Polícia Civil de Minas Gerais divulga retrato falado de suspeito de homicídio

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A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) está à procura do suspeito de assassinar uma mulher, e tentar matar outra, em um hotel no bairro Lagoinha, região Noroeste de Belo Horizonte. Os crimes foram registrados em 2017 e, desde então, a polícia está empenhada na apuração dos fatos.

Por meio de investigações policiais e informações de testemunhas, o Instituto de Criminalística PCMG gerou o retrato falado do suspeito, que está sendo procurado para prestar esclarecimentos sobre o fato. Trata-se de um homem de pele morena, estatura mediana, boa aparência e na faixa dos 35 anos. Uma das testemunhas ainda relatou que ele usava uma aliança na mão esquerda.

Qualquer informação pode ser repassada pelo telefone do Departamento Estadual de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), (31) 3478-7500, ou pelo Disque Denúncia, 181.

Investigações

Conforme explicou o Delegado que conduz as investigações Guilherme Catão, o primeiro caso ocorreu em abril de 2017. Testemunhas relatam que o suspeito chegou ao hotel acompanhado de uma prostituta. Em determinado momento, uma pessoa que trabalha no estabelecimento ouviu barulhos incomuns vindos do quarto. Ela bateu à porta, mas o homem alegou estar tudo em ordem.

Minutos depois, ele tentou sair do hotel desacompanhado, o que não é permitido pelas normas do local. A proprietária do estabelecimento foi até o quarto, acompanhada pelo suspeito, e encontrou a mulher deitada na cama. Ao perceber que havia algo errado, a dona do local ameaçou ligar para o Samu. Nesse momento, o homem conseguiu fugir pulando de uma janela, com aproximadamente cinco metros de altura do solo. Apesar de ter se machucado, ele ainda conseguiu correr.

Dois meses depois do crime, esse mesmo homem retornou ao hotel acompanhado de outra prostituta. Pouco tempo depois de subir para o quarto, a mulher gritou por socorro, momento em que o suspeito fugiu. Ela alegou para os funcionários do hotel que o homem tentou estrangulá-la. Diante do ocorrido, uma das pessoas que trabalha no local recordou se tratar do mesmo autor envolvido no homicídio ocorrido meses atrás.

O Subinspetor Caetano Neto ressalta que nem a prostituta, vítima dessa tentativa de homicídio, nem as testemunhas do fato relataram à polícia o ocorrido à época. A equipe que investiga o caso só tomou conhecimento do episódio no início de 2019, quando essa prostituta foi encontrada morta, com sinais de estrangulamento. A PCMG investiga se esse homicídio tem relação com o crime ocorrido em 2017.

“A divulgação do retrato falado do suspeito é de grande importância, tanto para ajudar na conclusão das investigações, como também na forma de prevenção, já que se trata de um criminoso reincidente”, finaliza Catão.

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