Criança morre afogada em caixa d’água no Norte de Minas

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Uma criança de 1 ano e 5 meses morreu afogada na caixa d’água da casa onde morava no povoado de Amargoso, em Porteirinha, no Norte de Minas. De acordo com as informações da Polícia Militar, a ocorrência foi registrada por volta das 10h da última quarta-feira (18) na chácara da família.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionado, mas a menina foi levada pela própria família até o Hospital de Porteirinha. No entanto, ao chegar na unidade, a criança já estava morta. 

A mãe contou aos militares que estava na cozinha preparando o almoço enquanto o marido trabalhava na roça e a filha brincava na cozinha, bem perto dela. A mulher teria ido ao quintal para buscar uma mandioca e a menina foi atrás. A garotinha tinha o hábito de brincar no local.

Ainda segundo a mãe, em poucos segundos ela não avistou mais a filha e foi até o quintal para chamar a criança, que não respondeu. A mulher, então, começou a procurar pela filha e ao se aproximar de uma cerca de arame teria visto a roupinha dela na água. 

A menina estava desacordada dentro da caixa d’água. Ela gritou pelo marido e retirou a criança de dentro da água. Eles tentaram reanimá-la durante o percurso até o hospital, mas ela não resistiu.

Veja algumas dicas da Ong Criança Segura para evitar afogamentos:

1. Esteja sempre por perto
Deixar uma criança sozinha próxima à água é muito perigoso. Por mais que você já tenha explicado os riscos a ela, dizendo para não entrar sozinha na piscina ou para não ir mais fundo no mar, por exemplo, essa situação nunca vai ser segura. Por isso, é essencial que sempre tenha um adulto supervisionando os pequenos de forma ativa e constante. Na piscina, fique sempre de olho – tanto dentro da água quanto próximo à borda – e, no mar, uma boa ideia é colocar uma cadeira na beiradinha da água, para estar sempre atenta.

2. Oriente seu filho
Conversar é sempre um bom caminho e, mesmo que você ache que às vezes não está surtindo efeito, pode ter certeza de que sua criança está ouvindo e gravando tudo! Então, explique a ela que nadar sozinha é muito perigoso e que ela deve sempre pedir permissão aos seus responsáveis antes de entrar na água.

3. Ensine a nadar
Uma boa dica para manter o risco de afogamento longe é ensinar os pequenos a nadar. Mas é importante que o aprendizado aconteça com instrutores qualificados ou em escolas especializadas. O ideal ainda é que os responsáveis, se não souberem, também aprendam a nadar. De qualquer maneira, mesmo os baixinhos que fazem natação precisam ser supervisionados, pois podem não saber como reagir em momentos de maior dificuldade, como no mar ou em rios – que são bem diferentes das piscinas com as quais a meninada está acostumada.

4. Use cerca nas piscinas
Em locais com piscina, é essencial que haja uma cerca de, pelo menos, 1,5 m de altura, bem como portões com cadeados ou trava de segurança. A ONG Criança Segura alerta ainda para o uso de alarmes – embora eles tragam mais proteção, não eliminam a necessidade da cerca.

5. Esvazie os recipientes em casa
Não é só perto de piscinas ou na praia que o risco de afogamento existe. Em ambiente doméstico, há situações que acabam passando despercebidas, mas é importante ressaltar que bastam apenas 2,5 cm de água para uma criança de até 4 anos se afogar. Por isso, depois de usar qualquer recipiente com água, esvazie e vire de cabeça para baixo. Isso vale, por exemplo, para baldes, bacias, banheiras e piscinas infantis.

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