Atlético vence clássico no Independência, segue no G4 e deixa Cruzeiro na zona de rebaixamento

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Deu Atlético no Independência. Mesmo com menos posse de bola ao longo de toda a partida, o time alvinegro foi mais perigoso – e efetivo – que o Cruzeiro na noite deste domingo (04/08/2019). Vinicius, no primeiro tempo, e Nathan, na etapa complementar, garantiram o triunfo da equipe mandante por 2 a 0, em partida válida pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro.


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Com a vitória, o Atlético se manteve na quarta colocação da Série A e chegou aos 24 pontos – oito a menos que o líder Santos. Já o Cruzeiro continua com 10 pontos, na 17ª posição, já na zona de rebaixamento. A equipe celeste, há dez jogos sem vencer na competição, pode cair para 18º, se a Chapecoense não perder para o Grêmio nesta segunda-feira, em Porto Alegre.

Atlético e Cruzeiro voltam a campo pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro no próximo final de semana. No sábado, às 21h, o time alvinegro tem compromisso contra o Fluminense, no Independência. Às 16h do domingo, a equipe celeste visita o Avaí, na Ressacada, em Florianópolis, capital de Santa Catarina.

Antes, porém, o Cruzeiro tem decisão na Copa do Brasil, contra o Internacional. A partida de ida da semifinal está marcada para esta quarta-feira, às 21h30, no Mineirão. A volta será no Beira-Rio, em 4 de setembro, uma quarta-feira, também às 21h30. A equipe que avançar enfrentará Athletico-PR ou Grêmio na decisão.

Foto: Agência Galo / Clube Atlético Mineiro

Apostas de Rodrigo Santana dão resposta

No início da partida, Atlético e Cruzeiro fizeram um jogo estudado e equilibrado. Ao contrário do que se viu na vitória alvinegra por 2 a 0 na partida de volta das quartas de final da Copa do Brasil, o time celeste conseguia ter a bola. Tanto é que, mesmo na condição de visitante, tinha 55% de posse nos 20 primeiros minutos – cenário semelhante ao que se viu ao longo de toda a partida.

O Atlético, porém, era mais perigoso. Aos 7’, Patric aproveitou bate-rebate na área e finalizou para defesa de Fábio. O goleiro celeste trabalhou novamente aos 15’, após finalização de fora da área de Vinicius – deslocado para a ponta direita. Aos 22’, Cazares fintou Orejuela na esquerda e chutou sem ângulo. Mais uma vez o lance parou em boa intervenção do arqueiro adversário.

Na metade do primeiro tempo, a arbitragem ‘roubou a cena’. Em meio a pedidos de atleticanos de pênalti de Orejuela em Chará, o árbitro Leandro Pedro Vuaden – auxiliado pelo VAR – assinalou falta pró-Cruzeiro anterior à disputa entre o lateral celeste e o atacante alvinegro. A partida ficou paralisada por cinco minutos.

Depois dessa pausa, o ritmo da partida – que já não era tão acelerado assim – caiu ainda mais. Os ataques dependiam muito dos pontas, mas Chará e Vinicius, pelo lado alvinegro, e Pedro Rocha e Marquinhos Gabriel, do Cruzeiro, não eram tão efetivos nas disputas contra as defesas rivais.

A grande chance celeste no primeiro tempo apareceu aos 41’. Henrique recebeu pela direita, avançou sem marcação e finalizou forte, no alto. Cleiton fez grande defesa e jogou para escanteio. Apenas quatro minutos depois, o Atlético abriu o placar. E com participação direta do trio formado por Cazares, Vinicius e Ricardo Oliveira, apostas do técnico Rodrigo Santana.

Titular após ser desfalque nos últimos três jogos por conta de uma conjuntivite, Cazares roubou a bola no campo de ataque e tocou para Ricardo Oliveira. Na intermediária, o centroavante, há 14 jogos sem fazer gol, girou sobre a marcação e encontrou Vinicius. O meia – que ganhou espaço ao substituir justamente o equatoriano – deixou a marcação de Henrique para trás e, de fora da área, finalizou com precisão, no cantinho: 1 a 0.

Atlético segura Cruzeiro, sofre pouco e amplia

Em desvantagem, o Cruzeiro tentava transformar, no segundo tempo, a posse em oportunidades de gol. Já o Atlético buscava ter mais a bola e contragolpear. O cenário da partida seguiu o mesmo do primeiro tempo. Por isso, o técnico Mano Menezes resolveu arriscar: colocou Robinho na vaga de Ariel Cabral.

O Cruzeiro trocava passes e tentava rodar o jogo, mas tinha dificuldades para superar as linhas de marcação do Atlético. Foi num momento de brilho que Robinho deixou Thiago Neves na cara cara do gol, aos 23’. O camisa 10 fintou Cleiton e se atirou, na tentativa de cavar o pênalti. Jogadores alvinegros cobraram o segundo cartão amarelo – que geraria expulsão -, mas o árbitro Leandro Pedro Vuaden não o advertiu e assinalou apenas impedimento.

Aos 27’, um lance que gerou reclamação dos atleticanos: Chará tentou a finalização, e a bola resvalou na mão de Dedé. Na interpretação da arbitragem, não foi pênalti. Pouco depois, Geuvânio – que entrara na vaga de Cazares – arriscou de fora e acertou a trave. O Cruzeiro também chegou com perigo, em cabeçada para fora de Thiago Neves.

Daí em diante, o Atlético tentou valorizar ainda mais a posse de bola. Quando atacava, a equipe era perigosa especialmente pelo lado direito. Geuvânio e Patric fizeram uma ‘dobradinha’ que criava boas oportunidades. Aos 46’, o lateral-direito avançou e cruzou para a área. Robinho desviou, e a bola sobrou para Nathan só empurrar para as redes: 2 a 0.

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(Fonte: Superesportes / Reportagem: João Vitor Marques)

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