e9m era uma institui\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento. Estavam ali os f\u00f3sseis de Luzia, a mais antiga moradora de nossas terras e que mudou a percep\u00e7\u00e3o sobre o deslocamento da humanidade da \u00c1frica at\u00e9 a Am\u00e9rica.<\/p>\n<p>\u00c9 tamb\u00e9m o museu que fez importantes descobertas paleontol\u00f3gicas e se transformou em um dos principais centros de estudo na Am\u00e9rica Latina. S\u00e3o dezenas de pesquisadores que perdem completamente suas pesquisas. O pr\u00e9dio, tombado como patrim\u00f4nio p\u00fablico, poder\u00e1 ser reerguido. N\u00e3o ser\u00e1 como antes, infelizmente.<\/p>\n<p>Ainda assim, irrecuper\u00e1veis ser\u00e3o as pe\u00e7as e pesquisas que, porventura, forem destru\u00eddas. Surgir\u00e3o lacunas na j\u00e1 t\u00e3o complicada forma como narramos e lidamos com o nosso passado e um atraso cientifico que impedir\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de conhecimentos futuros.<\/p>\n<p><strong>Pelo menos o acervo de invertebrados foi salvo, diz vice-diretora<\/strong><\/p>\n<p>Em meio \u00e0s chamas e aguardando o controle do inc\u00eandio, a vice-diretora do Museu Nacional do Rio de Janeiro, Cristina Serejo, afirmou que \u201cnem tudo foi perdido do acervo\u201d do museu. Uma cole\u00e7\u00e3o de invertebrados escapou do fogo, pois fica em um pr\u00e9dio anexo, que n\u00e3o foi afetado pelas chamas. O museu tem tr\u00eas andares e pr\u00e9dios anexos, localizados na Quinta da Boa Vista, em S\u00e3o Crist\u00f3v\u00e3o, na zona norte da capital.<\/p>\n<p>Segundo Cristina Serejo, alguns pesquisadores conseguiram sair do pr\u00e9dio com seus acervos pessoais. Outros funcion\u00e1rios tiveram condi\u00e7\u00f5es de retirar computadores pessoais.<\/p>\n<p>O Museu Nacional do Rio reunia um acervo de mais de 20 milh\u00f5es de itens de geologia, paleontologia, bot\u00e2nica, zoologia e arqueologia. No local, estava a maior cole\u00e7\u00e3o de m\u00famias eg\u00edpcias das Am\u00e9ricas, havia ainda esqueletos de dinossauros e v\u00e1rias pe\u00e7as de arte.<\/p>\n<p>\u00c9 a mais antiga institui\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica do pa\u00eds, pois o local foi fundado por dom Jo\u00e3o VI, em 1818. O museu \u00e9 vinculado \u00e0 Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com perfil acad\u00eamico e cient\u00edfico. Tem nota elevada nos institutos por reunir pesquisas diferenciadas, como esqueletos de animais pr\u00e9-hist\u00f3ricos e livros raros.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/aconteceunovale.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/museu_rio.jpg\" alt=\"\" \/><em>Inc\u00eandio atinge o Museu Nacional do Rio de Janeiro &#8211; T\u00e2nia Rego\/Ag\u00eancia Brasil<\/em><br \/>\n<\/br><\/p>\n<p><strong>Problema em hidrantes colaborou para fogo se alastrar<\/strong><\/p>\n<p>O comandante do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, coronel Roberto Robadey, afirmou que um problema no funcionamento dos hidrantes contribuiu para o fogo se alastrar na regi\u00e3o do parque, na Quinta da Boa Vista onde est\u00e1 o Museu Nacional.<\/p>\n<p>Segundo o coronel, foi preciso pedir apoio \u00e0 Companhia de \u00c1guas e Esgotos do Rio (Cedae) para ceder carros-pipa. Tamb\u00e9m foi utilizada \u00e1gua do lago da Quinta da Boa Vista.<\/p>\n<p>\u201cPedimos apoio a eles [da Cedae] de carros-pipa e tamb\u00e9m trouxemos os nossos carros da Baixada Fluminense. Os dois hidrantes mais pr\u00f3ximos estavam sem carga\u201d, disse o militar.<\/p>\n<p>Ele lembrou que, ao chegar ao local do inc\u00eandio, o fogo estava de m\u00e9dia para grande propor\u00e7\u00e3o. O comandante n\u00e3o confirmou as primeiras informa\u00e7\u00f5es de que o fogo teria come\u00e7ado no primeiro andar.<\/p>\n<p>De acordo com o comandante, a opera\u00e7\u00e3o contou com 80 militares e 21 viaturas de 12 quart\u00e9is da capital e de munic\u00edpios vizinhos. Robadey descartou a possibilidade de desabamento.<\/p>\n<p>\u201cAs paredes s\u00e3o muito grossas. O pr\u00e9dio \u00e9 muito antigo. Os pavimentos internos desabaram\u201d, disse o militar.<\/p>\n<p><strong>Cedae nega falta d\u2019\u00e1gua<\/strong><\/p>\n<p>A Cedae negou que tenha faltado \u00e1gua para o combate ao inc\u00eandio. Segundo a empresa, havia \u00e1gua para o combate \u00e0s chamas. \u201cComo informado, a regi\u00e3o est\u00e1 plenamente abastecida. Inclusive foram disponibilizados outros hidrantes na localidade da Quinta [da Boa Vista] que abasteceram os carros-pipa que atuaram no local\u201d, diz em nota a empresa.