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Operação Cevada desmantela esquema de falsificação de bebidas em Minas Gerais e no Distrito Federal

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), núcleo de Paracatu, deflagrou na manhã desta quinta-feira, 11 de julho, a Operação Cevada, com o objetivo de combater crimes contra a ordem tributária, falsificação de bebidas, receptação qualificada, lavagem de dinheiro e organização criminosa praticados por empresários da Região Noroeste de Minas Gerais e do Distrito Federal.





A ação foi realizada em conjunto com a Secretaria de Estado de Fazenda, com a Receita Federal e com a Polícia Militar de Minas Gerais e contou com o apoio da Coordenadoria Regional das Promotorias de Justiça de Defesa da Ordem Econômica e Tributária do Triângulo Mineiro e Noroeste do MPMG, da 2ª Promotoria de Justiça de João Pinheiro e do Centro de Produção Análise, Difusão e Segurança da Informação do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT).

Segundo apurado, comerciantes das cidades de Brasilândia de Minas, João Pinheiro e Paracatu, em Minas Gerais, e de Brasília, no Distrito Federal, adquiriam bebidas falsas nos estados da Bahia, Ceará, Sergipe, entre outros, e transportavam sem nota fiscal ou com notas fiscais frias e posteriormente distribuíam em todo o Noroeste Mineiro, região metropolitana de Belo Horizonte, Itabirito, além de algumas cidades do estado de São Paulo e no Distrito Federal.

Foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão nos municípios de João Pinheiro, Paracatu, Brasilândia de Minas e Brasília, todos expedidos pelo juízo da comarca de João Pinheiro. A fim de garantir a reparação de eventuais crimes tributários, com prejuízo ao erário, também foram bloqueados via sistema Renajud mais de 50 veículos pertencentes aos investigados.

A fim de subsidiar a investigação, foram recolhidas amostras de bebidas, alcoólicas e não alcoólicas, e vasilhames de água para confecção de perícia. Também foram apreendidos diversos documentos, cheques, computadores, notebooks e celulares das empresas e dos investigados para auditoria da Receita Estadual e colheita de provas pelo Ministério Público.

Durante o cumprimento dos mandados, foram conduzidas sete pessoas em flagrante delito e apreendidas seis armas de fogo, sendo dois revólveres, calibres .32 e .38, duas pistolas .380, uma cartucheira calibre 28 e um Fuzil/Rifle Remigton .222 com luneta sniper, além 522 munições de calibres variados. Foram lavrados dois autos de infração ambiental em razão da localização de carvão vegetal irregular em um dos estabelecimentos, um comprimido de ecstasy e dois pontos de LSD.

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(Fonte: MPMG)

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