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Produtos de 300 artesãos mineiros estão na 20ª Fenearte

A maior feira de artesanato da América Latina está aberta ao público até 14/7, com a expectativa de movimentar R$ 43 milhões, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. Estão presentes 40 representantes mineiros, comercializando produtos de, pelo menos, 300 artesãos de todo o estado.





A participação de Minas Gerais conta com três estandes na Fenearte, em parcerias firmadas pela Diretoria de Desenvolvimento e Promoção do Artesanato, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede). Um dos espaços, financiado pela Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge), expõe trabalhos de 80 artesãos.

Outro estande, por meio do Programa de Artesanato Brasileiro (PAB), ligado ao Ministério da Economia, abriga peças de mais 100 artesãos. Com o Sebrae-MG, a Sede conta com o terceiro espaço destinado à comercialização de peças de 150 artesãos.

A área total ocupada na 20ª Fenearte é de 30 mil metros quadrados, com 800 espaços. São 5 mil expositores vindos dos quatro cantos do país, somando aos mais 20 países presentes nessa edição. O público esperado é superior a 300 mil pessoas, que veem na feira uma vitrine com criações que surpreendem pela originalidade e pela identidade cultural de cada lugar em suas peças.

O artesanato mineiro presente na 20ª Fenearte é originário dos municípios de Antônio Carlos, Arinos, Belo Horizonte, Bonfinópolis de Minas, Buritis, Carangola, Chapada do Norte, Chapada Gaúcha, Coronel Fabriciano, Divinópolis, Lagoa Santa, Mariana, Minas Novas, Natalândia, Ponto dos Volantes, Ouro Preto, Prados, Riachinho, Sabará, Turmalina, Uruana de Minas, Urucuia, Taiobeiras e Varginha.

Foto: Divulgação/Sede

Negócios

De acordo com o subsecretário da Sede, Fernando Passalio, a expectativa é de que a participação de Minas Gerais gere negócios em torno de R$ 600 mil, um recorde em relação aos anos anteriores. “Que o artesanato mineiro possa continuar com a força empreendedora que tem para resultar em bons negócios nas diversas regiões, ativando a economia local e fazendo bonito em todo o país”, ressalta Passalio.

Segundo o diretor-geral do Idene, responsável pela parceria com a Sede na logística das peças, o artesanato é fundamental para a economia de algumas regiões mineiras. “A nossa missão é desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas e o artesanato é uma fonte significativa de emprego e renda, razão pela qual é importante fomentar e apoiar”, afirma Nilson Borges.

Atrações

Além do artesanato com matérias-primas diversas, Minas Gerais está presente no Espaço Interferência Janete Costa, onde mestres do Brasil se dedicam a unir o design e o artesanato como técnicas correlatas de decoração.

Dois mineiros foram selecionados pelos curadores do projeto. São eles: Waguinho, do atelier Arte e Luz (Tiradentes), que produz objetos de madeira, ferro e vidro para decoração; e Higino de Almeida, artista popular que tem na escultura em madeira sua principal atividade.

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(Fonte: Agência Minas)

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