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Dono de oficina em Brasília de Minas é preso durante operação nacional contra pedofilia e pornografia Infantojuvenil

Um homem de 51 anos foi preso em Brasília de Minas, no Norte do Estado, na manhã desta quinta-feira (28/03/2019), suspeito de transmitir imagens com conteúdo pornográfico infantil pela internet. Segundo informações da Polícia Civil, o suspeito foi descoberto através de um mandado de busca e apreensão deflagrado durante a Operação Luz na Infância 4, realizada simultaneamente em 26 estados e no Distrito Federal. O homem fazia uso de um roteador apontado pelas investigações como transmissor de vídeos e fotos de exploração infantil.





Os policiais civis foram até uma casa onde o roteador estava instalado e descobriram que o dispositivo estava conectado em um computador de uma oficina, que fica ao lado do imóvel. Nos arquivos da máquina que pertence ao homem de 51 anos foram encontradas as imagens de pornografia infantil. Ele é dono da oficina e foi preso no local.

“A informação chegou ao delegado responsável pela área. Ele identificou o local, e cumpriu mandado de busca e apreensão. Lá se verificou que no roteador havia conexões de tráfico excessivo de dados. Os policiais descobriram que um vizinho usava o roteador na oficina, e não o dono da casa. No computador foram identificadas imagens que caracterizam crime de pedofilia. O material foi apreendido e ele foi preso e autuado em flagrante”, explica o chefe de departamento regional da Polícia Civil, Jurandir Rodrigues.

Ainda de acordo com a PC, foi constatada intensa atividade para baixar e enviar arquivos e imagens com conteúdo pornográfico no ponto de conexão localizado. O computador foi apreendido e o suspeito foi preso em flagrante; ambos foram encaminhados à delegacia de Brasília de Minas.

Foto: Polícia Civil/Divulgação

Investigação

A Operação Luz na Infância 4 foi deflagrada pelo Ministério da Justiça com as polícias civis e apura crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes na internet. O objetivo é cumprir 266 mandados de busca e apreensão em 133 cidades nos 26 estados e no Distrito Federal. Apesar de não haver mandados de prisão, há prisões em flagrante de suspeitos de armazenamento e compartilhamento de material encontrados nas casas onde há buscas.

As penas para os crimes investigados variam entre 1 e 8 anos de prisão. Quem armazena material de pornografia infantil tem pena de 1 a 4 anos de prisão. Para quem compartilha, a pena é de 3 a 6 anos de prisão. A punição aumenta para 4 a 8 anos de prisão para quem produz esse tipo de material.

A operação é coordenada pela Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Mais de 1.500 policiais participaram das buscas. Os alvos foram identificados pela equipe do Laboratório de Inteligência Cibernética da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça, com base em informações coletadas na internet.

O conteúdo foi repassado às Polícias Civis, para apuração das Delegacias de Proteção à Criança e ao Adolescente e de Repressão a Crimes Informáticos. Após a apuração, as delegacias instauraram inquéritos e solicitaram as buscas à Justiça. Para a operação, foram analisados 237 mil arquivos, um volume de 710 GB de dados.

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(Fonte: G1 Grande Minas)

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