<\/p>\n<p>A nota informou ainda que a companhia tem como procedimento habitual adotar o envio de equipes ao local para ajudar em caso de necessidade. \u201cEm casos de inc\u00eandios de grandes propor\u00e7\u00f5es, equipe se apresenta no local para verificar a necessidade de apoio aos bombeiros, seja no envio de carro-pipa ou abastecimento de hidrante. No caso deste inc\u00eandio, a Cedae disponibilizou carros-pipa que est\u00e3o \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para uso dos bombeiros, mesmo com a regi\u00e3o estando plenamente abastecida\u201d, informou a empresa.<\/p>\n<h3>Acervo<\/h3>\n<p>O Museu Nacional do Rio reunia um acervo de mais de 20 milh\u00f5es de itens dos mais variados temas, cole\u00e7\u00f5es de geologia, paleontologia, bot\u00e2nica, zoologia e arqueologia. No local, estava a maior cole\u00e7\u00e3o de m\u00famias eg\u00edpcias das Am\u00e9ricas.<\/p>\n<p>No local, tamb\u00e9m estava Luzia, o mais antigo f\u00f3ssil humano encontrado nas Am\u00e9ricas, que remete a 12 mil anos, e representa uma jovem de 20 a 24 anos. No museu, havia ainda o esqueleto do Maxakalisaurus topai, maior dinossauro encontrado no Brasil.<\/p>\n<p>O museu \u00e9 a mais antiga institui\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica do pa\u00eds, pois foi fundado por dom Jo\u00e3o VI em 1818. \u00c9 vinculado \u00e0 Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com perfil acad\u00eamico e cient\u00edfico. Tem nota elevada nos institutos de pesquisa por reunir pe\u00e7as raras, como esqueletos de animais pr\u00e9-hist\u00f3ricos e m\u00famias.<\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>O local foi sede da primeira Assembleia Constituinte Republicana de 1889 a 1891, antes de ser destinado ao uso do museu, em 1892. O edif\u00edcio \u00e9 tombado pelo Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional (Iphan).<\/p>\n<p>O Museu Nacional do Rio oferece cursos de extens\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em v\u00e1rias \u00e1reas de conhecimento. Para esta semana, era esperado um debate sobre a independ\u00eancia do pa\u00eds. No pr\u00f3ximo m\u00eas, estava previsto o IV Simp\u00f3sio Brasileiro de Paleontoinvertebrados no local.<\/p>\n<p><strong>Pesquisadores pedem colabora\u00e7\u00e3o para resgate de acervo<\/strong><\/p>\n<p>Com a destrui\u00e7\u00e3o da maior parte do acervo do Museu Nacional, pesquisadores, funcion\u00e1rios e colaboradores da \u00e1rea de museologia buscam resgatar tudo que est\u00e1 relacionado ao material que havia ali. Eles pedem que aqueles que tiverem imagens, sejam fotografias, v\u00eddeos e selfies, dos espa\u00e7os e acervo atingidos pelas chamas enviem para o grupo.<\/p>\n<p>Em nota, o grupo apela para que o material seja encaminhado ao e-mail: thg.museu@gmail.com<\/p>\n<p><strong>Inc\u00eandio no Rio \u00e9 a maior trag\u00e9dia museol\u00f3gica do pa\u00eds<\/strong><\/p>\n<p>A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), respons\u00e1vel pelo Museu Nacional no Rio, lamentou em nota o inc\u00eandio que destruiu o pr\u00e9dio hist\u00f3rico. \u201c\u00c9 a maior trag\u00e9dia museol\u00f3gica do pa\u00eds. Uma perda incalcul\u00e1vel para o nosso patrim\u00f4nio cient\u00edfico, hist\u00f3rico e cultural.\u201d<\/p>\n<p>No texto, a UFRJ se solidariza, em nome do Instituto Brasileiro de Museus, com servidores e pesquisadores do Museu Nacional, no que considera um triste registro da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>\u201cTamanha perplexidade que toma a todos, nos defronta com o maior desafio dos museus: consolidar e implementar uma pol\u00edtica p\u00fablica que garanta, de forma efetiva, a manuten\u00e7\u00e3o e conserva\u00e7\u00e3o de edif\u00edcios e acervos do patrim\u00f4nio cultural brasileiro\u201d, destaca a nota.<\/p>\n<p>O reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Leher, informou que ter\u00e1 hoje (3) uma reuni\u00e3o com o ministro da Educa\u00e7\u00e3o, Rossieli Soares, e cobrar\u00e1 do governo federal empenho para reconstruir o pr\u00e9dio e o acervo da institui\u00e7\u00e3o, que, segundo o pr\u00f3prio Museu Nacional, tem a maior cole\u00e7\u00e3o da Am\u00e9rica Latina. \u201cPara o pa\u00eds, \u00e9 uma perda imensa. Aqui temos a nossa mem\u00f3ria. Grande parte do processo de constitui\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria moderna do Brasil passa pelo Museu Nacional. Este inc\u00eandio sangra o cora\u00e7\u00e3o do pa\u00eds.&#8221;<\/p>\n<p><strong>VER PRIMEIRO<\/strong><\/p>\n<p>Receba as not\u00edcias do Aconteceu no Vale em primeira m\u00e3o. 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