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Deputado Fábio Ramalho presenteia Bolsonaro com quitutes mineiros

Candidato à presidência da Câmara, o primeiro-vice-presidente, deputado federal Fábio Ramalho (MDB-MG) defendeu ontem (7) a reforma da Previdência como prioridade de votações na Casa. Em visita ao presidente Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto, o parlamentar reiterou que as negociações devem ser feitas de forma transparente, direta e sem “toma-lá-dá-cá”.




“Ele [Bolsonaro] está muito preocupado, sabe que o Brasil precisa da reforma [da Previdência]. A reforma tem que ser feita, mas precisa ser discutida pelo parlamento. Eu vim fazer uma visita de cortesia e falar com ele que sou favorável às reformas. Mas sou favorável à reforma de graça. ‘Não tem toma-lá-dá-cá.”

Na conversa com Bolsonaro, Ramalho disse que, se eleito presidente da Câmara, vai trabalhar em favor das reformas propostas pelo governo, a começar pela da Previdência.

Presentes

Conhecido por ser um anfitrião que recebe a todos com pratos típicos de Minas Gerais, Ramalho chegou ao Planalto carregando uma bolsa térmica. Nela, havia várias amostras da cozinha mineira, de doces a salgados.

“Eu trouxe quitutes mineiros, queijo, doce de leite, sorvete de queijo, linguiça, manteiga de garrafa e um pé de moleque. O pé de moleque, ele [Bolsonaro] abriu na hora”, contou o deputado federal.

Disputa

Afirmando ser amigo do presidente da República, o parlamentar disse ter ouvido que não vai haver “interferência” do Palácio do Planalto na eleição pelo comando da Câmara. “A gente é muito amigo. E essa questão da nossa amizade é muito forte e demonstra que não haverá interferência nenhuma na Câmara. [Ele disse] que não fará nenhuma interferência, que esse apoio do PSL não é o apoio dele”.

No último dia 3, o presidente nacional do PSL, Luciano Bivar (PE), declarou que o partido vai apoiar a reeleição do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara. A decisão foi tomada durante reunião da bancada.

Segundo Ramalho, seu estilo de conversar diretamente com os colegas contribui no processo eleitoral. “Da outra vez, quando fui candidato a vice-presidente, nenhum partido me apoiou. E eu venci porque eu procurei cada parlamentar. Não subestime a minha candidatura. É independente e é uma candidatura dos deputados. Passa por acordo e por conversa. Mas é um acordo de graça, sem toma lá, dá cá”, disse.

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(Fonte: Agência Brasil)

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