Ultramaratonista chama atenção para o câncer de pele em municípios do Vale do Aço

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Com um percurso total estimado em cerca de 200km, a ultramaratonista Marilélia Rocha chega nesta quarta-feira (18/12/2019) a Coronel Fabriciano (MG). A atleta realiza uma maratona pelos municípios que fazem parte do Circuito Turístico da Mata Atlântica de Minas (CTMAM) e tem como objetivo, chamar a atenção para o problema do câncer de pele. 

Marilélia saiu do município de São Domingos do Prata na segunda-feira, 16, e tem previsão de encerrar a maratona dia 21, em Açucena. A passagem da atleta pela cidade de Fabriciano será no monumento Terra Mãe e está prevista para as 7h da manhã desta quarta, onde será recebida por autoridades do município, como o Secretário de Governança da Saúde, Ricardo Cacau, e o Secretário de Governança de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Cultura, Homero Quinete.

Além das secretarias e prefeituras municipais das cidades do circuito, também apoiam a iniciativa a Federação Mineira de Atletismo, Polícia Militar, Polícia Militar do Meio Ambiente, Polícia Militar Rodoviária, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Civil e a Agência de Desenvolvimento do Circuito Turístico Mata Atlântica de Minas (CTMAM).

Ultramaratonista passa nesta quarta-feira por Fabriciano – Foto: Divulgação / Prefeitura de Fabriciano

Trajetória

Há mais de dois anos, Marilélia tem participado de provas na região do Vale do Aço e em outras cidades de todo país. Desde agosto de 2017 a atleta compete ultramaratonas compartilhando sempre os benefícios do esporte como prevenção de doenças e melhora na qualidade de vida das pessoas.

Câncer de pele 

Segundo o ministério da saúde, o Câncer de pele é um tumor que atinge a pele, sendo o câncer mais frequente no Brasil e no mundo. É mais comum em pessoas com mais de 40 anos e é considerado raro em crianças e pessoas negras. Causado principalmente pela exposição excessiva ao sol.

Com esta campanha a atleta acredita que está atingindo o objetivo que é levar informação e alertar as pessoas para um problema. “O câncer não tem idade, sexo nem classe social, está aí no nosso dia a dia, é preciso prevenir”, afirma Marilélia.

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